Linha indicada para quem gosta de um bom som, aliando custo e benefício.
Embu das Artes (SP), 29 de junho de 2023 – A Datalink, fabricante de cabos e conectores de alta qualidade e performance, lança um novo conceito de embalagem para a sua linha Garage, específica para instrumentos musicais – como guitarra, violão, teclado etc. Com o slogan “Arte do começo ao fim”, a ideia é unir produções artísticas: desenho, pintura e música. Para este lançamento, a Datalink convidou o grafiteiro de Embu das Artes, Luan Ribeiróvisk (@luanribeirovisk), que aprovou a ideia e elogia a empresa pela oportunidade de mostrar a sua arte e espera que outras empresas sigam a iniciativa.
A proposta, como explica a coordenadora de marketing da empresa e uma das idealizadoras do projeto, Cristina Harms Camacho, é convidar outros artistas para novas embalagens, que unem beleza e funcionalidade. “A arte tem tudo a ver com a Datalink, desde os cabos que fabricamos, o uso dos nossos cabos de sonorização na cena musical brasileira até termos o nosso complexo industrial instalado no maior polo artístico de São Paulo, que é Embu das Artes”, observa Camacho.
Ribeiróvisk diz que o momento da criação da embalagem foi bem tranquilo porque já conhecia a linha Garage, “fiquei realmente bem feliz com a coincidência de ter amigos artistas patrocinados pela marca”. Para ele, a nova embalagem mostra o compromisso da Datalink com a arte e até estabelece “uma conversa” melhor e direta com o próprio cliente.
O artista Luan Ribeiróviski. Crédito: Acervo pessoal.
O artista fala um pouco da sua inspiração para esta produção: “Música, para mim, traz muitos sentimentos, do mais melancólico, romântico ao de maior curtição e leveza. Compus a imagem fazendo um mix de tudo isso, tendo como base a suavidade que se expressa nas cores e no desenho das flores.”
Para a coordenadora de marketing, é importante “vermos a convergência de diversos saberes e competências, das áreas de engenharia, de qualidade, de inovação, de vendas da empresa sendo valorizada pela arte”.
Cristina Harms Camacho endossa que o projeto prevê o convite para outros artistas. “A Datalink chega aos 30 anos de mercado renovando seu compromisso com o melhor para o cliente, de ponta a ponta: do desenvolvimento e fabricação do produto, utilização de matéria-prima confiável e segura até os cabos chegarem às mãos do consumidor final”, elogia.
Embalagem reúne arte e estrutura para evitar danos aos cabos. Crédito: Cristina Harms Camacho.
Garage: custo e benefício A linha Garage foi a primeira que a Datalink colocou no mercado nacional e obteve sucesso. O cabo se destina ao público que quer conciliar custo e benefício. “A Garage entrega resultados incríveis com preço acessível”, explica Maurício Fernandes, gerente de Vendas da Datalink, que é músico e guitarrista há 30 anos.
O próprio nome Garage, lembra Maurício Fernandes, foi inspirado na história de bandas internacionais e nacionais, entre os anos 1950 e 1960, que começaram com jovens músicos se reunindo na garagem de casa para tocar bem alto seus sons, principalmente nos subúrbios dos Estados Unidos.
A repaginação da embalagem da linha Garage Instrumental, observa o gerente de Vendas da Datalink, além da arte, “está estruturalmente melhor e protege o cabo de qualquer intempérie externa.”
Para Maurício Fernandes, a Datalink oferece mais esse presente aos músicos, “que fazem do ofício praticamente um ‘sacerdócio’ na entrega do melhor para o público. Estamos realmente comprometidos com essa missão”, afirma.
Confira a linha Garage e as demais da área de sonorização emhttps:/sonorizacao/
Linha Garage Instrumentos
Timbres mais nítidos: Matéria-prima de alta pureza de máxima qualidade
Longa durabilidade: Plugs P10 mais resistentes e com ponta dourada
Abraçadeiras: Para manter seu cabo bem embalado
Grande flexibilidade: Capa de PVC emborrachado altamente resistente
Som sem interferências: Dupla blindagem com semicondutora e trança metálica
Sustentabilidade, social e governança nas ações da fabricante de cabos e conectores.
Embu das Artes, 21 de junho de 2023 – O que deve estimular o mundo dos negócios a adotar práticas associadas ao ESG, acrônimo em inglês para as palavras environmental, social and governance, ou, em português, ambiental, social e governança? A construção de uma imagem mais positiva perante à sociedade, em tempos de emergências climáticas e de cobrança de responsabilidades sociais? A obtenção de melhores resultados e balanços financeiros? A parte financeiro-econômica é importante, mas não deve ser o motivador principal para que uma empresa adote a prática ESG.
