Qual o futuro do profissional de RH?

Qual o futuro do profissional de RH?

A área de Recursos Humanos precisa estar atenta a cada novo paradigma ou ciclo social e produtivo e gostar de pessoas.

Embu das Artes (SP), sexta-feira, 2 de junho de 2023 – Neste 3 de junho, para celebrar o Dia do Profissional de Recursos Humanos, a Datalink – fabricante brasileira de cabos e conectores de alta performance – parabeniza profissionais de uma área que está em constante crescimento e agrega diferentes desafios e responsabilidades ao longo do tempo. A assistente de RH da empresa, Florance dos Santos Reis, carinhosamente chamada de Flor, fala sobre a estruturação e atuação do departamento.

Florance dos Santos Reis, da área de RH da Datalink. Crédito: Cristina Harms Camacho.

A assistente de RH da Datalink explica que o trabalho é desenvolvido sempre com muita ‘escuta’ e resiliência. “Todas as informações são compartilhadas e resolvidas em consenso dentro da equipe da área. Junto a isso, o nosso aprendizado é constante, pois todos os dias praticamente temos leis, decretos, códigos e procedimentos novos ou atualizados”, informa e arremata: “É um trabalho muito desafiador, mas recompensador pelos resultados alcançados.”

Conforme ela, “lidamos com pessoas e suas histórias de vida, que carregam especificidades, dores, traumas. Portanto, o que define a nossa conduta, enquanto profissionais de RH, é o cuidado e o respeito”.

Primeiros passos do RH no mundo
A área de Recursos Humanos, ou simplesmente RH, surgiu na passagem entre os séculos XIX e XX com os primeiros sinais da segunda Revolução Industrial. Nesse início, seu nome era Relações Industriais e estava ligada diretamente às relações que envolviam empregador e empregado.

Nessa perspectiva, o setor surge para acompanhar um evento histórico responsável por grandes transformações na maneira em que vivemos, agimos, pensamos e principalmente produzimos. Uma característica que se mantém até os dias de hoje.

Nos tempos atuais, o RH também sente e gere as mudanças sociais e tecnológicas, como a era digital e o fenômeno das redes sociais, dentro dos ambientes laborais.

Do analógico aos tempos digitais
Se antes as funções do RH eram mais administrativas e burocráticas, como supervisionar a produtividade dos funcionários, hoje ela está no ‘olho do furacão’ com tantas transformações sociais, normas empresariais e públicas mais rígidas – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), políticas de governança corporativa e práticas associadas à ESG (acrônimo em inglês de Environmental, Social and Corporate Governance; em tradução para o português governança ambiental, social e corporativa), entre outras.

O profissional de RH vive também a transição ou o impacto de um mundo que era quase todo analógico para os tempos digitais. “Somos uma empresa inovadora e estamos nós modernizando cada dia mais, isso inclui os processos de RH e o contato com os colaboradores o que faz com que tenhamos uma proximidade e interação mais dinâmica. Temos usado a tecnologia a nosso favor em nossas avaliações e comunicações internas”, informa Florance dos Santos Reis.

Para acompanhar as mudanças e tendências, Florance dos Santos Reis informa que a Datalink está atenta a tudo, “estamos em atualização de procedimentos constantemente”, assegura. Por isso, o RH se firma como uma estrutura indispensável para o futuro da empresa, ela diz: “Diante dos desafios sociais e econômicos, elaboramos planos de capacitação, orientação e inclusão dos colaboradores. Na nossa integração com os novos colaboradores, inclusive, fazemos um treinamento que inclui orientação sobre o fit cultural da empresa e estratégia de mercado.”

Desenvolvimento de talentos
A política de RH tem se mostrado eficiente, ao longo dos 30 anos da Datalink, defende Flor. “Não temos um turnover alto e acredito que seja decorrente do nosso método de avaliação 360 realizada semestralmente, onde o colaborador tem uma avaliação individual e uma conversa com o seu líder”, explica a profissional de RH da empresa.

Métodos, inclusive, que podem ser comprovados na prática, já que a fabricante tem colaboradores com tempo de casa longo, como 25, 17, 15 e 13 anos. “Isso permite”, analisa Flor, “que esse colaborador experimente um desenvolvimento profissional e de habilidades técnicas e comportamentais. Temos casos de jovens que entraram como ajudantes ou sem uma graduação ou profissão definida e, hoje, são engenheiros, técnicos, coordenadores, gerentes etc.”. Na outra ponta, a empresa também está aberta à contratação de novos talentos, “medida que proporciona uma relação positiva intergeracional”, diz.

Ainda dentro da preocupação com o desenvolvimento profissional e pessoal, a Datalink, informa Flor, mantém uma sala de aula com estrutura adequada, como computadores e internet, dentro da fábrica, para que o colaborador possa estudar, fazer cursos e ter oportunidades de aperfeiçoamento.

Entrevista especial
O futuro da profissão de RH

Headhunter Marismar Malara: o profissional de RH precisa gostar de pessoas. Crédito: arte Cristina Harms Camacho.

A Datalink, ainda como homenagem aos profissionais de RH, entrevistou a headhunter Marismar Malara sobre tendências da profissão que deve se manter analógica, mas deve e vai ter de incorporar práticas introduzidas pela digitalização telemática. “Hoje temos ferramentas ligadas à machine learning ou inteligência artificial que aceleram processos seletivos e de avaliação. Mas nada substitui o contato humano, o olho no olho”, afirma.

Marismar Malara é formada em Gestão de Recursos Humanos, Administração de Empresas, tem especialização Gestão de Projetos, pós graduação em Marketing e Branding e MBA em Gestão de Pessoas.

Experiência generalista em Recursos Humanos, com aproximadamente 10 anos de atuação em diversos subsistemas da área, Malara atuou em cargos administrativos e de gestão, realizando atividades estratégicas, de departamento pessoal e gestão de pessoas. Hoje, ela é Tech Recruiter de uma startup brasileira.

Qual a importância da profissão para uma organização, instituição etc. e também para os próprios colaboradores e/ou empregados?
O RH é uma área estratégica. Geralmente ela é que define as melhores práticas e processos para atender tanto às pessoas quanto à necessidade da empresa. Esses dias, inclusive, vi uma postagem da [consultora de carreiras] Paula Boarin, em que dizia que o RH é um ‘cachorro de dois donos'. Porque o papel do RH é ser um intermediador para atender aos interesses e demandas da empresa e das pessoas que trabalham nela.

Mas também existe uma certa idealização e, em alguns casos, até a romantização dos profissionais dessa área, como se eles não pudessem errar de forma alguma e, por isso, acontecem as frustrações.

É preciso compreender que todos que fazem parte de uma empresa estão sujeitos às regras dessa organização, definições estratégicas e os objetivos da empresa são feitos pela alta gestão. Todos os envolvidos precisam caminhar na mesma direção para se obter sucesso nos negócios.

Então, definiria o profissional de RH como parte fundamental para o desenvolvimento das pessoas e crescimento das organizações. Com a correta atuação desses profissionais é possível criar um bom ambiente de trabalho, com regras definidas e atendimento de necessidades de todos os envolvidos na relação de trabalho.

A profissão também está se transformando de uma atuação mais analógica, podemos dizer assim, para o tempo digital atual. Como o profissional de RH se ressignifica nesse cenário?
Esse caminho não tem volta. A tendência é que cada vez mais se automatizem processos operacionais – do ‘chão de fábrica’ ao escritório. O que causa um pouco de incomodo, principalmente na experiência das pessoas, é a falta do contato humano em alguns processos que hoje já estão sendo automatizados. Ou seja, quando falamos de recrutamento e seleção de grandes empresas, é impossível fazer triagem de grandes quantidades de currículos sem a ajuda de sistemas inteligentes.

Não existe outro caminho se não nos qualificarmos para atender às novas demandas de mercado. A palavra que melhor define um profissional de Recursos Humanos é adaptação.

De tempos em tempos, vivenciamos revoluções industriais e tecnológicas, então precisamos estar sempre antenados para conseguir acompanhar as diferentes demandas que vão surgindo.

Nem tudo são flores na digitalização, sabemos disso. O que vem para ajudar também pode criar problemas. Já se fala, por exemplo, em burnout digital.
Burnout digital ou esgotamento digital é um estado de exaustão física, mental e até emocional, causado pelo excesso de uso de dispositivos eletrônicos, como computadores, smartphones, tablets etc.

Segundo uma pesquisa da Mckinsey, desde a pandemia da Covid-19, a adoção de tecnologias de digitalização e automação se acelerou muito. Nesse período, por conta de todas as restrições, as empresas e consumidores foram forçados a mudar seus hábitos. Isso fez com que as empresas acelerassem muito a implementação de novas tecnologias e ferramentas que permitiam a interação digital e a colaboração entre os funcionários e até a interação com os clientes nesse ‘novo normal’.

O excesso de informações, redes sociais, fake news, e até as novas inteligências artificiais [IAs] generativas, como o ChatGPT, podem ser um problema quando não se tem orientação de como trabalhar com isso.

E esse é mais um dos papeis do RH, desenvolver e implementar programas de qualidade de vida e segurança no trabalho para prevenir ‘acidentes digitais', como o burnout digital.

