Datalink lança revista com sua trajetória de 30 anos

Datalink lança revista com sua trajetória de 30 anos

Com foco em sustentabilidade empresarial e excelência em qualidade, a empresa se consolidou no mercado nacional e se projeta em vendas internacionais.

 

Embu das Artes, 4 de maio de 2023 – A Datalink, empresa brasileira que atende ao mercado de cabos e conectores, completou, em março último, 30 anos de atividade ininterrupta. Uma marca que traz muito orgulho para toda a equipe da empresa, dos fundadores aos profissionais dos diversos setores e departamentos – administração, desenvolvimento, engenharia, inovação, apoio e operação.

Um acontecimento para ser comemorado e contado desde os primeiros passos da empresa, em 1993. Criada um ano antes do Plano Real, no auge de uma hiperinflação (40% ao mês) e às vésperas da globalização da economia mundial, a empresa nasceu sob o signo dos grandes desafios, internos e externos.

Para mostrar essa história como exemplo de empreendedorismo e de resiliência, a empresa lança a revista eletrônica “Datalink – 30 anos”. Com mais de 50 páginas, projeto gráfico e diagramação modernos, a publicação traz, ainda, recursos digitais para interação com outras mídias, como vídeos de artistas da cena musical brasileira que utilizam os cabos de sonorização da Datalink.

A publicação traz uma linha do tempo de 1993 a 2023, que historiciza desde o crescimento das instalações fabris – de casas alugadas em bairros paulistanos até a construção de seu complexo industrial em Embu das Artes; a aquisição de novos equipamentos; a introdução de modernos processos de produção e tecnologias; a expansão de mercado com novos produtos; a implementação de inovações; a qualificação da equipe etc.

A empresa nasceu como fornecedora de cabos coaxiais montados para equipamentos de VSAT [sigla em inglês de Very Small Aperture Terminal], sistema de comunicação muito usado, à época, para interligar agências bancárias aos centros de processamento de dados dos bancos.

Como lembra o engenheiro de telecomunicações Ademar Kin, em entrevista especial, a Datalink participou da primeira fase de telecomunicações via satélite no País: “Estávamos à procura de um adaptador de cabos coaxiais de RF [radiofrequência] com baixa perda e alta qualidade. Fizemos uma pesquisa com empresas estrangeiras e quem nos atendeu plenamente foi a jovem Datalink. Podemos dizer que a primeira fase de telecomunicações via satélite contou com o auxílio da Datalink.”

A publicação traz artigos assinados por especialistas e profissionais reconhecidos no mercado e no mundo acadêmico. Um dos artigos fala sobre a boa perspectiva da Datalink à luz da gestão moderna para os próximos anos. Outra contribuição é do professor Leopoldo Yoshioka, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), para quem o sucesso da empresa mostra o protagonismo da engenharia brasileira. O docente José Roberto Cardoso, da mesma instituição, escreveu artigo mostrando que a receita de sucesso da Datalink combina sólidos valores humanos e empresariais.

Em artigo, a engenheira Ambiental e Sanitarista Marcellie Dessimoni, gerente Executiva da ESG ACRIQ e Conselheira Titular do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo (Crea-SP), destaca que a disrupção e a inovação geram sucesso e que a engenharia nacional está preparada para promover e garantir esses saltos de desenvolvimento tecnológico.

Equipe Datalink nas instalações fabris do complexo industrial de Embu das Artes. Crédito: Cristina Harms Camacho.

A edição conta, ainda, com os testemunhos especiais de quem acompanhou o nascimento, o crescimento e a consolidação da empresa ao longo das três décadas. Um dos casos mais emblemáticos da filosofia (ou fit cultural) da Datalink de alinhar e garantir o crescimento profissional de seus colaboradores junto à empresa, é o do engenheiro Edson Borges. Ele entrou na empresa aos 20 anos de idade, em 1998, como auxiliar de produção, hoje ele é o gerente de Tecnologia e Inovação da empresa. Outros colaboradores, dos mais antigos aos mais recém-contratados, deram seus depoimentos sobre a Datalink como empregadora, oportunidades de estudo, desenvolvimento de carreira e ambiente laboral.

Matérias especiais trazem a relação empresarial de respeito e qualificada entre a Datalink e clientes, a exitosa experiência do consumidor – do atendimento ao mercado de telecomunicações, agronegócio, ciência, saúde ao de sonorização.

O propósito da revista é contar uma experiência brasileira que combina sonho, empreendedorismo, engenharia e outros saberes técnicos, colaboradores, qualidade e perseverança. Tudo realizado, e continua sendo, acreditando-se no potencial e nos talentos nacionais. Que os 30 anos da Datalink inspirem outras histórias e trajetórias no País.

Para fazer o download da revista digital, acesse: afdatalink.com.br/Revista30anos.

Sobre a Datalink
A Datalink é uma das principais fabricantes de cabos e conectores de alta qualidade e performance de comunicação e controle para aplicações industriais, agrícolas e smart cities. Empresa brasileira cujo portfólio de produtos atende diversos segmentos econômicos, entre eles: agronegócio, automação industrial e predial, automotivo, energia solar, estética, saúde, sonorização e telecomunicações. A história da Datalink lembra histórias de empresas como Embraer, Embrapa, Petrobrás e Weg, entre outras, que mostra a capacidade industrial e competência da engenharia brasileira. A qualidade, a excelência e a segurança dos seus produtos são a marca da Datalink criada em 1993 e com seu complexo industrial instalado em Embu das Artes (SP). Mais informações em afdatalink.com.br.