Se antes ter responsabilidade socioambiental era visto como filantropia, como custo e desvinculado do negócio, hoje ganha centralidade nas atividades econômicas. No Brasil, ainda se está no começo dessa mudança, mas muitas empresas já estão dando os primeiros passos. A Datalink é uma delas.
Adriana das Neves, gerente administrativa da Datalink. Crédito: Cristina Harms Camacho.
Em 2023, ano em que completou 30 anos de atividade, a Datalink – fabricante brasileira de cabos e conectores – está focada na elaboração do seu plano de implementação da prática ESG. “Criamos um projeto que prevê diversas ações nas três dimensões ESG – ambiental, social e governança”, explica Adriana das Neves, gerente administrativa da empresa. Segundo ela, o “principal é garantir a construção de relações verdadeiras entre o negócio, os colaboradores e a sociedade para se obter a sustentabilidade e a governança”.
Entre as ações que já estão em operação, indica Adriana, “temos, internamente, o canal de denúncias, políticas de anticorrupção e a contratação de empresa de assistência psicológica para atender, de forma gratuita, aos nossos colaboradores. Já na relação com a sociedade, mantemos um apoio mensal para a compra de material didático doado para uma escola do bairro onde o complexo industrial da Datalink está instalado”.
Ainda na parte externa, acrescenta Adriana, a Datalink se engajou no projeto “Apoiador Institucional“ do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), onde a empresa apadrinha turmas escolares para participação na Jornada CIEE de Matemática, que visa, por meio de um aplicativo, incentivar os alunos e ao mesmo tempo auxiliá-los em suas dificuldades de forma lúdica e divertida.
Na parte ambiental, a Datalink, segundo a gerente administrativa, vem implementando tecnologias para captação ereuso da água da chuvano processo de fabricação de cabos e prevê a criação da central de resíduos, “onde será feita a correta separação e destinação de resíduos diversos”.
Ainda na questão corporativa, a Datalink reforçou a sua atenção em garantir ambiente de trabalho saudável em termos físicos e de processos industriais seguros, mas também na dimensão do social e psicológica. “Recentemente, nos inscrevemos no Great Place to Work (GPTW), certificação que atesta a qualidade da empresa na gestão de pessoas e na cultura organizacional”, observa Adriana das Neves.
Como chegamos ao padrão ESG Da primeira revolução industrial, no século XVIII, aos tempos contemporâneos, os modos de produção passaram por muitas mudanças tecnológicas. A sociedade por muitas vezes foi impactada e sofreu os acidentes para além dos muros das fábricas. O caso mais famoso é o smog quando milhares de pessoas, em Londres, na Inglaterra, na metade do século XX, morreram de falta de ar por causa dos particulados no ar. De lá para cá, podemos até ter aprendido algumas coisas, mas novos incidentes ocorreram, com mortes, doenças e destruição ambiental. Infelizmente, são muitos os acidentes, inclusive no Brasil.
Smog
O Nevoeiro de 1952, conhecido também como Big Smoke, foi um período de severa poluição atmosférica, entre os dias 5 e 9 de dezembro de 1952 que encobriu a cidade de Londres. O fenômeno foi considerado como um dos piores impactos ambientais até então, sendo causado pelo crescimento incontrolado da queima de combustíveis fósseis na indústria e nos transportes. Acredita-se que o nevoeiro tenha causado a morte de 12.000 londrinos, e deixado outros 100.000 doentes.
No século XXI, a questão se apresenta ainda com maior protagonismo e relevância. Os cientistas e especialistas vaticinam: não dá para fechar os olhos ou fazer cara de paisagem frente às emergências climáticas e à disfunção de muitas atividades econômicas.
A sigla ESG, segundo informações do site Estratégia ODS, foi utilizada, pela primeira vez, em 2004, a partir de uma carta das Nações Unidas remetida a 55 das principais instituições financeiras do mundo, convidando-as a integrar tais princípios ao mercado financeiro. O Pacto Global publicou, no mesmo ano, em conjunto com 20 instituições financeiras de nove países distintos, o relatório “Quem se importa, ganha” (Who cares wins), com recomendações para integração das questões ambientais, sociais e de governança à gestão de ativos e corretagem de valores mobiliários.
O que se coloca para o mundo econômico é que a mudança é fundamental à sobrevivência humana na Terra. Por isso, para que a prática ESG seja verdadeira e não apenas uma peça de marketing positivo, a transparência é uma das palavras-chave de uma estratégia que deve envolver respeito à natureza, à sociedade.
Se antes ter responsabilidade socioambiental era visto como filantropia, como custo e desvinculado do negócio, hoje ganha centralidade. A questão está colocada para todos: como fazer a transição da atividade econômica predatória para a regenerativa, e não neutra.