A profissão é quase um farol e um radar das transformações culturais e sociais. Como o RH deve mostrar que discriminação racial, de gênero, de credo, contra o PCD etc. não são naturais, mas construções da sociedade?
Tudo se transforma, para o bem, com a educação. O preconceito só existe quando você desconhece algo, e isso, muitas vezes, gera medo ou insegurança. A única forma de combater é com orientação e conhecimento.

O profissional de RH, antes de tudo, deve gostar de pessoas e entender que cada ser humano é um mundo de possibilidades, com virtudes, defeitos, medos, inseguranças, sonhos e vontades.

Gostar de pessoas e respeitá-las em sua totalidade, faz com que o profissional consiga identificar que um mundo plural é muito mais completo, feliz, competitivo e até lucrativo. Um mundo sem pluralidade nunca existiu, ele é artificial, por isso gera tantos dissabores, dores e discriminações.

Não há respeito quando existe desinformação. O único caminho é a educação. Essa é a palavra-chave!

O papel do RH em promover essa conscientização é fundamental, com programas de treinamento, processos inclusivos, programas que abracem a diversidade, adaptações necessárias, acessibilidades diversas etc.

E o RH diante do fenômeno das redes sociais?
Toda experiência, seja ela boa ou ruim, sempre nos ensina algo. A velocidade com que informações falsas são disseminadas, o crescimento das inteligências artificiais que conseguem fazer vídeos ou fotos falsas circularem, a alienação e a desinformação geradas, enfim, também vão aparecer, de alguma forma, nos ambientes de trabalho.

Se puder dar uma dica aos leitores, diria somente para cuidarem da imagem que querem passar. Uma vez na rede, o mundo todo tem acesso aquele conteúdo. No final das contas, você é um cartão de visitas da empresa que trabalha ou gostaria de trabalhar. Aqui vale o ditado popular de que ‘uma imagem vale mais do que mil palavras'.

Por outro lado, a rede social se tornou uma ferramenta para os profissionais de RH. Por ela, podemos fazer o recrutamento de profissionais. Como Tech Recruiter, consigo encontrar pessoas no LinkedIn, Github, Grupos no Facebook, Instagram, Telegram, entre outras.

A profissão de RH tem futuro?
Sem dúvidas! Não avalio a tecnologia como inimiga, ela realmente vai nos auxiliar em muitas atividades e tarefas, mas precisamos aprender a trabalhar com ela e usá-la com sabedoria. Usá-la a favor, e não contra.

O tato e o contato humano serão ainda mais valorizados no futuro e no final das contas essa é a maior atribuição do profissional de Recursos Humanos: saber trabalhar com pessoas, entender suas particularidades, necessidades, promover qualidade de vida, entre outras coisas.

Ouso dizer que, no futuro, os profissionais que tenham esse feeling serão muito mais valorizados. Apesar de amarmos a praticidade na realização das tarefas, nada substitui o olho no olho, perceber o brilho nos olhos, uma boa conversa e um abraço afetuoso.

Datalink: a história de uma empresa brasileira de sucesso

Datalink: a história de uma empresa brasileira de sucesso

Neste 25 de maio, Dia Nacional da Indústria, trazemos a jornada de uma das principais fabricantes de cabos de radiofrequência (RF), áudio e controle do País.

 

Embu das Artes (SP), 23 de maio de 2023 – A Datalink tem bons motivos para celebrar, neste 25 de maio, o Dia Nacional da Indústria. Em 2023, a fabricante de cabos e conectores alcançou a marca de 30 anos de atividades ininterruptas e em constante expansão. Criada um ano antes do Plano Real, no auge de uma hiperinflação (40% ao mês) e às vésperas da globalização da economia mundial, a empresa nasce sob o signo de grandes desafios, internos e externos.

Vista da área de produção do Complexo Industrial de Embu das Artes. Crédito: Cristina Harms Camacho.

Ao invés de ver (apenas) a crise, os fundadores da empresa perceberam a oportunidade que se avizinhava e criaram a empresa, inicialmente fornecedora de cabos coaxiais montados para equipamentos de VSAT [sigla em inglês de Very Small Aperture Terminal], sistema de comunicação muito usado, à época, para interligar agências bancárias aos centros de processamento de dados dos bancos. Eles provaram que o planejamento rigoroso e boa dose de resiliência são bons conselheiros numa empreitada empresarial.

Vindos de experiências profissionais exitosas na área da engenharia, os precursores da Datalink largaram carreiras promissoras no mesmo momento em que o Brasil dava os primeiros passos na instalação dos sistemas de telefonia celular. A sagacidade em observar as oportunidades e transformá-las em negócios viáveis está na origem da empresa. 

Depois de alguns desencontros e dificuldades naturais, o primeiro cliente chegou e era do segmento de comunicação via satélite. Como lembra Ademar Kin, à época engenheiro de telecomunicações de empresa pioneira no segmento de comunicação via satélite do País: “Estávamos à procura de um adaptador de cabos coaxiais de RF [radiofrequência] com baixa perda e alta qualidade. Fizemos uma pesquisa com empresas estrangeiras e quem nos atendeu plenamente foi a jovem Datalink. Podemos dizer que a primeira fase de telecomunicações via satélite contou com o auxílio da Datalink.”

Histórico da data

João Coelho, sócio-diretor da Datalink, reforça valor da empresa pela qualidade. Crédito: Cristina Harms Camacho.

Comemorado, anualmente, em 25 de maio, o Dia Nacional da Indústria tem como objetivo evidenciar a importância do setor à economia brasileira. A data foi instituída, em 1958, em memória a Roberto Simonsen que faleceu em 25 de maio de 1948, como forma de ressaltar a importância do desenvolvimento industrial para o País.

Simonsen foi um dos fundadores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e brilhante estrategista que começou vendendo café em Santos. “Ele realmente acreditou na capacidade de o País ter um parque industrial robusto com talentos genuinamente brasileiros e preparados para inovações de processos e de produtos”, elogia o sócio-diretor da Datalink, João Coelho, que entrou na sociedade em 2003.

Segundo dados da Fiesp, até 2021 o setor industrial respondia por 20,4% do PIB nacional, por quase 70% exportações (69,2%), 1/3 dos tributos federais, 2/3 dos investimentos em pesquisa e o setor privado era responsável por empregar, diretamente, quase 10 milhões de pessoas.

Superação de paradigma e expansão
A idade média de empresas no Brasil, até 2018, ou seja, antes mesmo da pandemia da Covid-19, era de 12 anos, aproximadamente; e cerca de 80% delas desapareciam antes de completar dez anos de atividades. O dado é da pesquisa Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada no segundo semestre de 2021. Um paradigma, ressalta João Coelho, superado com muito esforço pela Datalink.

Para ele, é motivo de muito orgulho fazer parte da história da indústria nacional e contribuir com o desenvolvimento de tecnologias, a implantação de inovações e, o mais importante, a geração de empregos e o incentivo aos talentos brasileiros.

Nesses trinta anos, a Datalink se planejou para ampliar, com excelência, seu portfólio de produtos e serviços. Para tanto, expandiu a sua infraestrutura fabril e, principalmente, aprimorou a capacitação técnica dos seus colaboradores, responsáveis por inúmeras inovações incrementais e disruptivas da empresa.

Da primeira sede numa casa alugada no bairro de Campo Belo, passando para uma casa maior em Santo Amaro, ambas na capital paulista, até a inauguração, em 2013, do complexo industrial em Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo, a Datalink comprou equipamentos modernos, incorporou novas tecnologias para atender às demandas do mercado interno e também externo.

Crédito: Acervo pessoal.

Em pleno vigor, a Datalink mantém crescimento permanente e vem lançando, nos últimos 15 anos, produtos inovadores e confiáveis, com alto rendimento, para diferentes mercados, como agronegócio, setor produtivo, áudio-vídeo profissional, pesca profissional, sistemas de alarme de incêndio até aceleradores de elétrons, como a maior e mais complexa infraestrutura científica brasileira, o projeto Sirius.

A persistência e a visão de futuro dos três sócios-diretores da empresa, juntamente com o empenho dos seus colaboradores – principal ativo da Datalink – estão propiciando à empresa colher os frutos e fazendo-a crescer de forma robusta ano após ano na última década, especialmente.

Coelho cita, entre outros, alguns desses momentos da empresa: em 2003, início da produção de cabos coaxiais, que logo se tornaram referência nacional; em 2005, ampliação e diversificação da linha de produtos e dos mercados atendidos, e também homologação pela Times Microwave Systems para a fabricação de cabos coaxiais LMR; em 2013, os cabos e conectores da empresa chegam ao agronegócio, à automação industrial e predial, ao setor automotivo, à área de estética e saúde; em 2015, se dá o início da produção de cabos de sonorização, que vão levar inovação e qualidade para o mercado musical e artístico brasileiro, e a conquista da certificação internacional ISO 9001, de sistema de gestão de qualidade.

Outro marco importante na história da Datalink, destaca Coelho, foi em 2018, quando a empresa forneceu cabos e conectores para a maior e mais complexa infraestrutura científica do Brasil, o acelerador de elétrons Sirius, do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP). “Foi incrível ver o engajamento de toda a equipe da empresa para fazer esse atendimento, inclusive com nossa equipe técnica acompanhando a instalação dos cabos no acelerador”, orgulha-se Coelho.

