Nesta semana, a Datalink, fabricante dos melhores cabos de sonorização do Brasil, dedica-se à história do rock e de seus artistas.
Embu das Artes, quarta-feira, 12 de julho de 2023 – O Dia Mundial do Rock é celebrado em 13 de julho como forma de relembrar o dia do Live Aid, evento mundial que aconteceu em 13 de julho de 1985 com o objetivo de arrecadar fundos para acabar com a fome na Etiópia. O festival foi organizado por Bob Geldof e Midge Ure. Vários artistas participaram das apresentações: Queen, U2, Paul McCartney, DireStraits, Sting entre outros.
O nascimento do rock and roll aconteceu nos Estados Unidos, no início dos anos 1950. Ele surge como consequência da mistura de outros gêneros musicais – jazz, folk, country e rhythm and blues (R&B). E também como forma de expressão cultural e artística dos afrodescendentes daquele país. Em razão muito da sua origem, o instrumento principal usado era o saxofone, hoje, os instrumentosmusicais mais utilizados são a guitarra elétrica, o baixo, a bateria e o teclado.
Dessa fase inicial do rock, destacam-se nomes como os de Little Richard e Chuck Berry e também de Bill Haley com a canção “Rock Around the Clock”, considerada a primeira gravação de rock.
Quem é ele? Quem é ele? Esse tal de roque enrow Uma mosca, um mistério Uma moda que passou Ele, quem é ele? Isso ninguém nunca falou [Rita Lee, “Esse tal de roque enrow”]
Uma história que está na vida pessoal, profissional e acadêmica do nosso artista Fernando Tavares, contrabaixista da banda Apostrophe,de rock progressivo. “Tive contato com o rock ainda criança por causa dos meus pais, tios e primos mais velhos. Também, desde criança, sempre gostei muito de ler. Por isso, além de ouvir, lia sobre as bandas”, diz.
Aos 15 anos de idade, lembra Tavares, começou a tocar contrabaixo por causa de John Richard Deacon, baixista e um dos compositores da banda inglesa Queen. Aos 18 anos, ele decidiu ser músico em bandas,tocando vários estilos, do som mais pesado, como o heavy metal, ao atual, o rock progressivo.
A música, todavia, sempre esteve associada ao estudo e à pesquisa na vida de Fernando Tavares. O que o fez pesquisar sobre música colonial na Universidade de São Paulo (USP). Hoje, além de ser doutorando na mesma instituição de ensino, ele coordena grupo de pesquisa sobre rock and roll no Laboratório de Musicologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (Lamus-EAHC-USP Leste). “Fazemos análise da história, da música, do discurso e das letras do rock”, explica ele.
Fernando Tavares, contrabaixista da banda Apostrophe e pesquisador sobre a história do rock. Crédito: Arquivo pessoal.
Breve linha do tempo do Rock and Roll pelo nosso artista e professor Fernando Tavares:
Década de 1950 Nascimento do rock pela mistura de três gêneros musicais: Blues, Country e Jazz. Os primeiros grandes artistas do rock são os negros, como Little Richard e Chuck Berry. Temos, ainda, o Bill Haley e o grupo Comets, que lançam a canção “Rock Around the Clock”,considerada primeira gravação desse estilo. Ainda nesse período, vamos ter o Elvis Presley e o Buddy Holly. Considerado o primeiro grande momento do rock e definido como o Classic Rock.
No Brasil, a entrada do rock and roll se dá no final da década de 1950 com a Celi Campello. Nunca tivemos muito delay ou defasagem em relação ao mercado internacional da música.
Década de 1960 No início dessa década, entre 1963 e 1964, vamos ter o que se define como a “Invasão Inglesa” no rock, que não é feita apenas com os Beatles, mas também com The Animals, Rolling Stones e The Kinks.
A “Invasão Britânica” foi um fenômeno cultural quando artistas de rock e pop do Reino Unido se tornaram populares nos Estados Unidos e significantes para a crescente “contracultura” de ambos os lados do Atlântico.
Nesse momento, o rock and roll passa a ser a grande música. Em 1967, temos o lançamento do emblemático disco dos Beatles, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band.
Também será a fase dos grandes festivais que reúnem milhares de jovens, destacadamente o famoso festival de Woodstock [1969] e o da Ilha de Wight [originalmente entre 1968 e 1970].