Tecnologia aliada Ao longo do tempo, a tecnologia vem avançando e permitindo conhecer, com mais precisão e certeza, os impactos e resultados que os processos industriais geram. Sabe-se, por exemplo, que a queima sem controle de combustível fóssil significa muito material particulado no ar, muito monóxido de carbono. Da mesma forma, tem-se mais informação sobre gases de efeito estufa e como medir o quanto está se emitindo e contabilizar tudo, não só nas emissões de gases, mas nos efluentes líquidos.
É uma consciência importante das empresas tangibilizar qual o custo ambiental e social que está criando com seu modo de produção. Ou seja, é crescente ações empresariais preocupadas com o que produz e como.
Economia circular Uma das ferramentas utilizadas nesse novo olhar produtivo é a economia circular. Ela mostra desde a retirada da matéria-prima da natureza, o círculo do processo, produção, venda, utilização do cliente e o descarte.
É no descarte que a economia circular se faz: é a matéria-prima que entra de novo numa cadeia produtiva, não apenas como resíduo. Por exemplo: na reutilização do plástico de uma garrafa de água sem rótulo, que não tem nada escrito, diminui a quantidade de resíduos não reciclados. Então, produzir coisas mais duráveis, fazer logística reversa com os resíduos, são outros exemplos da economia circular.
As empresas terão de mudar por ser uma vantagem competitividade e por regulamentações ambientais que estão sendo criadas. Hoje, não dá para pensarmos a vida ou em negócios sem levantar em conta as questões relativas à mudança climática, responsabilidade social e tudo isso ligado à governança das empresas.
O S da prática ESG O social da prática ESG é a relação entre a empresa, o cliente, a sociedade, os fornecedores, os colaboradores, o governo. Ele é interação, relação e um espaço para que as partes interessadas se manifestem, interajam, encaminhem sugestões, ideias e críticas. O social do ESG está dizendo que todos impactados por uma atividade econômica, não importa qual seja, devem ser ouvidos. Precisamos entender que este social é relacionamento baseado em premissas de transparência.
Neste 14 de junho, Dia Mundial do Doador de Sangue, contamos a história inspiradora de Edson Borges, gerente da Datalink.
Embu das Artes (SP), 14 de junho de 2023 – Em 1996, o jovem Edson Borges, aos 18 anos de idade, foi se alistar no Serviço de Recrutamento e Preparo de Pessoal da Aeronáutica (Serep). Na ocasião, conheceu a campanha para doação de sangue. Ele não pestanejou e se apresentou como voluntário.
Em maio último, mais precisamente no dia 12, o hoje engenheiro e gerente de Tecnologia e Inovação da Datalink – fabricante brasileira de cabos e conectores – fez mais uma doação de sangue ao completar 45 anos de idade e 27 anos ininterruptos como doador. “Não parei mais desde aquela época. Iniciei com a meta de fazer quatro doações anuais, na modalidade voluntário. Atualmente, faço duas doações como voluntário noBanco Pró-Sanguee fico disponível para doações para familiares e amigos”, explica ele.
Nessa última condição, ele lembra que uma tia teve de colocar um marcapasso e precisou de sangue para reposição. “Fui o doador, é claro. Isso me trouxe uma nova forma nessa solidariedade: duas vezes, por ano, como voluntário e outras vezes fico disponível quando necessário para familiares e amigos”, observa o engenheiro da Datalink.
Para reforçar a sua decisão, Edson Borges ficou sabendo que o seu tipo de sangue de Edson Borges, o B negativo, é um dos que têm pouco estoque no País. “Acredito que foi um fator que pesou ainda mais para me manter como um doador regular e permanente”, destaca ele.
Segundo informações do Ministério da Saúde, uma pessoa adulta tem, em média, cinco litros de sangue em seu organismo. Em cada doação, podem ser coletados entre 420ml e 470ml de sangue, além de 25ml a 30 ml para os exames laboratoriais. Levando em conta esses números, e fazendo um cálculo sobre quatro doações anuais durante 27 anos, Edson Borges doou dois litros de sangue por ano e 54 litros ao todo desde 1996 até agora.
Edson Borges em mais um dia de doação de sangue. Crédito: Acervo pessoal.
O sangue é reposto pelo organismo. A reposição do volume de plasma ocorre em 24 horas e a dos glóbulos vermelhos em quatro semanas. Entretanto, para o organismo atingir o mesmo nível de estoque de ferro que apresentava antes da doação, são necessárias oito semanas para os homens e 12 semanas para as mulheres. Por isso, o intervalo mínimo entre uma doação de sangue e uma doação de plaquetas é de 56 dias; entre plaquetas e sangue, 72 horas. O número máximo de doações de plaquetas, por mês, é de quatro doações; e por ano, 24 doações.