O esforço rendeu projeção internacional, pois o CNPEM recomendou os cabos da empresa à agência governamental australiana Australian Nuclear Science and Technology Organisation (ANSTO), o que vem acontecendo até os dias atuais.

Inovação disruptiva na pandemia
Para fazer frente à crise sanitária da Covid-19, que impôs restrições, a Datalink inovou para manter contato com os clientes ao criar o tour virtual ao vivo por todas as instalações da fábrica.

A visitação em tempo real compreende um complexo de 26 câmeras com tecnologia Full HD, que garante maior nitidez e definição de imagem, ao longo de mais de cinco mil metros quadrados de área construída que englobam os setores administrativo e operacional da empresa.

A Datalink inovou ao construir uma nova forma de se relacionar com os seus clientes e representantes comerciais. É uma inovação difícil de ser copiada, pois não se trata apenas da instalação de câmeras. Foi necessário ‘reinventar’ o processo de fabricação de cabos, baseado na filosofia de que qualidade não se controla, fabrica-se.

Engenheiro Edson Borges: empresa se reinventou para continuar produzindo na pandemia. Crédito: Cristina Harms Camacho.

O engenheiro Edson Borges, gerente de Tecnologia e Inovação da empresa, confirma que a inovação implementada é muito mais do que instalar câmeras em alguns setores do complexo industrial da empresa. “A concepção é totalmente diferente, por exemplo, de câmeras de vigilância”, compara. O tour trabalha com a ideia de fazer com que o visitante consiga entender como funciona a produção, certifique-se da qualidade da matéria-prima utilizada e entenda os valores da empresa.

Além da parte técnica e física, que envolveu os setores de manutenção para instalar as câmeras e de tecnologia da informação (TI) para operar a parte de acesso, permissão e instalação de software, “trabalhamos numa concepção cultural, ou seja, na criação de um roteiro com começo, meio e fim com foco na experiência do cliente ou visitante”, diz Borges.

O roteiro tem como base a transparência, afirma o engenheiro: “Para uma empresa que tem uma tradição de excelência de 30 anos no mercado brasileiro, trabalhou-se com a nossa melhor ‘matéria-prima’, a qualidade, fruto direto das nossas relações com os clientes.”

Projetos
A Datalink prossegue com o objetivo de entregar o melhor produto em cabos e conectores para os diversos segmentos econômicos e de serviços, do mercado nacional e internacional. “Isso significa dizer”, explica o sócio-diretor João Coelho, “manter foco na inovação, em novos produtos, vendas e pós-venda e na qualificação e valorização constantes de toda a equipe”.

Equipe em frente à placa com mensagem que norteia a produção da Datalink. Crédito: Cristina Harms Camacho.

Ele complementa: “O que nos diferencia nesse mercado é a qualidade embarcada nos nossos produtos, da matéria-prima utilizada com certificação comprovada e ilibada, da área fabril, dos testes de qualidade que fazemos, da logística de entrega até o acompanhamento pós-venda. A Datalink tem um sentido global, das pranchas da engenharia ao ‘chão de fábrica’.”

Para comemorar as três décadas de atividades ininterruptas, a empresa lançou revista eletrônica com toda a trajetória, de 1993 até os dias atuais. Para acessá-la, clique aqui.

Sobre a Datalink
A Datalink é uma das principais fabricantes de cabos e conexões de comunicação e controle para aplicações industriais, agrícolas e smart cities. Empresa brasileira cujo portfólio de produtos atende diversos segmentos econômicos, entre eles: agronegócio, automação industrial e predial, automotivo, energia solar, estética, saúde, sonorização e telecomunicações. A história da Datalink lembra histórias de empresas como Embraer, Embrapa, Petrobrás e Weg, entre outras, que mostra a capacidade industrial e competência da engenharia brasileira. A qualidade, a excelência e a segurança dos seus produtos são a marca da Datalink criada em 1993 e com seu complexo industrial instalado em Embu das Artes (SP). Mais informações em www.afdatalink.com.br.

Informações para a imprensa
Assessoria de Imprensa Datalink
Rosângela Ribeiro Gil
imprensa@
(13) 99712-8067

Datalink presente na primeira fase brasileira de telecomunicações via satélite

Datalink presente na primeira fase brasileira de telecomunicações via satélite

Engenheiro de telecomunicações fala sobre a inserção da empresa no setor, na década de 1990.

 

Embu das Artes (SP), 17 de maio de 2023 – O Dia Mundial das Telecomunicações, comemorado neste 17 de maio, é uma data importante para a Datalink. A empresa nasceu no início da década de 1990, ou seja, no período em que o Brasil dava passos significativos nas telecomunicações via satélite. Comemorada pela primeira vez em 1969, a data faz referência ao dia de fundação da União Internacional de Telecomunicações (UIT), ocorrido em 1865. Em 2005, a Organização das Nações Unidas declarou o 17 de maio também como o Dia Mundial da Sociedade da Informação e, em 2006, ambas as celebrações foram unificadas.

A procura por um adaptador de cabos coaxiais de RF (radiofrequência) com baixa perda e alta qualidade fez os caminhos do engenheiro de telecomunicações Ademar Kin e dos engenheiros fundadores da Datalink se cruzarem há 30 anos exatamente. “Os cabos eram para uma empresa pioneira no segmento de comunicação via satélite, cujos donos eram o Banco Bradesco e a Rede Globo”, lembra Kin. “Podemos dizer que a primeira fase de telecomunicações via satélite começou com a Vicom e o auxílio da Datalink”, acrescenta.

Kin, hoje, é engenheiro de projeto e vendas da Mareste Equipamentos e Serviços de Telecomunicações, provedora de acesso à internet via satélite para o mercado marítimo. “Provemos o link de comunicação via satélite por meio de antenas estabilizadas e robotizadas que ficam em cima dos navios. Elas rastreiam o satélite automaticamente, independente da movimentação do navio. Essas antenas mantêm o “trackeamento” do satélite”, explica.

Para Ademar Kin, o que faz a Datalink se manter firme e em crescimento é a qualidade dos cabos. “Esse realmente é o diferencial da empresa. Quem precisa de cabos de alta performance e durabilidade tem apenas um endereço de encomenda, a Datalink”, elogia.

Confira, a seguir, a entrevista.

Como acontece o início da sua relação com a Datalink, que tem o mesmo tempo vida da empresa?
Em 1993, quando da fundação da empresa, trabalhava numa outra empresa de telecomunicação via satélite que se chamava Vicom – pioneira no segmento de comunicação via satélite, utilizando o sistema chamado VSAT. Os donos da empresa Vicom eram o Banco Bradesco e a Rede Globo, duas maiores empresas do Brasil à época e as maiores consumidoras de links satelitais. Elas decidiram criar uma empresa própria para fazer a gestão.

Na implementação do primeiro sistema da VSAT, tivemos um problema técnico que não foi solucionado pela empresa provedora da tecnologia nos Estados Unidos. Tivemos de procurar nas empresas locais. Era um adaptador de cabos de RF com baixa perda e alta qualidade, denominado cabo jumper. Dentre essas empresas, inclusive multinacionais instaladas no Brasil, encontramos a Datalink.

A empresa atendeu ao nosso desafio de nos fornecer um cabo jumper de alta performance com baixa perda e baixo retorno. Foi a única empresa aprovada e começamos a fazer compras em larga escala e grande volume. Podemos dizer que a primeira fase de telecomunicações via satélite, no Brasil, começou pela Vicom com o auxílio da Datalink. Foi a única empresa aprovada no quesito qualidade em relação a esse tipo de cabo.

O senhor acompanhou a evolução da Datalink também. Pode nos falar dela?
Sim, acompanhei praticamente todos os estágios de evolução da empresa. E começa quando eles forneciam cabos de RF nacionalizados do tipo CellFlex, de baixíssimas perdas destinados para links de microondas. Nessa fase, eles faziam a importação de cabos.

Depois, foi o início da fase industrial, quando começaram a comprar equipamentos sofisticados e modernos, como as extrusoras para a fabricação dos próprios cabos primando pela qualidade de alto nível.

Como o senhor vê a Datalink, com uma trajetória empresarial consolidada de 30 anos, daqui para frente?
Acredito que a empresa esteja realmente conectada ao futuro não só do Brasil, mas mundial, quando temos um mundo cada vez mais impactado pelas tecnologias de informação e comunicação [TICs].

Por isso, faço uma observação de que o futuro das telecomunicações via satélite está num momento de muitas e profundas mudanças, quando vemos Elon Musk [CEO da Tesla] trazendo uma constelação de satélites. Ou seja, ele promete revolucionar o que temos até agora, portanto, precisamos observar essas inovações e saber como nos unir a essa nova perspectiva.

Se a Datalink conseguir uma aproximação com a tecnologia que ele [Musk] está desenvolvendo, pode ser um caminho. Sei que a Datalink é flexível, aberta para o mercado na área de confecção de cabos em geral.

Então, acredito que a empresa já está pensando numa estratégia de mercado para estar inserida nessas mudanças tecnológicas digitais. E, com a qualidade como principal valor, vão continuar crescendo mesmo com a mudança da tecnologia que está acontecendo neste momento.