Informações para a imprensa
Assessoria de Imprensa Datalink
Rosângela Ribeiro Gil
imprensa@
+55 13 99712-8067

Cabos de alta performance na Feira de Música Centro Oeste

Cabos de alta performance na Feira de Música Centro Oeste

Em sua sétima edição, evento, que ocorre dias 28 e 29 de abril, reúne empresas e lojistas do Brasil inteiro da área de sonorização, em Goiânia.

Rosângela Ribeiro Gil
Jornalista
imprensa@

Cristina Harms Camacho
Arte e fotos
elisabeth@


A DATALINK
, empresa brasileira há 30 anos no mercado de cabos e conectores, participa de mais uma edição da Feira de Música – Centro Oeste, nos dias 28 e 29 de abril, em Goiânia (GO), expondo seus produtos que aliam excelência em alta performance e preço. A expectativa, segundo os organizadores do evento, é repetir o sucesso das edições anteriores, cumprindo o papel de integrar e gerar negócios entre empresas, fornecedores e lojistas.

Linha Studio.

O gerente de Vendas da Datalink, Maurício Fernandes, destaca a importância do evento para o mercado musical do País que procura produtos de sonorização de qualidade para vender em suas lojas e redes. Fernandes destaca a oportunidade da realização do evento no Centro-Oeste brasileiro, região rica e diversifica cultural e musicalmente. “Sem dúvidas nenhuma, é um encontro que propicia aos lojistas ter contato com produtos de sonorização que combinam preço e excelência. É o que a Datalink oferece sempre: cabos e conectores fabricados com a melhor tecnologia embarcada e com matéria-prima de qualidade e procedência comprovadas”, informa o gerente.

Linha Pop.

A Datalink levará à 7ª Feira de Música – Centro Oeste todo o seu portfólio no segmento de áudio. Na família de cabos montados, a empresa vai expor as linhas Pop, recomendável para quem está iniciando no mundo da música e sem comprometer a qualidade do som; Garage, para os apaixonados por música, cabos com durabilidade e performance que surpreendem; e Revolution, cabos indicados para profissionais que precisam dos melhores timbres e longa durabilidade e com conectores Neutrik. A empresa exporá ainda cabos em rolo para caixas acústicas, microfone, conectores, além de toda sua linha de acessórios.

A fabricante brasileira também apresentará a linha de cabo montado Studio totalmente repaginada e modernizada para atender exatamente ao público que só se contenta com a perfeição. A linha tem embarcada a melhor tecnologia mundial em conectores dourados da Neutrik.

Linha Garage.

Outro diferencial apontado por Fernandes é que a Datalink terá à disposição do público da feira uma equipe qualificada e preparada para explicar os produtos em todos os seus detalhes técnicos e para a realização de bons negócios para os lojistas. “Estamos muito animados para o evento, até porque a Datalink está completando 30 anos de vida e queremos presentear o público entregando o melhor em cabos de sonorização”, orgulha-se o gerente de Vendas.

Os cabos de sonorização da Datalink, descreve o guitarrista Maurício Fernandes, garantem a entrega do melhor som, com todos os timbres e frequências, “é a melhor aposta para o lojista que quer manter uma clientela satisfeita e fidelizada”.

Linha Revolution.

Fernandes observa que os cabos são fundamentais para conseguir o melhor de instrumentos e equipamentos: “Não adianta ter a melhor guitarra, violão, contrabaixo ou outro instrumento ou equipamento se não fizer uma boa conexão com o cabo. Os cabos de qualidade são a tradução de um bom resultado no evento em que o músico estiver tocando. Um cabo ruim compromete o trabalho do artista ou de quem gosta de som, isso é audível.”

O stand da Datalink funcionará, conforme programação da 7ª Feira de Música Centro Oeste, nos dias 28 e 29, das 9h às 20h.

Serviço
O que: 7ª Feira de Música – Centro Oeste
Quando: dias 28 e 29 de abril de 2023
Local: Clube Jaó – Espaço Dois Ipês (Av. Quitandinha, 600) – Goiânia – GO
Informações para a imprensa: Rosângela Ribeiro Gil
Contatos: (13) 99712-8067 e imprensa@

Sobre a Datalink
A Datalink é uma das principais fabricantes de cabos e conectores de alta qualidade e performance de comunicação e controle para aplicações industriais, agrícolas e smart cities. Empresa brasileira cujo portfólio de produtos atende diversos segmentos econômicos, entre eles: agronegócio, automação industrial e predial, automotivo, energia solar, estética, saúde, sonorização e telecomunicações. A história da Datalink lembra histórias de empresas como Embraer, Embrapa, Petrobrás e Weg, entre outras, que mostra a capacidade industrial e competência da engenharia brasileira. A qualidade, a excelência e a segurança dos seus produtos são a marca da Datalink criada em 1993 e com seu complexo industrial instalado em Embu das Artes (SP). Mais informações em
afdatalink.com.br.