Ato de amor Ao pé da letra e sem vergonha de falar ou repetir o que se diz um chavão, o engenheiro mostra que a doação de sangue é realmente um ato de amor. Sem dúvidas, é um gesto solidário que pode salvar a vida de pessoas que se submetem a tratamentos e intervenções médicas de grande porte e complexidade, como transfusões, transplantes, procedimentos oncológicos e cirurgias. Mas também para pacientes com doenças crônicas graves – como Doença Falciforme e Talassemia – possam viver por mais tempo e com mais qualidade, além de ser de vital importância para tratar feridos em situações de emergência ou calamidades.
Ou seja, ressalva Borges, sempre tem gente que precisa de sangue, “por isso o sentido de ‘banco de sangue’. Fazemos um ‘depósito’ não apenas para o outro, mas para nós também”. Uma única doação – equivalente a uma bolsa de 500 ml – pode salvar até quatro vidas. A doação regular é fundamental para manter os estoques de sangue sempre abastecidos.
O consumo do sangue, como destaca o órgão ministerial, é diário e contínuo, pois ele é utilizado em diversas situações: em anemias crônicas, cirurgias de urgência, acidentes que causam hemorragias, complicações da dengue, febre amarela, tratamento de câncer e outras doenças graves. O órgão também ressalta que não há um substituto para o sangue.
Todo sangue doado é separado em diferentes componentes (hemácias, plaquetas, plasma) e assim pode beneficiar vários pacientes com apenas uma unidade coletada.
O engenheiro afirma que, durante essas quase três décadas, não enfrentou nenhum tipo de problema em conciliar a vida profissional e pessoal e as doações. Segundo ele, hoje está muito mais acessível porque o funcionamento dos bancos de sangue está mais abrangente. “Se antes, a doação era feita apenas durante a semana, de segunda a sexta-feira, agora podemos doar aos sábados, nos feriados e em alguns domingos por mês, com horários maiores”, observa, e faz questão de acrescentar: “Não há desculpa, nesse sentido.”
Filosofia de vida Edson Borges criou a seguinte rotina para as suas doações voluntárias: “Como disse, são feitas duas vezes ao ano, e são com essa simbologia: uma, no dia do meu aniversário [12 de maio], para agradecer a graça de mais um ano de vida com saúde; e a outra é no último dia útil do ano, em agradecimento por mais um ciclo de vida.”
O engenheiro da Datalink faz questão, ainda, de evidenciar que a doação não dói e é rápida. Ele aconselha: “Se a pessoa estiver com boa hidratação e tiver uma alimentação saudável, ela consegue completar uma bolsa de sangue de 500 ml em cinco minutos, que é o meu caso. Essa bolsa pode salvar quatro vidas. Durante esses anos todos essa é a minha média de tempo da minha doação de sangue, cinco minutos.”
Casal endorse da marca, Bia e Ulysses falam como se conheceram e os projetos musicais que tocam juntos.
Neste 12 de junho, Dia dos Namorados, a Datalink shippa todos os casais in love. Em qualquer cenário romântico, a música é quase um idioma de sentimentos amorosos e apaixonados. Que o diga o casal Beatriz Lima e Ulysses Sebastião, nossos parceiros dalinha de cabos de sonorização. Ela, baixista, é endorse da marca há dois anos; ele, baterista, desde 2016.
As vantagens dos cabos da Datalink, afirma Bia, são muitas: “Utilizo os cabos em todas as ocasiões, nas apresentações, no estúdio, nas aulas. Os cabos da empresa me entregam todos os timbres e, no contrabaixo elétrico, sonoridades mais graves, inclusive.”
Já Ulysses lembra que começou com a marca, em 2016, ao ser convidado para tocar no stand da Datalink, na ExpoMusic [feira internacional de música de São Paulo]. São os melhores cabos do Brasil, sem dúvidas nenhuma. Asseguro. Com eles, não tem ruído nem conexão ruim. Os cabos da Datalink fazem toda a diferença na minha vida musical.”
História de cinema Juntos há mais de dez anos, Bia e Ulysses se conheceram numa cena musical na Igreja Católica. Bia diz que o encontro do casal renderia um filme. Ela descreve:
“Nos conhecemos em um evento da Igreja Católica. Ulysses estava preparando um aluno de bateria que participaria desse evento e eu, por coincidência, faria minha estreia no baixo-elétrico. Cheguei atrasada e me disseram que o baterista que tocava conosco não poderia comparecer. Aí, falaram que tinha um baterista profissional no local. Quem era? O próprio, o Ulysses. Ele aceitou na hora ajudar a nossa banda. Quando subi ao palco ele já estava posicionado. Então, disse que iria ficar mais próximo dele porque baixo e bateria precisam estar em sintonia. Foi muito legal. Fizemos o show como se já tocássemos juntos há anos. Foi assim que nos conhecemos. As primeiras palavras que trocamos foi realmente a própria música.”