Datalink lança revista com sua trajetória de 30 anos

Datalink lança revista com sua trajetória de 30 anos

Com foco em sustentabilidade empresarial e excelência em qualidade, a empresa se consolidou no mercado nacional e se projeta em vendas internacionais.

 

Embu das Artes, 4 de maio de 2023 – A Datalink, empresa brasileira que atende ao mercado de cabos e conectores, completou, em março último, 30 anos de atividade ininterrupta. Uma marca que traz muito orgulho para toda a equipe da empresa, dos fundadores aos profissionais dos diversos setores e departamentos – administração, desenvolvimento, engenharia, inovação, apoio e operação.

Um acontecimento para ser comemorado e contado desde os primeiros passos da empresa, em 1993. Criada um ano antes do Plano Real, no auge de uma hiperinflação (40% ao mês) e às vésperas da globalização da economia mundial, a empresa nasceu sob o signo dos grandes desafios, internos e externos.

Para mostrar essa história como exemplo de empreendedorismo e de resiliência, a empresa lança a revista eletrônica “Datalink – 30 anos”. Com mais de 50 páginas, projeto gráfico e diagramação modernos, a publicação traz, ainda, recursos digitais para interação com outras mídias, como vídeos de artistas da cena musical brasileira que utilizam os cabos de sonorização da Datalink.

A publicação traz uma linha do tempo de 1993 a 2023, que historiciza desde o crescimento das instalações fabris – de casas alugadas em bairros paulistanos até a construção de seu complexo industrial em Embu das Artes; a aquisição de novos equipamentos; a introdução de modernos processos de produção e tecnologias; a expansão de mercado com novos produtos; a implementação de inovações; a qualificação da equipe etc.

A empresa nasceu como fornecedora de cabos coaxiais montados para equipamentos de VSAT [sigla em inglês de Very Small Aperture Terminal], sistema de comunicação muito usado, à época, para interligar agências bancárias aos centros de processamento de dados dos bancos.

Como lembra o engenheiro de telecomunicações Ademar Kin, em entrevista especial, a Datalink participou da primeira fase de telecomunicações via satélite no País: “Estávamos à procura de um adaptador de cabos coaxiais de RF [radiofrequência] com baixa perda e alta qualidade. Fizemos uma pesquisa com empresas estrangeiras e quem nos atendeu plenamente foi a jovem Datalink. Podemos dizer que a primeira fase de telecomunicações via satélite contou com o auxílio da Datalink.”

A publicação traz artigos assinados por especialistas e profissionais reconhecidos no mercado e no mundo acadêmico. Um dos artigos fala sobre a boa perspectiva da Datalink à luz da gestão moderna para os próximos anos. Outra contribuição é do professor Leopoldo Yoshioka, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), para quem o sucesso da empresa mostra o protagonismo da engenharia brasileira. O docente José Roberto Cardoso, da mesma instituição, escreveu artigo mostrando que a receita de sucesso da Datalink combina sólidos valores humanos e empresariais.

Em artigo, a engenheira Ambiental e Sanitarista Marcellie Dessimoni, gerente Executiva da ESG ACRIQ e Conselheira Titular do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo (Crea-SP), destaca que a disrupção e a inovação geram sucesso e que a engenharia nacional está preparada para promover e garantir esses saltos de desenvolvimento tecnológico.

Equipe Datalink nas instalações fabris do complexo industrial de Embu das Artes. Crédito: Cristina Harms Camacho.

A edição conta, ainda, com os testemunhos especiais de quem acompanhou o nascimento, o crescimento e a consolidação da empresa ao longo das três décadas. Um dos casos mais emblemáticos da filosofia (ou fit cultural) da Datalink de alinhar e garantir o crescimento profissional de seus colaboradores junto à empresa, é o do engenheiro Edson Borges. Ele entrou na empresa aos 20 anos de idade, em 1998, como auxiliar de produção, hoje ele é o gerente de Tecnologia e Inovação da empresa. Outros colaboradores, dos mais antigos aos mais recém-contratados, deram seus depoimentos sobre a Datalink como empregadora, oportunidades de estudo, desenvolvimento de carreira e ambiente laboral.

Matérias especiais trazem a relação empresarial de respeito e qualificada entre a Datalink e clientes, a exitosa experiência do consumidor – do atendimento ao mercado de telecomunicações, agronegócio, ciência, saúde ao de sonorização.

O propósito da revista é contar uma experiência brasileira que combina sonho, empreendedorismo, engenharia e outros saberes técnicos, colaboradores, qualidade e perseverança. Tudo realizado, e continua sendo, acreditando-se no potencial e nos talentos nacionais. Que os 30 anos da Datalink inspirem outras histórias e trajetórias no País.

Para fazer o download da revista digital, acesse: www.afdatalink.com.br/Revista30anos.

Sobre a Datalink
A Datalink é uma das principais fabricantes de cabos e conectores de alta qualidade e performance de comunicação e controle para aplicações industriais, agrícolas e smart cities. Empresa brasileira cujo portfólio de produtos atende diversos segmentos econômicos, entre eles: agronegócio, automação industrial e predial, automotivo, energia solar, estética, saúde, sonorização e telecomunicações. A história da Datalink lembra histórias de empresas como Embraer, Embrapa, Petrobrás e Weg, entre outras, que mostra a capacidade industrial e competência da engenharia brasileira. A qualidade, a excelência e a segurança dos seus produtos são a marca da Datalink criada em 1993 e com seu complexo industrial instalado em Embu das Artes (SP). Mais informações em www.afdatalink.com.br.

Informações para a imprensa
Assessoria de Imprensa Datalink
Rosângela Ribeiro Gil
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Datalink participa de feira de sonorização Conecta 2023 com cabos de alta performance

Datalink participa de feira de sonorização Conecta 2023 com cabos de alta performance

Evento acontece de 9 a 11 de maio, na capital paulista, e é exclusiva para o varejo de áudio, instrumentos musicais e iluminação.

Embu das Artes, 25 de abril de 2023 – A Datalink participa da Conecta 2023, de 9 a 11 de maio próximo, feira realizada exclusivamente para o varejo de áudio, iluminação e instrumentos musicais e seus fornecedores de partes e equipamentos. O evento é organizado pela revista de negócios “Música & Mercado”, há 21 anos nesse mercado na América Latina e na Espanha. A publicação continua com seu objetivo de incentivar a cadeia produtiva da música a se profissionalizar e se desenvolver. Nesta edição, a feira será realizada no Grand Mercure Hotel, em São Paulo (SP).

Empresa brasileira há 30 anos no mercado, a Datalink participará como expositora, levando seus produtos de sonorização, de cabos, conectores a acessórios para um mercado qualificado que atende à cena musical nacional. “Levaremos produtos que aliam excelência em qualidade e preço para um público seleto de lojistas que entregam o melhor para seus clientes”, observa Maurício Fernandes, gerente de Vendas da empresa.

A expectativa, prossegue Fernandes, é repetir o sucesso das participações anteriores, cumprindo o papel de integrar e gerar negócios entre empresas, fornecedores e lojistas, pois “conquistamos uma tradição no mercado de sonorização, do País, que significa qualidade, durabilidade, responsabilidade e preços acessíveis”.

Os cabos de sonorização da Datalink, descreve Maurício Fernandes, garantem a entrega do melhor som, com todos os timbres e frequências. “É a melhor referência para o lojista que quer manter uma clientela satisfeita e fidelizada”, destaca Fernandes, que é guitarrista e professor de música há mais de 30 anos.

Para Fernandes, o Conecta é um evento que propicia aos lojistas ter contato com produtos de sonorização que combinam preço e excelência. “É o que a Datalink oferece sempre: cabos e conectores fabricados com a melhor tecnologia embarcada e com matéria-prima de qualidade e procedência comprovadas”, acrescenta o gerente.

Cabos de sonorização
A Datalink levará à Conecta 2023 todo o seu portfólio no segmento de áudio. Na família de cabos montados, a empresa vai expor as linhas Pop, recomendável para quem está iniciando no mundo da música e sem comprometer a qualidade do som; Garage, para os apaixonados por música, cabos com durabilidade e performance que surpreendem; e Revolution, cabos indicados para profissionais que precisam dos melhores timbres e longa durabilidade e com conectores Neutrik. A empresa exporá ainda cabos em rolo para caixas acústicas, microfone, conectores, além de toda sua linha de acessórios.

Crédito: Cristina Harms Camacho.

A fabricante brasileira também apresentará a linha de cabo montado Studio totalmente repaginada e modernizada para atender exatamente ao público que só se contenta com a perfeição. A linha tem embarcada a melhor tecnologia mundial em conectores dourados da Neutrik.

Outro diferencial apontado por Fernandes é que a Datalink terá à disposição do público da feira uma equipe qualificada e preparada para explicar os produtos em todos os seus detalhes técnicos e para a realização de bons negócios para os lojistas. “Estamos muito animados para o evento, até porque a Datalink está completando 30 anos de vida e queremos presentear o público entregando o melhor em cabos de sonorização”, orgulha-se o gerente de Vendas.

Fernandes observa que os cabos são fundamentais para conseguir o melhor de instrumentos e equipamentos: “Não adianta ter a melhor guitarra, violão, contrabaixo ou outro instrumento ou equipamento se não fizer uma boa conexão com o cabo. Os cabos de qualidade são a tradução de um bom resultado no evento em que o músico estiver tocando. Um cabo ruim compromete o trabalho do artista ou de quem gosta de som, isso é audível.”