Escute o cabo Datalink na SemanÁudio 2023

Escute o cabo Datalink na SemanÁudio 2023

Realizado há mais de sete anos em São Paulo, evento é considerado o maior na área de som do Brasil e da América Latina.

Rosângela Ribeiro Gil
Jornalista
imprensa@

Cristina Harms Camacho
Arte e fotos
elisabeth@


A DATALINK
, empresa brasileira há 30 anos fabricando cabos e conectores de alta qualidade e performance, participará como expositora na SemanÁudio 2023, que acontece de 25 a 27 de abril, na capital paulista. O evento, considerado a maior imersão em áudio do Brasil, reúne especialistas e técnicos da área de sonorização e oferece para empresas e marcas de áudio a oportunidade de oferecer produtos e conversar diretamente com seus clientes, em um ambiente propício para networking e negócios.

O gerente de Vendas Maurício Fernandes observa que a empresa apresentará novidades e lançamentos para um público específico e exigente do mundo do som, “que conhece e sabe o que está procurando, queremos mostrar que a Datalink tem os produtos e a qualidade que precisam”. Fernandes convida o público a visitar o stand da empresa, de número 22, na SemanÁudio 2023: “Estaremos com uma equipe qualificada para falar sobre os nossos cabos, prestar informações técnicas e fazer demonstrações da nossa excelência em som.”

Na família de cabos montados, a empresa vai expor as linhas Pop, recomendável para quem está iniciando no mundo da música e sem comprometer a qualidade do som; Garage, para os apaixonados por música, cabos com durabilidade e performance que surpreendem; Revolution, cabos indicados para profissionais que precisam dos melhores timbres e longa durabilidade e com conectores Neutrik. A empresa exporá ainda cabos em rolo para caixas acústicas, microfone, conectores, além de toda sua linha de acessórios.

Arte: Cristina Harms Camacho.

Para os audiófilos, os amantes do som que gostam de alcançar um nível de qualidade da música o mais próximo possível da gravação original usando aparelhos de alta fidelidade, a Datalink “vai apresentar a linha Studio totalmente repaginada e modernizada para atender exatamente a esse público que só se contenta com a perfeição”, informa o gerente Maurício Fernandes, também guitarrista e professor de música. A linha, acrescenta ele, tem embarcada a melhor tecnologia mundial em conectores dourados da Neutrik.

A equipe da empresa que estará na SemanÁudio 2023, ressalta Fernandes, está preparada tecnicamente para falar e demonstrar a alta qualidade dos “cabos de sonorização da Datalink, a empresa, inclusive, está completando 30 anos de mercado neste ano de 2023. Entregar o melhor em cabos de sonorização é o presente da empresa para o público do mundo do som”.

Os cabos de sonorização da Datalink, descreve o guitarrista Maurício Fernandes, garantem a entrega do melhor som, com todos os timbres e frequências. Ele aconselha: “Não adianta ter a melhor guitarra, violão, contrabaixo ou outro instrumento se não fizer uma boa conexão com o cabo. Os cabos de qualidade são a tradução de um bom resultado no evento em que o músico estiver tocando. Por isso, devem ser adquiridos com o mesmo cuidado que se escolhe o instrumento. Um cabo ruim compromete o trabalho do artista ou de quem gosta de som, isso é audível.”

Há mais de sete anos, a SemanÁudio é realizada com o propósito de reunir o melhor em palestras, exposição e workshops em um tipo de evento único no Brasil e na América Latina. “Realmente é uma imersão, como destaca o slogan do evento, em áudio durante três dias. O objetivo valoroso é o de reunir os melhores para disseminar conhecimento e qualificar ainda mais os técnicos do Brasil e do mundo. Nesse sentido, a Datalink não poderia ficar de fora. Temos total confiança no que entregamos para os técnicos, produtores musicais e artistas do mundo da música”, observa o músico Maurício Fernandes, gerente de Vendas da empresa.

O stand da Datalink, conforme programação da SemanÁudio São Paulo 2023, estará aberto das 9h30 às 19h30, nos dias 25 e 26; e das 9h30 às 16h30, no dia 27.

Serviço
O que: Participação da Datalink na SemanÁudio – São Paulo 2023
Quando: 25, 26 e 27 de abril de 2023
Local: Centro de Convenções do Centro Universitário Senac – Av. Eng. Eusébio Stevaux, 823 – Santo Amaro – SP
Informações para a imprensa: Rosângela Ribeiro Gil
Contatos: (13) 99712-8067 e imprensa@

Sobre a Datalink
A Datalink é uma das principais fabricantes de cabos e conectores de alta qualidade e performance de comunicação e controle para aplicações industriais, agrícolas e smart cities. Empresa brasileira cujo portfólio de produtos atende diversos segmentos econômicos, entre eles: agronegócio, automação industrial e predial, automotivo, energia solar, estética, saúde, sonorização e telecomunicações. A história da Datalink lembra histórias de empresas como Embraer, Embrapa, Petrobrás e Weg, entre outras, que mostra a capacidade industrial e competência da engenharia brasileira. A qualidade, a excelência e a segurança dos seus produtos são a marca da Datalink criada em 1993 e com seu complexo industrial instalado em Embu das Artes (SP). Mais informações em
afdatalink.com.br.