Um encontro que se transformou em projetos musicais e, depois, em parceria de sucesso com a Datalink. O casal mantém duas empresas, aEscola e Cerimonial D´Brothers. “Nos nossos eventos musicais, nos nossos shows, estamos sempre com os cabos da Datalink, que nos garantem qualidade e entregam todos os timbres, e não nos causam nenhum problema de conexão”, afirma Ulysses.
Parceria de vida O casal até tentou separar o profissional do pessoal, mas não foi bem isso que aconteceu. Quem fala é o Ulysses:
“Tentamos separar o profissional do particular, mas é bem difícil. Até porque unidos conseguimos manter nossas duas empresas. Temos muitas ideias diferentes, mas isso também nos faz ver e entender assuntos de maneiras diferentes. O amor que temos um pelo outro, com certeza, é o elo do nosso dia a dia e que nos deixa fortes para enfrentar dificuldades, desafios e também os momentos de alegria, com toda a certeza. Sempre tentamos guardar um tempinho para “nós” e isso é muito importante.”
A playlist do casal tem músicas de estilos diferentes, mas que embalam, como dizem, todo tipo de amor, do mais roqueiro ao romântico. Bia e Ulysses indicam:
“Gostamos de “Goodnight kiss”, de Dream Theater, do “Body and Soul”, de John Green; do clássico “Isn´t she lovely”, do Steve Wonder. E tem, ainda, a música tocada no nosso casamento, o “Por você”, canção do Barão Vermelho.”
Beatriz e a música Iniciei meus estudos musicais com alguns amigos da Igreja [católica]. Tive a sorte de encontrar pessoas muito bacanas que me influenciaram e me ajudaram nessa trajetória. Em pouco tempo, já estava tocando violão na Igreja. Com 17 anos de idade comecei a tocar baixo na Igreja. Na época, nem sabia que existia o baixo [rsrsrs], mas me encantei pelo instrumento. Tanto que passei na Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (Emesp) e estudei seis anos com os mestresGabriel BahliseItamar Collaço.
Já fiz alguns trabalhos temporários quando adolescente, vendedora e distribuição de propaganda, mas quando definitivamente coloquei a música em primeiro plano, consegui saltar voos que nunca imaginei, sou muito grata por isso. Com 18 anos a música já era o meu único trabalho.
Ulysses e a música Meu primeiro contato com a música foi com o violão do meu segundo irmão mais velho – somos um total de cinco irmãos, todos músicos! – que ganhou de nossa avó materna. Como ele era o único que ganhou de presente, nosso pai fez questão de dar para cada um violão também. Iniciamos na música tocando violão na Igreja. Daí, surgiu a ideia de cada um ir para um instrumento formando assim uma banda, inclusive daí surgiu o nome D’ Brothers. Aos 17 anos de idade entrei na antiga Universidade Livre de Música Tom Jobim (ULM), atualmente Emesp. Em seguida e de forma paralela à faculdade de música, sou baterista e maestro da orquestra e coral nos eventos que promovemos na empresa. Sou muito realizado profissionalmente, além de estar acompanhado de uma grande mulher que é a Beatriz. Sou grato à Deus e às oportunidades que tive e que tenho na vida.
A área de engenharia da empresa vem elaborando programas para a utilização de recursos naturais, como a água e a energia elétrica, de forma sustentável.
Embu das Artes (SP), 05 de junho de 2023 – A Datalink – fabricante brasileira de cabos e conectores – celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, neste 5 de junho, reafirmando seu compromisso com práticas industriais e produtivas sustentáveis.
A preocupação com a eficiência no uso da água e de energia elétrica no seu processo fabril vem ocupando lugar de destaque nas estratégias da Datalink em prol da prática de ações sustentáveis, que evitem o desperdício de recursos naturais. A empresa tem consciência de que o mercado e os consumidores sinalizam, com toda a razão, a necessidade do uso racional dos recursos naturais, assim como fazer o descarte correto e adequado de resíduos (logística reversa).
Foto e arte: Cristina Harms Camacho.
Como resultado, a Datalink vem desenvolvendo a implementação de diferentes metodologias e padrões referenciais para que a fabricação de cabos e conectores também experimente a mesma performance dos seus produtos – que já conquistaram a excelência em qualidade e durabilidade.
A equipe da Datalink está imbuída em planejar e executar procedimentos que evitem o desperdício de recursos naturais, na fábrica, por isso, implantou um sistema de reuso da água pluvial (da chuva) no processo de fabricação dos cabos e conectores utilizados nas mais diversas atividades econômicas – de telecomunicação, automação, agronegócio à sonorização. Foram instaladas calhas, ao longo das instalações da empresa, para captação da água de chuva e direcionamento ao processo produtivo em que o recurso hídrico é necessário.
Foto e arte: Cristina Harms Camacho.