Será mais para o fim dos anos 1960, que começamos a ver outros artistas incorporando o rock em sua música, como o jazzista Miles Davis e o multi-instrumentista Frank Zappa, mais da linha da música erudita. Dessa combinação vai nascer outro estilo de rock, o fusion.
No Brasil, nos anos 1960, temos o movimento da Jovem Guarda e, no final da mesma década, temos o surgimento dos Mutantes, que é o grande marco do rock nacional, bem interessante e totalmente sintonizado com o movimento mundial. Até hoje o grupo Mutantes é respeitado lá fora, como uma das grandes bandas de rock progressivo. Dessa época, destaco, ainda, as bandas Terço e Terreno Baldio.
Quem é ele? Quem é ele?
Esse tal de roque enrow
Um planeta, um deserto
Uma bomba que estourou
Ele, quem é ele?
Isso ninguém nunca falou [Rita Lee, “Esse tal de roque enrow”]
Década de 1970 A virada dos anos 1960 para a década de 1970 marca o retorno do rock mais direto e primitivo. Vamos ter como destaque bandas de rock blues: Cream [supergrupo de rock britânico formado por Eric Clapton, Jack Bruce e Ginger Baker], Jimi Hendrix Experience, Led Zeppelin. Mas também de uma linha mais pesada, de Deep Purple, o Black Sabbath, KISS e Aerosmith; e de um rock progressivo, estilo mais elaborado, sonoridade do jazz e da música clássica, Yes, Genesis, Emerson, Lake & Palm. Pink Floyd, mais psicodélico.
A partir de 1974, vamos ter a explosão do punk que vem de Nova York, a partir da influência do The Velvet Underground; e, na Inglaterra, o surgimento do Sex Pistolls.
O punk rock será um grande advento da música popular no final dos anos 1970. Ele vai tirar a complexidade do rock progressivo, com o conceito do “faça você mesmo”. Expoentes desse estilo temos, ainda, as bandas The Ramones e Iggy Pop & The Stooges.
No Brasil, também vamos ter as bandas mais pesadas, como a Casa das Máquinas.
Década de 1980 Nessa década, vamos ter o movimento que ficou conhecido como new wave ao lado do punk. O termo inclui diversos estilos musicais orientados ao pop. Esse som começa com a banda britânica Joy Division. Grande nome desse estilo será Billy Idol, considerado um dos artistas principais.
Mas nos anos 1980, também vamos ter várias vertentes de rock, como o hard rock muito forte com Bon Jovi e Guns N´Roses. Vamos ter o rock gótico e o Alternative Rock inglês, com o The Smiths e o The Cure. E tem ainda o R.E.M., banda americana que faz o circuito universitário.
A década de 1980 também será a grande fase do heavy metal, representado por bandas como Iron Maiden, Metallica, Megadeth, Judas Priest e muitas outras. No Brasil, temos o Sepultura como o maior expoente dessa vertente.
Importante, nesse período, falar sobre o “Rock Br” [rock brasileiro] quetem como expressão significativa as bandas Titãs, Capital Inicial, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, entre outras.
Também nessa década, em 1981, surge a emissora de televisão MTV [Music Television], nos Estados Unidos. Canal que revolucionou a indústria musical mundial.
Década de 1990 Década que terá mais um grande boom do rock and roll na mídia. O rock como mainstream [palavra inglesa que expressa uma tendência ou moda principal e dominante]. Fase que se deve muito à explosão da MTV como canal para jovens e adolescentes e com a veiculação dos videoclipes.
Vai ser o momento principal do grunge, subgênero do rock alternativoque surgiu no final da década de 1980 no estado americano de Washington, principalmente em Seattle, inspirado pelo hardcore punk, heavy metal e indie rock.
O termo grunge [palavra em inglês que tem um significado próximo a sujo] indica características musicais com o menor cuidado na polidez do som e a criação de letras relacionadas à depressão e angústia. Algumas importantes bandas do grunge: Pearl Jam, Nirvana, Alice InChains, destacadamente.
A última década do século XX, ainda garantirá palco para outros estilos de rock, como Red Hot Chili Peppers, Dream Theater, Green Day e Foo Fighters.