Women That Rock na guitarra, com Bruna Terroni

Women That Rock na guitarra, com Bruna Terroni

Rosângela Ribeiro Gil
Assessoria de Imprensa
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Cristina Camacho
Arte e imagens
cristina@

Neste 10 de março é comemorado o Dia do/a Guitarrista. Considerada a estrela maior do rock, a guitarra é o instrumento mais característico do gênero e traz alma e personalidade à música. O instrumento já foi guindado ao papel de protagonista em relações amorosas, capaz de conquistar (ou não) um coração. Quem nunca ouviu “Solos de guitarra não vão me conquistar”, da canção “Como eu quero”, do Kid Abelha?

Mas estamos falando do instrumento, todavia a efeméride é em celebração daquele e daquela que seguram, bem junto ao corpo, um instrumento que pode ter peso entre 2,7 a 4,5k e passeiam os dedos nas seis cordas em movimentos e velocidades diversas, variadas e até mágicas nas notas musicais da mais aguda a mais grave. Dedilham sons, às vezes, inimagináveis, que nenhuma inteligência artificial (IA) seria capaz. Que podem dar a impressão que a guitarra “chora” ou explode em risos. Coisa de inteligência humana, ainda bem!

O peso de uma guitarra está associado a três fatores fundamentais: forma e tamanho do corpo da guitarra, tipos de madeira utilizada (espécie) e de corpo (sólido, semioco, oco e iluminado). Também existem vários tipos de guitarras, entre acústicas e elétricas.

Bruna Terroni decidiu tocar uma guitarra aos 11 anos de idade. Crédito: Acervo pessoal.

O/A guitarrista pode atuar solo ou tocar com orquestras e bandas de uma variedade de gêneros e tocar uma variedade de instrumentos como guitarras acústicas, guitarras eléctricas, guitarras clássicas e baixos.

Guitarra
Vem do árabe “qitara”; derivado do latim “cithara” e do grego “kithára”. E refere-se a uma série de instrumentos de cordas dedilhadas, ou instrumentos cordofones que possuem braço e caixa de ressonância cujas cordas são beliscadas. (Wikipedia)

O símbolo marcante do rock não escolhe gênero nem sexo para ser tocado. Ele é fluido, como toda arte. Para homenagear artistas tão especiais em nossas vidas – quem nunca se apaixonou, se emocionou, “viajou na maionese”, chorou ou se alegrou ao som de uma guitarra? – entrevistamos a guitarrista Bruna Terroni.

Para conhecer um pouco o universo de quem está “por trás” (ou à frente) de uma guitarra, a guitarrista Bruna Terroni, parceira da Datalink, mineira de Belo Horizonte, fala como iniciou a sua paixão pelo instrumento já aos 11 anos de idade, entre a meninice e a pré-adolescência. “Ela era praticamente maior que eu”, lembra.

Aos 16 anos de idade, a relação foi sacramentada, Bruna decidiu que seria guitarrista e viveria do seu som. Passados dez anos, ela continua firme na decisão. Ganhamos todos nós com o seu som, a sua verdade e o seu compromisso com a arte.

Nesta entrevista, Bruna Terroni fala das suas “ídolas”, do machismo que ainda persiste nesse mundo da guitarra e da vontade de seguir e nunca desistir. “Passaremos com a nossa música”, é quase um grito de guerra para a vida, como nos ensina.

Bruna, como a guitarra lhe conquistou?
O encontro com a guitarra começou quando tinha 11 anos [de idade], quando adquiri minha primeira guitarra. Já fazia aula de música e teclado. Adorava tocar. Depois, fui incentivada por um tio que veio morar em nossa casa. Ele era do rock. Começamos a assistir vídeos de rock juntos. Me apaixonei pelo rock. Aí pedi uma guitarra para a minha mãe. Encontrei o instrumento na cor vermelha que foi comprada seis meses depois pela minha mãe.

O início de aprendizado – com a guitarra maior que eu, como é até hoje –  não foi nada fácil. A fase inicial é difícil. Quando se pega o instrumento pela primeira vez e as coisas não acontecem como você gostaria. O processo inicial é bastante chato. Cheguei a ficar cerca de um ano sem fazer aulas, tentando aprender a tocar as músicas sozinha. Ficava muito feliz quando conseguia tocar a introdução de alguma música, chamava minha mãe e meu tio para ouvirem, quando eles chegavam, ficava nervosa e errava tudo. Minha mãe cansou disso e me fez voltar para as aulas.

Bruna se inspira em guitarristas mulheres para sesguir o caminho da música. Crédito: Acervo pessoal.

Quem lhe inspira nesse mundo tocado pela guitarra?
Várias guitarristas me inspiram. Em primeiro lugar vem a Orianthi. Acompanhei a carreira dela desde os 11 anos. Sou muito fã da pegada rock-blues dela. Em segundo lugar, a Jennifer Batten, que, atualmente, tem feito shows com o Lenny Jay, cover de Michael Jackson. As duas têm carreira solo e já foram guitarristas do cantor Michael Jackson.

Dos guitarristas homens, meu favorito é Nuno Bettencourt, da banda Extreme. Ele tem pegada rock e do funk, e também apresenta timbres diferentes. Ele está dentro do meu top 3.