Luz natural, vegetação e saguis Outra ação importante é a utilização, na área industrial, da luz natural. Isso porque o complexo industrial da empresa, que fica em Embu das Artes (SP), foi planejado e construído para possibilitar o uso da energia natural e solar.
A empresa também disponibiliza, em todas as suas dependências, lixeiras de reciclagem para o descarte correto de qualquer tipo de resíduo. Além disso, a Datalink faz o descarte correto dos resíduos advindos da fabricação dos cabos, que utiliza o cobre como matéria-prima principal.
A construção do complexo industrial da Datalink, em 2013, inclusive, levou em consideração a preservação máxima da área verde local, com a preservação de árvores frutíferas, inclusive. Por isso, é normal os funcionários da Datalink receberem a visita amigável de saquis nas instalações fabris.
Cinquenta anos Celebrado anualmente, o Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1972. Neste ano comemora-se pela 50ª vez o Dia Mundial do Meio Ambiente, com o alerta de que a eliminação da poluição plástica é fundamental para a manutenção da vida. Sob o lema #CombataAPoluiçãoPlástica, a data oferece uma oportunidade para ampliar o apelo aos governos, cidades e empresas, a fim de que invistam e implementem soluções para acabar com a poluição plástica.
Foto: Hailton Gabriel de Souza Silva. Arte: Cristina Harms Camacho.
Sobre a Datalink A Datalink é uma das principais fabricantes de cabos e conectores de alta qualidade e performance de comunicação e controle para aplicações industriais, agrícolas e smart cities. Empresa brasileira cujo portfólio de produtos atende diversos segmentos econômicos, entre eles: agronegócio, automação industrial e predial, automotivo, energia solar, estética, saúde, sonorização e telecomunicações. A história da Datalink lembra histórias de empresas como Embraer, Embrapa, Petrobrás e Weg, entre outras, que mostra a capacidade industrial e competência da engenharia brasileira. A qualidade, a excelência e a segurança dos seus produtos são a marca da Datalink criada em 1993 e com seu complexo industrial instalado em Embu das Artes (SP). Mais informações em www.afdatalink.com.br.
Informações para a imprensa Assessoria de Imprensa Datalink Rosângela Ribeiro Gil imprensa@ +55 13 99712-8067
A área de Recursos Humanos precisa estar atenta a cada novo paradigma ou ciclo social e produtivo e gostar de pessoas.
Embu das Artes (SP), sexta-feira, 2 de junho de 2023 – Neste 3 de junho, para celebrar o Dia do Profissional de Recursos Humanos, a Datalink – fabricante brasileira de cabos e conectores de alta performance – parabeniza profissionais de uma área que está em constante crescimento e agrega diferentes desafios e responsabilidades ao longo do tempo. A assistente de RH da empresa, Florance dos Santos Reis, carinhosamente chamada de Flor, fala sobre a estruturação e atuação do departamento.
Florance dos Santos Reis, da área de RH da Datalink. Crédito: Cristina Harms Camacho.
A assistente de RH da Datalink explica que o trabalho é desenvolvido sempre com muita ‘escuta’ e resiliência. “Todas as informações são compartilhadas e resolvidas em consenso dentro da equipe da área. Junto a isso, o nosso aprendizado é constante, pois todos os dias praticamente temos leis, decretos, códigos e procedimentos novos ou atualizados”, informa e arremata: “É um trabalho muito desafiador, mas recompensador pelos resultados alcançados.”
Conforme ela, “lidamos com pessoas e suas histórias de vida, que carregam especificidades, dores, traumas. Portanto, o que define a nossa conduta, enquanto profissionais de RH, é o cuidado e o respeito”.
Primeiros passos do RH no mundo A área de Recursos Humanos, ou simplesmente RH, surgiu na passagem entre os séculos XIX e XX com os primeiros sinais da segunda Revolução Industrial. Nesse início, seu nome era Relações Industriais e estava ligada diretamente às relações que envolviam empregador e empregado.
Nessa perspectiva, o setor surge para acompanhar um evento histórico responsável por grandes transformações na maneira em que vivemos, agimos, pensamos e principalmente produzimos. Uma característica que se mantém até os dias de hoje.
Nos tempos atuais, o RH também sente e gere as mudanças sociais e tecnológicas, como a era digital e o fenômeno das redes sociais, dentro dos ambientes laborais.
Do analógico aos tempos digitais Se antes as funções do RH eram mais administrativas e burocráticas, como supervisionar a produtividade dos funcionários, hoje ela está no ‘olho do furacão’ com tantas transformações sociais, normas empresariais e públicas mais rígidas – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), políticas de governança corporativa e práticas associadas à ESG (acrônimo em inglês de Environmental, Social and Corporate Governance; em tradução para o português governança ambiental, social e corporativa), entre outras.