O stand da Datalink funcionará nos dias 9 e 10, das 9h às 20h, e no dia 11, das 9h às 13h30.

Serviço
O que: Conecta 2023 e
Quando: dias 9, 10 e 11 de maio de 2023
Local: Grand Mercure Hotel (Avenida Sena Madureira, 1355 – Vila Clementino)
Informações para a imprensa: Rosângela Ribeiro Gil
Contatos: (13) 99712-8067 e imprensa@

Sobre a Datalink
A Datalink é uma das principais fabricantes de cabos e conectores de alta qualidade e performance de comunicação e controle para aplicações industriais, agrícolas e smart cities. Empresa brasileira cujo portfólio de produtos atende diversos segmentos econômicos, entre eles: agronegócio, automação industrial e predial, automotivo, energia solar, estética, saúde, sonorização e telecomunicações. A história da Datalink lembra histórias de empresas como Embraer, Embrapa, Petrobrás e Weg, entre outras, que mostra a capacidade industrial e competência da engenharia brasileira. A qualidade, a excelência e a segurança dos seus produtos são a marca da Datalink criada em 1993 e com seu complexo industrial instalado em Embu das Artes (SP). Mais informações em www.afdatalink.com.br.

Cabos de alta performance na Feira de Música Centro Oeste

Cabos de alta performance na Feira de Música Centro Oeste

Em sua sétima edição, evento, que ocorre dias 28 e 29 de abril, reúne empresas e lojistas do Brasil inteiro da área de sonorização, em Goiânia.

Rosângela Ribeiro Gil
Jornalista
imprensa@

Cristina Harms Camacho
Arte e fotos
elisabeth@


A DATALINK
, empresa brasileira há 30 anos no mercado de cabos e conectores, participa de mais uma edição da Feira de Música – Centro Oeste, nos dias 28 e 29 de abril, em Goiânia (GO), expondo seus produtos que aliam excelência em alta performance e preço. A expectativa, segundo os organizadores do evento, é repetir o sucesso das edições anteriores, cumprindo o papel de integrar e gerar negócios entre empresas, fornecedores e lojistas.

Linha Studio.

O gerente de Vendas da Datalink, Maurício Fernandes, destaca a importância do evento para o mercado musical do País que procura produtos de sonorização de qualidade para vender em suas lojas e redes. Fernandes destaca a oportunidade da realização do evento no Centro-Oeste brasileiro, região rica e diversifica cultural e musicalmente. “Sem dúvidas nenhuma, é um encontro que propicia aos lojistas ter contato com produtos de sonorização que combinam preço e excelência. É o que a Datalink oferece sempre: cabos e conectores fabricados com a melhor tecnologia embarcada e com matéria-prima de qualidade e procedência comprovadas”, informa o gerente.

Linha Pop.

A Datalink levará à 7ª Feira de Música – Centro Oeste todo o seu portfólio no segmento de áudio. Na família de cabos montados, a empresa vai expor as linhas Pop, recomendável para quem está iniciando no mundo da música e sem comprometer a qualidade do som; Garage, para os apaixonados por música, cabos com durabilidade e performance que surpreendem; e Revolution, cabos indicados para profissionais que precisam dos melhores timbres e longa durabilidade e com conectores Neutrik. A empresa exporá ainda cabos em rolo para caixas acústicas, microfone, conectores, além de toda sua linha de acessórios.

A fabricante brasileira também apresentará a linha de cabo montado Studio totalmente repaginada e modernizada para atender exatamente ao público que só se contenta com a perfeição. A linha tem embarcada a melhor tecnologia mundial em conectores dourados da Neutrik.

Linha Garage.

Outro diferencial apontado por Fernandes é que a Datalink terá à disposição do público da feira uma equipe qualificada e preparada para explicar os produtos em todos os seus detalhes técnicos e para a realização de bons negócios para os lojistas. “Estamos muito animados para o evento, até porque a Datalink está completando 30 anos de vida e queremos presentear o público entregando o melhor em cabos de sonorização”, orgulha-se o gerente de Vendas.

Os cabos de sonorização da Datalink, descreve o guitarrista Maurício Fernandes, garantem a entrega do melhor som, com todos os timbres e frequências, “é a melhor aposta para o lojista que quer manter uma clientela satisfeita e fidelizada”.

Linha Revolution.

Fernandes observa que os cabos são fundamentais para conseguir o melhor de instrumentos e equipamentos: “Não adianta ter a melhor guitarra, violão, contrabaixo ou outro instrumento ou equipamento se não fizer uma boa conexão com o cabo. Os cabos de qualidade são a tradução de um bom resultado no evento em que o músico estiver tocando. Um cabo ruim compromete o trabalho do artista ou de quem gosta de som, isso é audível.”

O stand da Datalink funcionará, conforme programação da 7ª Feira de Música Centro Oeste, nos dias 28 e 29, das 9h às 20h.

Serviço
O que: 7ª Feira de Música – Centro Oeste
Quando: dias 28 e 29 de abril de 2023
Local: Clube Jaó – Espaço Dois Ipês (Av. Quitandinha, 600) – Goiânia – GO
Informações para a imprensa: Rosângela Ribeiro Gil
Contatos: (13) 99712-8067 e imprensa@

Sobre a Datalink
A Datalink é uma das principais fabricantes de cabos e conectores de alta qualidade e performance de comunicação e controle para aplicações industriais, agrícolas e smart cities. Empresa brasileira cujo portfólio de produtos atende diversos segmentos econômicos, entre eles: agronegócio, automação industrial e predial, automotivo, energia solar, estética, saúde, sonorização e telecomunicações. A história da Datalink lembra histórias de empresas como Embraer, Embrapa, Petrobrás e Weg, entre outras, que mostra a capacidade industrial e competência da engenharia brasileira. A qualidade, a excelência e a segurança dos seus produtos são a marca da Datalink criada em 1993 e com seu complexo industrial instalado em Embu das Artes (SP). Mais informações em
www.afdatalink.com.br.

Escute o cabo Datalink na SemanÁudio 2023

Escute o cabo Datalink na SemanÁudio 2023

Realizado há mais de sete anos em São Paulo, evento é considerado o maior na área de som do Brasil e da América Latina.

Rosângela Ribeiro Gil
Jornalista
imprensa@

Cristina Harms Camacho
Arte e fotos
elisabeth@


A DATALINK
, empresa brasileira há 30 anos fabricando cabos e conectores de alta qualidade e performance, participará como expositora na SemanÁudio 2023, que acontece de 25 a 27 de abril, na capital paulista. O evento, considerado a maior imersão em áudio do Brasil, reúne especialistas e técnicos da área de sonorização e oferece para empresas e marcas de áudio a oportunidade de oferecer produtos e conversar diretamente com seus clientes, em um ambiente propício para networking e negócios.

O gerente de Vendas Maurício Fernandes observa que a empresa apresentará novidades e lançamentos para um público específico e exigente do mundo do som, “que conhece e sabe o que está procurando, queremos mostrar que a Datalink tem os produtos e a qualidade que precisam”. Fernandes convida o público a visitar o stand da empresa, de número 22, na SemanÁudio 2023: “Estaremos com uma equipe qualificada para falar sobre os nossos cabos, prestar informações técnicas e fazer demonstrações da nossa excelência em som.”

Na família de cabos montados, a empresa vai expor as linhas Pop, recomendável para quem está iniciando no mundo da música e sem comprometer a qualidade do som; Garage, para os apaixonados por música, cabos com durabilidade e performance que surpreendem; Revolution, cabos indicados para profissionais que precisam dos melhores timbres e longa durabilidade e com conectores Neutrik. A empresa exporá ainda cabos em rolo para caixas acústicas, microfone, conectores, além de toda sua linha de acessórios.

Arte: Cristina Harms Camacho.

Para os audiófilos, os amantes do som que gostam de alcançar um nível de qualidade da música o mais próximo possível da gravação original usando aparelhos de alta fidelidade, a Datalink “vai apresentar a linha Studio totalmente repaginada e modernizada para atender exatamente a esse público que só se contenta com a perfeição”, informa o gerente Maurício Fernandes, também guitarrista e professor de música. A linha, acrescenta ele, tem embarcada a melhor tecnologia mundial em conectores dourados da Neutrik.

A equipe da empresa que estará na SemanÁudio 2023, ressalta Fernandes, está preparada tecnicamente para falar e demonstrar a alta qualidade dos “cabos de sonorização da Datalink, a empresa, inclusive, está completando 30 anos de mercado neste ano de 2023. Entregar o melhor em cabos de sonorização é o presente da empresa para o público do mundo do som”.

Os cabos de sonorização da Datalink, descreve o guitarrista Maurício Fernandes, garantem a entrega do melhor som, com todos os timbres e frequências. Ele aconselha: “Não adianta ter a melhor guitarra, violão, contrabaixo ou outro instrumento se não fizer uma boa conexão com o cabo. Os cabos de qualidade são a tradução de um bom resultado no evento em que o músico estiver tocando. Por isso, devem ser adquiridos com o mesmo cuidado que se escolhe o instrumento. Um cabo ruim compromete o trabalho do artista ou de quem gosta de som, isso é audível.”