Não à toa, duas inspirações mulheres, bem legal você trazer isso no mês em que temos o 8 de março, o Dia Internacional da Mulher.
O mercado da música, do rock, principalmente na guitarra, é ainda predominantemente masculino. Você até encontra vocalistas mulheres, mas instrumentistas mulheres são raras. Melhorou bastante, mas quando se refere à guitarra os homens são maioria.

A história da guitarra no Brasil não é tão antiga, comparando mundialmente, por isso aqui ainda temos poucos representantes da guitarra, mulheres menos ainda.

Bruna Terroni segue na firme na carreira aos 26 anos, se apresentando em vários palcos. Crédito: Acervo pessoal.

Citei guitarristas mulheres e nenhuma brasileira, mas existem diversas que admiro bastante, que são minhas amigas, inclusive de um projeto que gravei para o YouTube que é o Women That Rock, mas é muito legal a gente ter essa representatividade feminina, porque é difícil esse caminho.

Já passei por diversas situações, como professores desprezando as minhas referências de guitarristas mulheres como a Orianthi, na tentativa de rebaixar uma imagem de representatividade feminina.

Existe muito machismo neste meio e uma das melhores coisas que temos que fazer é seguirmos fazendo nosso trabalho da melhor forma que a gente pode e nos unindo. E isso vem acontecendo.

Participo de um projeto chamado “Jam das Minas” que tem mais de 60 guitarristas brasileiras. Fazemos vídeos juntas de jam solos autorais.

Ao mesmo tempo que é um caminho solitário, vocês estão buscando caminhos coletivos pra ter voz e acabar com marcadores de gênero. Você falou do projeto Women That Rock, numa tradução livre, Mulheres que arrasam. Quem pode participar?
Esse projeto é uma extensão da “Jam das Minas” [em tradução livre, improviso das Minas] que começou com a guitarrista e minha amiga Letícia Praxedes. Com o tempo, mantivemos o grupo e é extremamente importante. O nome foi inspirado numa das melhores coisas que já aconteceram comigo. É muito bom quando a gente chega num ponto de ter o reconhecimento dos seus ídolos.

Um dia postei um vídeo tocando uma música do Extreme. Passados alguns meses, no dia das mulheres de 2019, o Nuno Bettencourt [guitarrista e vocalista do Extreme] postou cinco vídeos de mulheres tocando no perfil dele. Ele falou de cada uma, da importância do dia das mulheres e de cada uma das meninas que estavam no vídeo compartilhado. Eu era uma das cinco guitarristas!

Na legenda, ele publicou: “Uma pequena homenagem para mulheres que arrasam” e eu me inspirei nisso para criar o meu projeto. Nunca vi nenhum artista compartilhando e dando essa força para as mulheres e escrevendo, detalhadamente, elogiando cada uma, demonstrando que conhecia, de fato, o trabalho dessas guitarristas.

Você vive da música, do seu trabalho como guitarrista?
Vivo da música, do meu trabalho como guitarrista. Cheguei a fazer outra faculdade, a de Letras, e quando entrei estava muito engajada (nos assuntos estudantis), ficava o dia inteiro na faculdade e tocava guitarra cada vez menos. Na época, fui convidada para entrar numa banda de metal e quando fui tocar não dei conta de tocar o que eu tocava antes. Fiquei muito mal e pensei, preciso reorganizar minha vida, pois estou me distanciando daquilo que quero fazer.

Tranquei a matrícula, fiz metade do curso (dois anos e meio). E voltei para o curso de música numa faculdade de Belo Horizonte, mas não pude concluir porque a faculdade fechou durante a pandemia.

Hoje dou aula na School of Rock aqui numa das unidades de Belo Horizonte e aulas particulares. E ainda trabalho com as minhas bandas autorais, cover e como freelancer.

Como foi o seu encontro com a Datalink, excelência em cabos de sonorização?
Sigo o [guitarrista] Maurício Fernandes no Instagram. Antes da pandemia, ele me enviou uma mensagem dizendo que vinha à Belo Horizonte para alguns workshops [Escute o nosso cabo, projeto da Datalink]. Fui vê-lo tocar e rolou um convite para tocar uma jam com ele. A gente selecionou uma backing track [BT] e fui lá e toquei, fiz um som com ele na Riff Musical, que é uma escola de música aqui da cidade.

Foi uma experiência muito boa e divertida, pois ele é extremamente talentoso, além de generoso, pois abriu o espaço dele para eu tocar. A gente filmou e postamos. Acredito que ele compartilhou o vídeo com o time da Datalink que entrou em contato comigo e fui convidada para ser a artista da marca. Fiquei extremamente feliz, porque foi o reconhecimento do meu trabalho.

A Datalink é uma marca que curto bastante, a qualidade dos cabos, as pessoas que estão no time – considero isso bastante importante. Ainda não conheço todo mundo, mas pretendo fazer uma visita em breve.

Quais as dicas para adquirir uma boa guitarra?
Uma dica é que não compro instrumento novo. Nunca comprei. Sempre pesquiso instrumento usado, pois, no Brasil elas são muito mais caras, comparando com outros lugares. A dica de ouro é pesquisar instrumentos usados e ter o acompanhamento de um profissional para avaliar o instrumento.