O profissional de RH vive também a transição ou o impacto de um mundo que era quase todo analógico para os tempos digitais. “Somos uma empresa inovadora e estamos nós modernizando cada dia mais, isso inclui os processos de RH e o contato com os colaboradores o que faz com que tenhamos uma proximidade e interação mais dinâmica. Temos usado a tecnologia a nosso favor em nossas avaliações e comunicações internas”, informa Florance dos Santos Reis.
Para acompanhar as mudanças e tendências, Florance dos Santos Reis informa que a Datalink está atenta a tudo, “estamos em atualização de procedimentos constantemente”, assegura. Por isso, o RH se firma como uma estrutura indispensável para o futuro da empresa, ela diz: “Diante dos desafios sociais e econômicos, elaboramos planos de capacitação, orientação e inclusão dos colaboradores. Na nossa integração com os novos colaboradores, inclusive, fazemos um treinamento que inclui orientação sobre o fit cultural da empresa e estratégia de mercado.”
Desenvolvimento de talentos A política de RH tem se mostrado eficiente, ao longo dos 30 anos da Datalink, defende Flor. “Não temos um turnover alto e acredito que seja decorrente do nosso método de avaliação 360 realizada semestralmente, onde o colaborador tem uma avaliação individual e uma conversa com o seu líder”, explica a profissional de RH da empresa.
Métodos, inclusive, que podem ser comprovados na prática, já que a fabricante tem colaboradores com tempo de casa longo, como 25, 17, 15 e 13 anos. “Isso permite”, analisa Flor, “que esse colaborador experimente um desenvolvimento profissional e de habilidades técnicas e comportamentais. Temos casos de jovens que entraram como ajudantes ou sem uma graduação ou profissão definida e, hoje, são engenheiros, técnicos, coordenadores, gerentes etc.”. Na outra ponta, a empresa também está aberta à contratação de novos talentos, “medida que proporciona uma relação positiva intergeracional”, diz.
Ainda dentro da preocupação com o desenvolvimento profissional e pessoal, a Datalink, informa Flor, mantém uma sala de aula com estrutura adequada, como computadores e internet, dentro da fábrica, para que o colaborador possa estudar, fazer cursos e ter oportunidades de aperfeiçoamento.
Entrevista especial O futuro da profissão de RH
Headhunter Marismar Malara: o profissional de RH precisa gostar de pessoas. Crédito: arte Cristina Harms Camacho.
A Datalink, ainda como homenagem aos profissionais de RH, entrevistou a headhunter Marismar Malara sobre tendências da profissão que deve se manter analógica, mas deve e vai ter de incorporar práticas introduzidas pela digitalização telemática. “Hoje temos ferramentas ligadas à machine learning ou inteligência artificial que aceleram processos seletivos e de avaliação. Mas nada substitui o contato humano, o olho no olho”, afirma.
Marismar Malara é formada em Gestão de Recursos Humanos, Administração de Empresas, tem especialização Gestão de Projetos, pós graduação em Marketing e Branding e MBA em Gestão de Pessoas.
Experiência generalista em Recursos Humanos, com aproximadamente 10 anos de atuação em diversos subsistemas da área, Malara atuou em cargos administrativos e de gestão, realizando atividades estratégicas, de departamento pessoal e gestão de pessoas. Hoje, ela é Tech Recruiter de uma startup brasileira.
Qual a importância da profissão para uma organização, instituição etc. e também para os próprios colaboradores e/ou empregados? O RH é uma área estratégica. Geralmente ela é que define as melhores práticas e processos para atender tanto às pessoas quanto à necessidade da empresa. Esses dias, inclusive, vi uma postagem da [consultora de carreiras] Paula Boarin, em que dizia que o RH é um ‘cachorro de dois donos'. Porque o papel do RH é ser um intermediador para atender aos interesses e demandas da empresa e das pessoas que trabalham nela.
Mas também existe uma certa idealização e, em alguns casos, até a romantização dos profissionais dessa área, como se eles não pudessem errar de forma alguma e, por isso, acontecem as frustrações.
É preciso compreender que todos que fazem parte de uma empresa estão sujeitos às regras dessa organização, definições estratégicas e os objetivos da empresa são feitos pela alta gestão. Todos os envolvidos precisam caminhar na mesma direção para se obter sucesso nos negócios.
Então, definiria o profissional de RH como parte fundamental para o desenvolvimento das pessoas e crescimento das organizações. Com a correta atuação desses profissionais é possível criar um bom ambiente de trabalho, com regras definidas e atendimento de necessidades de todos os envolvidos na relação de trabalho.