Há mais de sete anos, a SemanÁudio é realizada com o propósito de reunir o melhor em palestras, exposição e workshops em um tipo de evento único no Brasil e na América Latina. “Realmente é uma imersão, como destaca o slogan do evento, em áudio durante três dias. O objetivo valoroso é o de reunir os melhores para disseminar conhecimento e qualificar ainda mais os técnicos do Brasil e do mundo. Nesse sentido, a Datalink não poderia ficar de fora. Temos total confiança no que entregamos para os técnicos, produtores musicais e artistas do mundo da música”, observa o músico Maurício Fernandes, gerente de Vendas da empresa.

O stand da Datalink, conforme programação da SemanÁudio São Paulo 2023, estará aberto das 9h30 às 19h30, nos dias 25 e 26; e das 9h30 às 16h30, no dia 27.

Serviço
O que: Participação da Datalink na SemanÁudio – São Paulo 2023
Quando: 25, 26 e 27 de abril de 2023
Local: Centro de Convenções do Centro Universitário Senac – Av. Eng. Eusébio Stevaux, 823 – Santo Amaro – SP
Informações para a imprensa: Rosângela Ribeiro Gil
Contatos: (13) 99712-8067 e imprensa@

Sobre a Datalink
A Datalink é uma das principais fabricantes de cabos e conectores de alta qualidade e performance de comunicação e controle para aplicações industriais, agrícolas e smart cities. Empresa brasileira cujo portfólio de produtos atende diversos segmentos econômicos, entre eles: agronegócio, automação industrial e predial, automotivo, energia solar, estética, saúde, sonorização e telecomunicações. A história da Datalink lembra histórias de empresas como Embraer, Embrapa, Petrobrás e Weg, entre outras, que mostra a capacidade industrial e competência da engenharia brasileira. A qualidade, a excelência e a segurança dos seus produtos são a marca da Datalink criada em 1993 e com seu complexo industrial instalado em Embu das Artes (SP). Mais informações em
www.afdatalink.com.br.

Women That Rock na guitarra, com Bruna Terroni

Women That Rock na guitarra, com Bruna Terroni

Rosângela Ribeiro Gil
Assessoria de Imprensa
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Cristina Camacho
Arte e imagens
cristina@

Neste 10 de março é comemorado o Dia do/a Guitarrista. Considerada a estrela maior do rock, a guitarra é o instrumento mais característico do gênero e traz alma e personalidade à música. O instrumento já foi guindado ao papel de protagonista em relações amorosas, capaz de conquistar (ou não) um coração. Quem nunca ouviu “Solos de guitarra não vão me conquistar”, da canção “Como eu quero”, do Kid Abelha?

Mas estamos falando do instrumento, todavia a efeméride é em celebração daquele e daquela que seguram, bem junto ao corpo, um instrumento que pode ter peso entre 2,7 a 4,5k e passeiam os dedos nas seis cordas em movimentos e velocidades diversas, variadas e até mágicas nas notas musicais da mais aguda a mais grave. Dedilham sons, às vezes, inimagináveis, que nenhuma inteligência artificial (IA) seria capaz. Que podem dar a impressão que a guitarra “chora” ou explode em risos. Coisa de inteligência humana, ainda bem!

O peso de uma guitarra está associado a três fatores fundamentais: forma e tamanho do corpo da guitarra, tipos de madeira utilizada (espécie) e de corpo (sólido, semioco, oco e iluminado). Também existem vários tipos de guitarras, entre acústicas e elétricas.

Bruna Terroni decidiu tocar uma guitarra aos 11 anos de idade. Crédito: Acervo pessoal.

O/A guitarrista pode atuar solo ou tocar com orquestras e bandas de uma variedade de gêneros e tocar uma variedade de instrumentos como guitarras acústicas, guitarras eléctricas, guitarras clássicas e baixos.

Guitarra
Vem do árabe “qitara”; derivado do latim “cithara” e do grego “kithára”. E refere-se a uma série de instrumentos de cordas dedilhadas, ou instrumentos cordofones que possuem braço e caixa de ressonância cujas cordas são beliscadas. (Wikipedia)

O símbolo marcante do rock não escolhe gênero nem sexo para ser tocado. Ele é fluido, como toda arte. Para homenagear artistas tão especiais em nossas vidas – quem nunca se apaixonou, se emocionou, “viajou na maionese”, chorou ou se alegrou ao som de uma guitarra? – entrevistamos a guitarrista Bruna Terroni.

Para conhecer um pouco o universo de quem está “por trás” (ou à frente) de uma guitarra, a guitarrista Bruna Terroni, parceira da Datalink, mineira de Belo Horizonte, fala como iniciou a sua paixão pelo instrumento já aos 11 anos de idade, entre a meninice e a pré-adolescência. “Ela era praticamente maior que eu”, lembra.

Aos 16 anos de idade, a relação foi sacramentada, Bruna decidiu que seria guitarrista e viveria do seu som. Passados dez anos, ela continua firme na decisão. Ganhamos todos nós com o seu som, a sua verdade e o seu compromisso com a arte.

Nesta entrevista, Bruna Terroni fala das suas “ídolas”, do machismo que ainda persiste nesse mundo da guitarra e da vontade de seguir e nunca desistir. “Passaremos com a nossa música”, é quase um grito de guerra para a vida, como nos ensina.

Bruna, como a guitarra lhe conquistou?
O encontro com a guitarra começou quando tinha 11 anos [de idade], quando adquiri minha primeira guitarra. Já fazia aula de música e teclado. Adorava tocar. Depois, fui incentivada por um tio que veio morar em nossa casa. Ele era do rock. Começamos a assistir vídeos de rock juntos. Me apaixonei pelo rock. Aí pedi uma guitarra para a minha mãe. Encontrei o instrumento na cor vermelha que foi comprada seis meses depois pela minha mãe.

O início de aprendizado – com a guitarra maior que eu, como é até hoje –  não foi nada fácil. A fase inicial é difícil. Quando se pega o instrumento pela primeira vez e as coisas não acontecem como você gostaria. O processo inicial é bastante chato. Cheguei a ficar cerca de um ano sem fazer aulas, tentando aprender a tocar as músicas sozinha. Ficava muito feliz quando conseguia tocar a introdução de alguma música, chamava minha mãe e meu tio para ouvirem, quando eles chegavam, ficava nervosa e errava tudo. Minha mãe cansou disso e me fez voltar para as aulas.

Bruna se inspira em guitarristas mulheres para sesguir o caminho da música. Crédito: Acervo pessoal.

Quem lhe inspira nesse mundo tocado pela guitarra?
Várias guitarristas me inspiram. Em primeiro lugar vem a Orianthi. Acompanhei a carreira dela desde os 11 anos. Sou muito fã da pegada rock-blues dela. Em segundo lugar, a Jennifer Batten, que, atualmente, tem feito shows com o Lenny Jay, cover de Michael Jackson. As duas têm carreira solo e já foram guitarristas do cantor Michael Jackson.

Dos guitarristas homens, meu favorito é Nuno Bettencourt, da banda Extreme. Ele tem pegada rock e do funk, e também apresenta timbres diferentes. Ele está dentro do meu top 3.

Não à toa, duas inspirações mulheres, bem legal você trazer isso no mês em que temos o 8 de março, o Dia Internacional da Mulher.
O mercado da música, do rock, principalmente na guitarra, é ainda predominantemente masculino. Você até encontra vocalistas mulheres, mas instrumentistas mulheres são raras. Melhorou bastante, mas quando se refere à guitarra os homens são maioria.

A história da guitarra no Brasil não é tão antiga, comparando mundialmente, por isso aqui ainda temos poucos representantes da guitarra, mulheres menos ainda.

Bruna Terroni segue na firme na carreira aos 26 anos, se apresentando em vários palcos. Crédito: Acervo pessoal.

Citei guitarristas mulheres e nenhuma brasileira, mas existem diversas que admiro bastante, que são minhas amigas, inclusive de um projeto que gravei para o YouTube que é o Women That Rock, mas é muito legal a gente ter essa representatividade feminina, porque é difícil esse caminho.

Já passei por diversas situações, como professores desprezando as minhas referências de guitarristas mulheres como a Orianthi, na tentativa de rebaixar uma imagem de representatividade feminina.

Existe muito machismo neste meio e uma das melhores coisas que temos que fazer é seguirmos fazendo nosso trabalho da melhor forma que a gente pode e nos unindo. E isso vem acontecendo.

Participo de um projeto chamado “Jam das Minas” que tem mais de 60 guitarristas brasileiras. Fazemos vídeos juntas de jam solos autorais.

Ao mesmo tempo que é um caminho solitário, vocês estão buscando caminhos coletivos pra ter voz e acabar com marcadores de gênero. Você falou do projeto Women That Rock, numa tradução livre, Mulheres que arrasam. Quem pode participar?
Esse projeto é uma extensão da “Jam das Minas” [em tradução livre, improviso das Minas] que começou com a guitarrista e minha amiga Letícia Praxedes. Com o tempo, mantivemos o grupo e é extremamente importante. O nome foi inspirado numa das melhores coisas que já aconteceram comigo. É muito bom quando a gente chega num ponto de ter o reconhecimento dos seus ídolos.