Todas as marcas, das mais famosas, como a Fender, Gibson e Ibanez, às menos famosinhas, é preciso entender que todas as marcas têm séries regulares, boas e ótimas.

Devo mencionar ainda que não adianta conseguir o instrumento certo e adequado para o seu tipo de som, acertar na escolha da guitarra, e escolher outros equipamentos de má qualidade. Por isso sempre indico [os cabos da] Datalink, porque você sempre vai ter a melhor qualidade para o som do seu instrumento.

Conselho para meninas e mulheres que gostam, mas têm receio do caminho solitário de uma guitarrista.
O primeiro é que, independentemente de críticas e comentários machistas, vale a pena insistir no caminho se é o que se quer. Nunca desanime. Daí vem a importância do coletivo, de estarmos juntas e unidas.

É muito interessante esse movimento que tem surgido de mulheres se unindo em diversas áreas, mas na música também e entre as guitarristas. No grupo “Jam das Minas”, a gente sempre desabafa sobre algumas coisas que nos afetam por causa de comentários degradantes. Elas compartilham e, se for preciso, vamos no perfil e questionamos.

Temos essa rede de apoio e, na minha opinião, me sinto mais segura tendo essas meninas que a gente se abraça e segue junto.  Essa é uma das melhores coisas que a gente pode fazer – sororidade. É importante não se deixar desanimar por nenhum tipo de comentário. Mesmo que esteja começando a tocar é preciso ter um objetivo, fazer e seguir seu plano e ter paciência, fazendo as coisas com carinho, curtindo o processo com calma. Aos poucos vamos chegando lá.

Uma trilha sonora para a nossa entrevista de hoje, Bruna?
Myself, do Kortza.

The pain opened my ears, I resist

Gave me fight as my craft, I persist

I didn't save my body, I insist

I faced out my pride, I exist

(Da canção Myself)

Como podemos lhe seguir nas redes sociais?
Estou com meus projetos e trabalhos todos publicados sempre no meu perfil no Instagram, @brunaterronigt. E no meu canal do YouTube, @BrunaTerronigt2.

DJ Audrey Willcox: paixão que virou profissão

DJ Audrey Willcox: paixão que virou profissão

Rosângela Ribeiro Gil
Assessoria de Imprensa
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Cristina Camacho
Arte e imagens
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Em nome da nossa parceira DJ Audrey Willcox, a Datalink parabeniza os/as profissionais da cena musical eletrônica global, especialmente a brasileira, no Dia Mundial do DJ, neste 9 de março.

Também conhecido por Dee Jay ou Disc Jockey, o DJ se populariza pelo mundo a partir da década de 1970 com as discotecas. O profissional cria sons eletrônicos fazendo mixagens de músicas e outros sons.

Inicialmente, as mixagens eram feitas com discos de vinil. Mas com a evolução da tecnologia audiofônica, os DJs passaram a criar ritmos musicais com diversas tecnologias – CDs, arquivos digitais (MP3) etc. No Brasil, os DJs iniciaram suas performances com os famosos discos vinis ou bolachas sobre dois toca-discos chamados de Pick Ups Technics MK2. Desde então, é só evolução.

Audrey e seus equipamentos como DJ estão sempre com cabos Datalink. Crédito: Acervo pessoal.

DJ e engenheira
Para celebrar a data de forma muito especial, entrevistamos a DJ Audrey Willcox, do grupo WallBreakers. Como ela mesma diz, vive em duas realidades diferentes, ou paralelas. De segunda a sexta-feira, Audrey trabalha como engenheira civil; nos finais de semana, ela se transforma na DJ que cria “porções mágicas” de sons e batidas. Se no formato social as profissões podem ser diferentes, na concepção elas se aproximam, pois ambas são movidas a desafios, raciocínio rápido e inovações.

Em qualquer profissão é necessário contar com boas ferramentas para realizar suas atividades de forma exemplar e competente. Como engenheira, Audrey tem a sua disposição prumo, esquadro, trena, EPIs (equipamentos de proteção individual), softwares etc.; como DJ ela vai comandar um CDJ e controladoras, usará headphones, mixer, processadores de efeitos e, para que tudo isso tenha qualidade, usará cabos da Datalink para conectar os equipamentos.

Há 20 anos como DJ, Audrey Willcox já se apresentou em muitos palcos importantes no País e em outros países. Alguns deles: Camarote Ferrari – Formula 1, Facebook – Encontro Latino Americano , São Paulo Fashion Week, Casa Cor, D.edge, Virada Cultural, Salão Duas Rodas (Stand Yamaha), Universo Paralello, Evento SBT (Comemoração 25 anos da TeleSena), Confraternização Ernst & Young, Convenção Medley e Sanofi, Diesel Store, Desfile Beira Rio/ Vizanno/Moleca e também na Europa nos clubs Kimika (Castelo Branco/Portugal), Club 8 (Aveiro/Portugal), Zoo Lounge (Porto Portugal) e Estado Novo (Matosinhos/Portugal).

Vamos conhecer um pouco mais da história da nossa DJ, que também fala dos desafios enfrentados pela mulher num espaço ainda majoritariamente ocupado por homens.