A profissão também está se transformando de uma atuação mais analógica, podemos dizer assim, para o tempo digital atual. Como o profissional de RH se ressignifica nesse cenário? Esse caminho não tem volta. A tendência é que cada vez mais se automatizem processos operacionais – do ‘chão de fábrica’ ao escritório. O que causa um pouco de incomodo, principalmente na experiência das pessoas, é a falta do contato humano em alguns processos que hoje já estão sendo automatizados. Ou seja, quando falamos de recrutamento e seleção de grandes empresas, é impossível fazer triagem de grandes quantidades de currículos sem a ajuda de sistemas inteligentes.
Não existe outro caminho se não nos qualificarmos para atender às novas demandas de mercado. A palavra que melhor define um profissional de Recursos Humanos é adaptação.
De tempos em tempos, vivenciamos revoluções industriais e tecnológicas, então precisamos estar sempre antenados para conseguir acompanhar as diferentes demandas que vão surgindo.
Nem tudo são flores na digitalização, sabemos disso. O que vem para ajudar também pode criar problemas. Já se fala, por exemplo, em burnout digital. Burnout digital ou esgotamento digital é um estado de exaustão física, mental e até emocional, causado pelo excesso de uso de dispositivos eletrônicos, como computadores, smartphones, tablets etc.
Segundo umapesquisada Mckinsey, desde a pandemia da Covid-19, a adoção de tecnologias de digitalização e automação se acelerou muito. Nesse período, por conta de todas as restrições, as empresas e consumidores foram forçados a mudar seus hábitos. Isso fez com que as empresas acelerassem muito a implementação de novas tecnologias e ferramentas que permitiam a interação digital e a colaboração entre os funcionários e até a interação com os clientes nesse ‘novo normal’.
O excesso de informações, redes sociais, fake news, e até as novas inteligências artificiais [IAs] generativas, como o ChatGPT, podem ser um problema quando não se tem orientação de como trabalhar com isso.
E esse é mais um dos papeis do RH, desenvolver e implementar programas de qualidade de vida e segurança no trabalho para prevenir ‘acidentes digitais', como o burnout digital.
A profissão é quase um farol e um radar das transformações culturais e sociais. Como o RH deve mostrar que discriminação racial, de gênero, de credo, contra o PCD etc. não são naturais, mas construções da sociedade? Tudo se transforma, para o bem, com a educação. O preconceito só existe quando você desconhece algo, e isso, muitas vezes, gera medo ou insegurança. A única forma de combater é com orientação e conhecimento.
O profissional de RH, antes de tudo, deve gostar de pessoas e entender que cada ser humano é um mundo de possibilidades, com virtudes, defeitos, medos, inseguranças, sonhos e vontades.
Gostar de pessoas e respeitá-las em sua totalidade, faz com que o profissional consiga identificar que um mundo plural é muito mais completo, feliz, competitivo e até lucrativo. Um mundo sem pluralidade nunca existiu, ele é artificial, por isso gera tantos dissabores, dores e discriminações.
Não há respeito quando existe desinformação. O único caminho é a educação. Essa é a palavra-chave!
O papel do RH em promover essa conscientização é fundamental, com programas de treinamento, processos inclusivos, programas que abracem a diversidade, adaptações necessárias, acessibilidades diversas etc.
E o RH diante do fenômeno das redes sociais? Toda experiência, seja ela boa ou ruim, sempre nos ensina algo. A velocidade com que informações falsas são disseminadas, o crescimento das inteligências artificiais que conseguem fazer vídeos ou fotos falsas circularem, a alienação e a desinformação geradas, enfim, também vão aparecer, de alguma forma, nos ambientes de trabalho.
Se puder dar uma dica aos leitores, diria somente para cuidarem da imagem que querem passar. Uma vez na rede, o mundo todo tem acesso aquele conteúdo. No final das contas, você é um cartão de visitas da empresa que trabalha ou gostaria de trabalhar. Aqui vale o ditado popular de que ‘uma imagem vale mais do que mil palavras'.
Por outro lado, a rede social se tornou uma ferramenta para os profissionais de RH. Por ela, podemos fazer o recrutamento de profissionais. Como Tech Recruiter, consigo encontrar pessoas no LinkedIn, Github, Grupos no Facebook, Instagram, Telegram, entre outras.
A profissão de RH tem futuro? Sem dúvidas! Não avalio a tecnologia como inimiga, ela realmente vai nos auxiliar em muitas atividades e tarefas, mas precisamos aprender a trabalhar com ela e usá-la com sabedoria. Usá-la a favor, e não contra.
O tato e o contato humano serão ainda mais valorizados no futuro e no final das contas essa é a maior atribuição do profissional de Recursos Humanos: saber trabalhar com pessoas, entender suas particularidades, necessidades, promover qualidade de vida, entre outras coisas.
Ouso dizer que, no futuro, os profissionais que tenham esse feeling serão muito mais valorizados. Apesar de amarmos a praticidade na realização das tarefas, nada substitui o olho no olho, perceber o brilho nos olhos, uma boa conversa e um abraçoafetuoso.