Um dia postei um vídeo tocando uma música do Extreme. Passados alguns meses, no dia das mulheres de 2019, o Nuno Bettencourt [guitarrista e vocalista do Extreme] postou cinco vídeos de mulheres tocando no perfil dele. Ele falou de cada uma, da importância do dia das mulheres e de cada uma das meninas que estavam no vídeo compartilhado. Eu era uma das cinco guitarristas!

Na legenda, ele publicou: “Uma pequena homenagem para mulheres que arrasam” e eu me inspirei nisso para criar o meu projeto. Nunca vi nenhum artista compartilhando e dando essa força para as mulheres e escrevendo, detalhadamente, elogiando cada uma, demonstrando que conhecia, de fato, o trabalho dessas guitarristas.

Você vive da música, do seu trabalho como guitarrista?
Vivo da música, do meu trabalho como guitarrista. Cheguei a fazer outra faculdade, a de Letras, e quando entrei estava muito engajada (nos assuntos estudantis), ficava o dia inteiro na faculdade e tocava guitarra cada vez menos. Na época, fui convidada para entrar numa banda de metal e quando fui tocar não dei conta de tocar o que eu tocava antes. Fiquei muito mal e pensei, preciso reorganizar minha vida, pois estou me distanciando daquilo que quero fazer.

Tranquei a matrícula, fiz metade do curso (dois anos e meio). E voltei para o curso de música numa faculdade de Belo Horizonte, mas não pude concluir porque a faculdade fechou durante a pandemia.

Hoje dou aula na School of Rock aqui numa das unidades de Belo Horizonte e aulas particulares. E ainda trabalho com as minhas bandas autorais, cover e como freelancer.

Como foi o seu encontro com a Datalink, excelência em cabos de sonorização?
Sigo o [guitarrista] Maurício Fernandes no Instagram. Antes da pandemia, ele me enviou uma mensagem dizendo que vinha à Belo Horizonte para alguns workshops [Escute o nosso cabo, projeto da Datalink]. Fui vê-lo tocar e rolou um convite para tocar uma jam com ele. A gente selecionou uma backing track [BT] e fui lá e toquei, fiz um som com ele na Riff Musical, que é uma escola de música aqui da cidade.

Foi uma experiência muito boa e divertida, pois ele é extremamente talentoso, além de generoso, pois abriu o espaço dele para eu tocar. A gente filmou e postamos. Acredito que ele compartilhou o vídeo com o time da Datalink que entrou em contato comigo e fui convidada para ser a artista da marca. Fiquei extremamente feliz, porque foi o reconhecimento do meu trabalho.

A Datalink é uma marca que curto bastante, a qualidade dos cabos, as pessoas que estão no time – considero isso bastante importante. Ainda não conheço todo mundo, mas pretendo fazer uma visita em breve.

Quais as dicas para adquirir uma boa guitarra?
Uma dica é que não compro instrumento novo. Nunca comprei. Sempre pesquiso instrumento usado, pois, no Brasil elas são muito mais caras, comparando com outros lugares. A dica de ouro é pesquisar instrumentos usados e ter o acompanhamento de um profissional para avaliar o instrumento.

Todas as marcas, das mais famosas, como a Fender, Gibson e Ibanez, às menos famosinhas, é preciso entender que todas as marcas têm séries regulares, boas e ótimas.

Devo mencionar ainda que não adianta conseguir o instrumento certo e adequado para o seu tipo de som, acertar na escolha da guitarra, e escolher outros equipamentos de má qualidade. Por isso sempre indico [os cabos da] Datalink, porque você sempre vai ter a melhor qualidade para o som do seu instrumento.

Conselho para meninas e mulheres que gostam, mas têm receio do caminho solitário de uma guitarrista.
O primeiro é que, independentemente de críticas e comentários machistas, vale a pena insistir no caminho se é o que se quer. Nunca desanime. Daí vem a importância do coletivo, de estarmos juntas e unidas.

É muito interessante esse movimento que tem surgido de mulheres se unindo em diversas áreas, mas na música também e entre as guitarristas. No grupo “Jam das Minas”, a gente sempre desabafa sobre algumas coisas que nos afetam por causa de comentários degradantes. Elas compartilham e, se for preciso, vamos no perfil e questionamos.

Temos essa rede de apoio e, na minha opinião, me sinto mais segura tendo essas meninas que a gente se abraça e segue junto.  Essa é uma das melhores coisas que a gente pode fazer – sororidade. É importante não se deixar desanimar por nenhum tipo de comentário. Mesmo que esteja começando a tocar é preciso ter um objetivo, fazer e seguir seu plano e ter paciência, fazendo as coisas com carinho, curtindo o processo com calma. Aos poucos vamos chegando lá.

Uma trilha sonora para a nossa entrevista de hoje, Bruna?
Myself, do Kortza.

The pain opened my ears, I resist

Gave me fight as my craft, I persist

I didn't save my body, I insist

I faced out my pride, I exist

(Da canção Myself)

Como podemos lhe seguir nas redes sociais?
Estou com meus projetos e trabalhos todos publicados sempre no meu perfil no Instagram, @brunaterronigt. E no meu canal do YouTube, @BrunaTerronigt2.

DJ Audrey Willcox: paixão que virou profissão

DJ Audrey Willcox: paixão que virou profissão

Rosângela Ribeiro Gil
Assessoria de Imprensa
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Cristina Camacho
Arte e imagens
cristina@

Em nome da nossa parceira DJ Audrey Willcox, a Datalink parabeniza os/as profissionais da cena musical eletrônica global, especialmente a brasileira, no Dia Mundial do DJ, neste 9 de março.

Também conhecido por Dee Jay ou Disc Jockey, o DJ se populariza pelo mundo a partir da década de 1970 com as discotecas. O profissional cria sons eletrônicos fazendo mixagens de músicas e outros sons.

Inicialmente, as mixagens eram feitas com discos de vinil. Mas com a evolução da tecnologia audiofônica, os DJs passaram a criar ritmos musicais com diversas tecnologias – CDs, arquivos digitais (MP3) etc. No Brasil, os DJs iniciaram suas performances com os famosos discos vinis ou bolachas sobre dois toca-discos chamados de Pick Ups Technics MK2. Desde então, é só evolução.

Audrey e seus equipamentos como DJ estão sempre com cabos Datalink. Crédito: Acervo pessoal.

DJ e engenheira
Para celebrar a data de forma muito especial, entrevistamos a DJ Audrey Willcox, do grupo WallBreakers. Como ela mesma diz, vive em duas realidades diferentes, ou paralelas. De segunda a sexta-feira, Audrey trabalha como engenheira civil; nos finais de semana, ela se transforma na DJ que cria “porções mágicas” de sons e batidas. Se no formato social as profissões podem ser diferentes, na concepção elas se aproximam, pois ambas são movidas a desafios, raciocínio rápido e inovações.

Em qualquer profissão é necessário contar com boas ferramentas para realizar suas atividades de forma exemplar e competente. Como engenheira, Audrey tem a sua disposição prumo, esquadro, trena, EPIs (equipamentos de proteção individual), softwares etc.; como DJ ela vai comandar um CDJ e controladoras, usará headphones, mixer, processadores de efeitos e, para que tudo isso tenha qualidade, usará cabos da Datalink para conectar os equipamentos.

Há 20 anos como DJ, Audrey Willcox já se apresentou em muitos palcos importantes no País e em outros países. Alguns deles: Camarote Ferrari – Formula 1, Facebook – Encontro Latino Americano , São Paulo Fashion Week, Casa Cor, D.edge, Virada Cultural, Salão Duas Rodas (Stand Yamaha), Universo Paralello, Evento SBT (Comemoração 25 anos da TeleSena), Confraternização Ernst & Young, Convenção Medley e Sanofi, Diesel Store, Desfile Beira Rio/ Vizanno/Moleca e também na Europa nos clubs Kimika (Castelo Branco/Portugal), Club 8 (Aveiro/Portugal), Zoo Lounge (Porto Portugal) e Estado Novo (Matosinhos/Portugal).

Vamos conhecer um pouco mais da história da nossa DJ, que também fala dos desafios enfrentados pela mulher num espaço ainda majoritariamente ocupado por homens.

Aliás, Audrey Willcox também se desafia duplamente. Na engenharia, de acordo com uma recente pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea), o percentual de mulheres registradas como engenheiras no Brasil corresponde a 19,3% (199.786 mulheres engenheiras) do total de 1.035.103, no País. No mundo DJ, a realidade não é diferente: de acordo com a “female: pressure FACTS survey 2020”, homens compõem em torno de 2/3 da participação na cena musical eletrônica.

Desistir? Nem pensar, vaticina Audrey. Segue o baile! Segue a música, DJ!

Audrey, você pode nos contar um pouco sobre como se deu a origem da data 9 de março em homenagem aos profissionais do DJ?
O Dia Mundial do DJ foi criado em 2002, para homenagear nossos artistas, mas essa data é muito mais que uma homenagem. A intenção é que, neste dia, todo o lucro dos DJs, clubs, sejam destinados para ajudar pessoas enfermas, em situações vulneráveis.

A World DJ Fund Foundation e a organização da Nordoff Robbins Music Therapy se uniram e criaram esta bela ação.

Uma paixão que virou profissão dividida com a engenharia. Crédito: Acervo pessoal.