Aliás, Audrey Willcox também se desafia duplamente. Na engenharia, de acordo com uma recente pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea), o percentual de mulheres registradas como engenheiras no Brasil corresponde a 19,3% (199.786 mulheres engenheiras) do total de 1.035.103, no País. No mundo DJ, a realidade não é diferente: de acordo com a “female: pressure FACTS survey 2020”, homens compõem em torno de 2/3 da participação na cena musical eletrônica.

Desistir? Nem pensar, vaticina Audrey. Segue o baile! Segue a música, DJ!

Audrey, você pode nos contar um pouco sobre como se deu a origem da data 9 de março em homenagem aos profissionais do DJ?
O Dia Mundial do DJ foi criado em 2002, para homenagear nossos artistas, mas essa data é muito mais que uma homenagem. A intenção é que, neste dia, todo o lucro dos DJs, clubs, sejam destinados para ajudar pessoas enfermas, em situações vulneráveis.

A World DJ Fund Foundation e a organização da Nordoff Robbins Music Therapy se uniram e criaram esta bela ação.

Uma paixão que virou profissão dividida com a engenharia. Crédito: Acervo pessoal.

O que faz um DJ? E como essa manifestação musical vem ganhando espaço no Brasil?
O DJ é o artista responsável por escolher e reproduzir as músicas de um evento. Esse profissional precisa ter o feeling para escolher a música certa para cada momento!

Dentre suas funções, o DJ é responsável por mixar (mesclar) ao vivo as músicas por ele selecionadas, dando uma impressão de continuidade e não deixando que o público perceba que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois as duas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.

Um bom DJ está sempre fazendo pesquisas para ficar atualizado com os lançamentos, mas também com os sucessos do passado, tem coerência nas mixagens e sabe “ler a pista”, para conseguir selecionar os estilos que se encaixam melhor com o perfil de público de cada evento.

Resumidamente, não se pode agradar a todos, mas um bom e experiente DJ trabalha para chegar o mais próximo disso durante sua apresentação.

Você pode nos contar um pouco a sua história como DJ e como é ser uma mulher nesse espaço?
Desde pequena o mundo de DJ e da música me fascina. Comecei a trabalhar com eventos com 14 anos de idade, aos 18 anos já organizava uma balada semanal aqui em São Paulo e meu sócio Sadao Oshiro era DJ. Ele que me ensinou a arte de discotecar e daí em diante essa paixão virou minha profissão.

Hoje divido minha vida profissional em dois mundos completamente paralelos: de segunda a sexta sou engenheira civil e nos finais de semana eu e meu marido Igor Willcox levamos música e alegria para as pistas com nosso projeto WallBreakers.

Apesar de paralelos, esses dois mundos possuem algo em comum: são profissões predominantemente masculinas.

Quando comecei como DJ, há 20 anos, a quantidade de mulheres nesta profissão era ainda menor. E sim, existia muito preconceito (e ainda existe). Estamos sempre sendo “testadas” e precisando “provar” que somos competentes, profissionais e que conquistamos o nosso espaço por mérito.

Ainda é necessário evoluir, mas fico muito feliz em acompanhar a grande quantidade de mulheres incríveis que estão ganhando espaço nessa e em diversas profissões que antes eram ocupadas apenas por homens.

Feliz dia internacional do DJ, em especial para minhas colegas de profissão!

Audrey Willcox: Feliz dia internacional do DJ, em especial para minhas colegas de profissão! Crédito: Acervo pessoal.

Como os cabos da Datalink ajudam os ritmos musicais que aninam o seu público, Audrey?
Possuo um projeto de música eletrônica com o meu marido Igor Willcox. Tocamos em eventos sociais e corporativos por todo o Brasil, chamado WallBreakers.

Neste projeto, usamos vários instrumentos musicais, como tambores, percussão, bateria eletrônica, teclados etc. É um projeto bem diferente e interativo!

Para fazer toda a ligação desses equipamentos tecnológicos, utilizamos os cabos Datalink, que, para nós, sem dúvida alguma, são os melhores cabos que já usamos, pois possuem alta resistência, além de uma qualidade sonora impecável.

Usamos, recomendamos e temos orgulho em ser parceiros de uma marca séria, que preza pela qualidade, como a Datalink.

Cabos de controle da Datalink: a melhor qualidade e segurança

Cabos de controle da Datalink: a melhor qualidade e segurança

A fabricação dos cabos segue regras técnicas rigorosas e utiliza a quantidade correta de cobre.

Rosângela Ribeiro Gil
Assessoria de Imprensa
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Cristina Camacho
Arte e imagens
cristina@

Há 30 anos no mercado, a Datalink oferece, em seu portfólio de qualidade reconhecida pelo mercado, cabos elétricos de controle – utilizados e recomendados para sinalização de equipamentos elétricos, circuitos de comando, cabeamento estruturado, painéis de controle, botoeiras, automação de subestações, usinas geradoras, sistemas microprocessados, ligações de máquinas, entre outros.

O cabo de controle é um modelo específico para a condução de energia elétrica até terminais que são responsáveis pelos comandos de equipamentos e máquinas. Geralmente, os cabos de controle são fabricados para atuarem em ambientes agressivos comuns nas linhas de produção de indústrias, e mesmo em instalações fixas ou móveis (serviços leves).

Por estar diretamente ligado à corrente elétrica, o cabo de controle tem especificações importantes, como possuir condutor de cobre flexível classe 2 e 5, conforme ABNT NBRNM 280, tornando-o apto para trabalhar com tensões de 300 a 1000V e em ambientes com temperatura de até 70°C. Por isso, entre as várias vantagens do cabo de controle, destacam-se: excelente flexibilidade; resistência à umidade e a alguns produtos químicos; resistência também aos efeitos do raio solar; antichama etc.

Para cumprir seu objetivo com a segurança necessária, a fabricação dos cabos de controle segue normas rigorosas para que não ofereçam riscos ao mercado consumidor do material. Por isso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) tem a NBR7289/2014 que especifica os requisitos mínimos de desempenho para cabos de controle multipolares com condutor de cobre, isolados com polietileno termoplástico (PE) ou policloreto de vinila (PVC), para tensões até 1 kV, com cobertura.

O perigo dos cabos desbitolados
É sempre bom reafirmar que um tipo de cabo como esse, precisa seguir, à risca, as normas técnicas e entregar realmente o que diz estar no produto.

Os cabos de controle elétricos devem possuir uma determinada quantidade de cobre para cada bitola. As bitolas, chamadas tecnicamente de seções nominais, referem-se à área de um fio elétrico, ou a espessura do fio. Se esta for menor que o ideal, o sistema elétrico corre o risco de ficar sobrecarregado, com consequências indesejáveis.

É a quantidade de cobre que vai conferir e garantir ao cabo a capacidade de condução em amperes, sem o risco de sobrecarga. Por isso, não se pode buscar economia vendo apenas o preço dos cabos de controle, porque eles podem ter quantidade insuficiente de cobre. É o que o mercado define como “cabo desbitolado”, aquele que tem menos cobre (menor bitola) do que indicado em sua gravação ou do que foi solicitado no momento da compra. A quantidade suficiente de cobre é importante para atender à corrente para a qual foi adquirido.

O cabo desbitolado, além de não atender às normas de segurança, ocasiona o aquecimento e a deterioração do isolamento. Ele causa, num primeiro momento, o aumento do consumo de energia elétrica, mas, depois, pode causar até um curto-circuito e incêndio.

Como explica a gerente de Vendas da Datalink, Elizangela Cristina das Neves, “vamos supor que o cliente quer o cabo 2×1,5mm². Ele faz uma cotação e encontra um valor mais barato, que traz a gravação de 2×1,5mm². Todavia, quando se vai medir o cabo não tem aquele valor especificado, mas 2×1,3 ou até menos. Ou seja, são os cabos com menos cobre, que chamamos de desbitolados”.

Isso acontece, prossegue Neves, porque o cobre é o principal custo dos cabos de controle. “É uma forma desleal e perigosa de ganhar os pedidos. Uma atitude que a Datalink rechaça totalmente. Primamos pelo respeito, transparência e qualidade. O que o nosso produto diz entregar é o que realmente está embarcado nele”, destaca a gerente. Ela endossa: “Na Datalink, não temos cabos desbitolados, mas cabos de controle de altíssima qualidade e segurança.”

Para saber mais sobre os cabos de controle, características, valores, entre em contato com o Canal de Vendas da Datalink, de segunda a quinta-feira, das 8h às 18h, e às sextas-feiras, das 8h às 17h, clique aqui para ver os telefones e e-mails da nossa equipe.

Qualidade e segurança
Os cabos de controle da Datalink levam a marca da qualidade, com certificação adequada que garante atender ao projeto do cliente de forma satisfatória e segura. Segurança e qualidade asseverada por nossos clientes que têm à disposição um portfólio de condutores elétricos adequados a projetos diferenciados.

Outro ponto diferenciado que garante a marca Datalink é atender aos clientes em todo o Brasil de forma ágil e segura. Para tanto, contamos com uma equipe de vendas preparada para o melhor atendimento, que vai entender suas necessidades de projeto, prazo e custos.

Confira a nossa linha completa

Os cabos de controle da Datalink. Crédito: Cristina Camacho.

Cabos de controle Controlflex fita de cobre
Fita de cobre nu – Cabos utilizados para sistemas de controle, comando, sinalização e acionamento de equipamentos elétricos industriais em instalações aonde se quer proteção contra interferências, ruídos e campos magnéticos. Este tipo de blindagem propicia uma boa resistência mecânica.

Cabos de controle Controlflex sem blindagem
Cabos utilizados para sistemas de controle, comando, sinalização e acionamento de equipamentos elétricos industriais.

Cabos de controle Controlflex BC – blindagem coletiva
Blindagens de fita de poliéster mais alumínio e dreno (corda de cobre estanhado). Esse tipo de blindagem confere uma proteção contra cargas eletrostática onde são escoadas pelo condutor dreno ao aterramento da instalação.

Cabos de controle Controlflex TC e TS – blindagem com trança de cobre nu ou estanho
Blindagens com Tranças – São indicados para ambientes a onde há indução de correntes mais elevadas conferindo ao cabo uma proteção extra protegendo os condutores internos contra essas interferências. Apresentam resistência mecânica mais elevada comparado as blindagens com fita de alumínio.

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