O que faz um DJ? E como essa manifestação musical vem ganhando espaço no Brasil?
O DJ é o artista responsável por escolher e reproduzir as músicas de um evento. Esse profissional precisa ter o feeling para escolher a música certa para cada momento!

Dentre suas funções, o DJ é responsável por mixar (mesclar) ao vivo as músicas por ele selecionadas, dando uma impressão de continuidade e não deixando que o público perceba que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois as duas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.

Um bom DJ está sempre fazendo pesquisas para ficar atualizado com os lançamentos, mas também com os sucessos do passado, tem coerência nas mixagens e sabe “ler a pista”, para conseguir selecionar os estilos que se encaixam melhor com o perfil de público de cada evento.

Resumidamente, não se pode agradar a todos, mas um bom e experiente DJ trabalha para chegar o mais próximo disso durante sua apresentação.

Você pode nos contar um pouco a sua história como DJ e como é ser uma mulher nesse espaço?
Desde pequena o mundo de DJ e da música me fascina. Comecei a trabalhar com eventos com 14 anos de idade, aos 18 anos já organizava uma balada semanal aqui em São Paulo e meu sócio Sadao Oshiro era DJ. Ele que me ensinou a arte de discotecar e daí em diante essa paixão virou minha profissão.

Hoje divido minha vida profissional em dois mundos completamente paralelos: de segunda a sexta sou engenheira civil e nos finais de semana eu e meu marido Igor Willcox levamos música e alegria para as pistas com nosso projeto WallBreakers.

Apesar de paralelos, esses dois mundos possuem algo em comum: são profissões predominantemente masculinas.

Quando comecei como DJ, há 20 anos, a quantidade de mulheres nesta profissão era ainda menor. E sim, existia muito preconceito (e ainda existe). Estamos sempre sendo “testadas” e precisando “provar” que somos competentes, profissionais e que conquistamos o nosso espaço por mérito.

Ainda é necessário evoluir, mas fico muito feliz em acompanhar a grande quantidade de mulheres incríveis que estão ganhando espaço nessa e em diversas profissões que antes eram ocupadas apenas por homens.

Feliz dia internacional do DJ, em especial para minhas colegas de profissão!

Audrey Willcox: Feliz dia internacional do DJ, em especial para minhas colegas de profissão! Crédito: Acervo pessoal.

Como os cabos da Datalink ajudam os ritmos musicais que aninam o seu público, Audrey?
Possuo um projeto de música eletrônica com o meu marido Igor Willcox. Tocamos em eventos sociais e corporativos por todo o Brasil, chamado WallBreakers.

Neste projeto, usamos vários instrumentos musicais, como tambores, percussão, bateria eletrônica, teclados etc. É um projeto bem diferente e interativo!

Para fazer toda a ligação desses equipamentos tecnológicos, utilizamos os cabos Datalink, que, para nós, sem dúvida alguma, são os melhores cabos que já usamos, pois possuem alta resistência, além de uma qualidade sonora impecável.

Usamos, recomendamos e temos orgulho em ser parceiros de uma marca séria, que preza pela qualidade, como a Datalink.

Cabos de controle da Datalink: a melhor qualidade e segurança

Cabos de controle da Datalink: a melhor qualidade e segurança

A fabricação dos cabos segue regras técnicas rigorosas e utiliza a quantidade correta de cobre.

Rosângela Ribeiro Gil
Assessoria de Imprensa
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Cristina Camacho
Arte e imagens
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Há 30 anos no mercado, a Datalink oferece, em seu portfólio de qualidade reconhecida pelo mercado, cabos elétricos de controle – utilizados e recomendados para sinalização de equipamentos elétricos, circuitos de comando, cabeamento estruturado, painéis de controle, botoeiras, automação de subestações, usinas geradoras, sistemas microprocessados, ligações de máquinas, entre outros.

O cabo de controle é um modelo específico para a condução de energia elétrica até terminais que são responsáveis pelos comandos de equipamentos e máquinas. Geralmente, os cabos de controle são fabricados para atuarem em ambientes agressivos comuns nas linhas de produção de indústrias, e mesmo em instalações fixas ou móveis (serviços leves).

Por estar diretamente ligado à corrente elétrica, o cabo de controle tem especificações importantes, como possuir condutor de cobre flexível classe 2 e 5, conforme ABNT NBRNM 280, tornando-o apto para trabalhar com tensões de 300 a 1000V e em ambientes com temperatura de até 70°C. Por isso, entre as várias vantagens do cabo de controle, destacam-se: excelente flexibilidade; resistência à umidade e a alguns produtos químicos; resistência também aos efeitos do raio solar; antichama etc.

Para cumprir seu objetivo com a segurança necessária, a fabricação dos cabos de controle segue normas rigorosas para que não ofereçam riscos ao mercado consumidor do material. Por isso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) tem a NBR7289/2014 que especifica os requisitos mínimos de desempenho para cabos de controle multipolares com condutor de cobre, isolados com polietileno termoplástico (PE) ou policloreto de vinila (PVC), para tensões até 1 kV, com cobertura.

O perigo dos cabos desbitolados
É sempre bom reafirmar que um tipo de cabo como esse, precisa seguir, à risca, as normas técnicas e entregar realmente o que diz estar no produto.

Os cabos de controle elétricos devem possuir uma determinada quantidade de cobre para cada bitola. As bitolas, chamadas tecnicamente de seções nominais, referem-se à área de um fio elétrico, ou a espessura do fio. Se esta for menor que o ideal, o sistema elétrico corre o risco de ficar sobrecarregado, com consequências indesejáveis.

É a quantidade de cobre que vai conferir e garantir ao cabo a capacidade de condução em amperes, sem o risco de sobrecarga. Por isso, não se pode buscar economia vendo apenas o preço dos cabos de controle, porque eles podem ter quantidade insuficiente de cobre. É o que o mercado define como “cabo desbitolado”, aquele que tem menos cobre (menor bitola) do que indicado em sua gravação ou do que foi solicitado no momento da compra. A quantidade suficiente de cobre é importante para atender à corrente para a qual foi adquirido.

O cabo desbitolado, além de não atender às normas de segurança, ocasiona o aquecimento e a deterioração do isolamento. Ele causa, num primeiro momento, o aumento do consumo de energia elétrica, mas, depois, pode causar até um curto-circuito e incêndio.

Como explica a gerente de Vendas da Datalink, Elizangela Cristina das Neves, “vamos supor que o cliente quer o cabo 2×1,5mm². Ele faz uma cotação e encontra um valor mais barato, que traz a gravação de 2×1,5mm². Todavia, quando se vai medir o cabo não tem aquele valor especificado, mas 2×1,3 ou até menos. Ou seja, são os cabos com menos cobre, que chamamos de desbitolados”.

Isso acontece, prossegue Neves, porque o cobre é o principal custo dos cabos de controle. “É uma forma desleal e perigosa de ganhar os pedidos. Uma atitude que a Datalink rechaça totalmente. Primamos pelo respeito, transparência e qualidade. O que o nosso produto diz entregar é o que realmente está embarcado nele”, destaca a gerente. Ela endossa: “Na Datalink, não temos cabos desbitolados, mas cabos de controle de altíssima qualidade e segurança.”

Para saber mais sobre os cabos de controle, características, valores, entre em contato com o Canal de Vendas da Datalink, de segunda a quinta-feira, das 8h às 18h, e às sextas-feiras, das 8h às 17h, clique aqui para ver os telefones e e-mails da nossa equipe.

Qualidade e segurança
Os cabos de controle da Datalink levam a marca da qualidade, com certificação adequada que garante atender ao projeto do cliente de forma satisfatória e segura. Segurança e qualidade asseverada por nossos clientes que têm à disposição um portfólio de condutores elétricos adequados a projetos diferenciados.

Outro ponto diferenciado que garante a marca Datalink é atender aos clientes em todo o Brasil de forma ágil e segura. Para tanto, contamos com uma equipe de vendas preparada para o melhor atendimento, que vai entender suas necessidades de projeto, prazo e custos.

Confira a nossa linha completa

Os cabos de controle da Datalink. Crédito: Cristina Camacho.

Cabos de controle Controlflex fita de cobre
Fita de cobre nu – Cabos utilizados para sistemas de controle, comando, sinalização e acionamento de equipamentos elétricos industriais em instalações aonde se quer proteção contra interferências, ruídos e campos magnéticos. Este tipo de blindagem propicia uma boa resistência mecânica.

Cabos de controle Controlflex sem blindagem
Cabos utilizados para sistemas de controle, comando, sinalização e acionamento de equipamentos elétricos industriais.

Cabos de controle Controlflex BC – blindagem coletiva
Blindagens de fita de poliéster mais alumínio e dreno (corda de cobre estanhado). Esse tipo de blindagem confere uma proteção contra cargas eletrostática onde são escoadas pelo condutor dreno ao aterramento da instalação.

Cabos de controle Controlflex TC e TS – blindagem com trança de cobre nu ou estanho
Blindagens com Tranças – São indicados para ambientes a onde há indução de correntes mais elevadas conferindo ao cabo uma proteção extra protegendo os condutores internos contra essas interferências. Apresentam resistência mecânica mais elevada comparado as blindagens com fita de alumínio.

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