No Brasil, na virada dos anos 2000, teremos uma nova geração noRock N'Roll com o surgimento de bandas como Charlie Brown Jr., Raimundos, Pitty, CPM 22 e outras bandas importantes.
Dos anos 2000 aos tempos atuais No início do século atual, o rock começou a perder grande parte de seu espaço para o pop. Contudo, uma nova vertente do estilo, a qual relaciona o rock com a diversidade da música, surgiu. Assim, se tornou um elemento crucial para os roqueiros do século XXI a aceitação da heterogeneidade e a exaltação de toda a história do rock.
O bom e velho rock n’ roll é muito mais que um gênero musical, ele representa um traço da história, de uma cultura e de um estilo de vida.
Com uma carreira consagrada, artista da marca Datalink faz hard rock há mais de 36 anos.
Embu das Artes, terça-feira, 11 de julho de 2023 – Para celebrar o Dia Mundial do Rock, neste 13 de julho, a Datalink traz a história de grandes artistas brasileiros desse estilo musical, que surgiu na década de 1950, nos Estados Unidos, com influências do jazz, do blues e do country, e que tem, nessa fase inicial, nomes emblemáticos como Little Richard e Chuck Berry.
Andria Busic é músico, cantor e produtor musical brasileiro. Atualmente, é vocalista e baixista na banda de hard rock Dr. Sin. “O rock é minha vida. A felicidade que ele me traz torna impossível querer outra coisa. É, como eu posso dizer, “a stairway to heaven” [em tradução livre: uma escada para o céu]”, diz.
Busic também é artista da marca Datalink, usa os cabos de sonorização em suas apresentações.
A música está na veia da família. Passou de pai para filho. “Minhas inspirações vêm desde pequeno, ouvindo meu pai André Busic, fundador e trompetista da Traditonal Jazz Band, tocar na noite”, lembra. E acrescenta: “Principalmente quando vi o Nenê [da banda “Os Incríveis”] que, à época, tocava com meu pai. Me apaixonei e assim escolhi o baixo como meu instrumento do coração.”
A lista de inspirações é grande, afirma Andria Busic, mas cita Deep Purple, Led Zeppelin, Beatles, Queen, Kiss, “são muitos que me fizeram amar o estilo e são minhas inspirações até hoje”.
Andria e seu irmão Ivan Busic, em 1984, formaram, na capital paulista, a banda Prisma com o guitarrista Daril Parisi, que mais tarde se transformou na banda de hard rock Platina, também com Ivan (bateria), Andria (baixo e votal) e Sergio Sêman (vocal). “Foi uma verdadeira escola e uma época onde aprendemos demais”, fala, exultante.
Outras bandas estiveram na vida de Andria, como a Slogan, que depois se tornou na Cherokee. “Nessa época, eu e o Ivan fomos convidados pelo Wander Taffo [ex-Rita Lee e Rádio Taxi] para gravarmos seu trabalho solo que depois se transformou na banda Taffo”, recorda.
Andria Busic, em 1991, integrou o grupo Ultraje A Rigor e gravou o álbum “Por que Ultraje a Rigor” e também gravou álbum com o Supla. No mesmo ano, os irmãos Busic formam a banda Dr. Sin junto com o guitarrista Eduardo Ardanuy (ex-Chave do Sol e Anjos da Noite).
A banda brasileira de hard rock completou 30 anos em 2021 e continua na ativa. A formação atual conta com os irmãos Busic e o guitarrista Thiago Melo. “São mais de 30 anos com essa banda que amo demais. Para comemorar a data, estamos lançando no mês do Rock, o DVD Dr.Sin acústico com participações mais do que especiais. Esperamos ver todos nossos fãs e amigos nos shows, como sempre, para celebrarmos e curtirmos juntos!”, comemora.
Andria Busic finaliza com uma declaração explícita de paixão: “God gave Rock'n roll to everyone [em tradução livre: Deus deu Rock and roll para todos]. Um grande beijo no coração de todos.”
Siga nosso artista Andria Busic no Instagram –@andriabusic
Ritmo traz sempre muita irreverência e contestação.
Embu das Artes, segunda-feira, 10 de julho de 2023 – Nesta semana, temos o Dia Mundial do Rock, 13 de julho. Para celebrar esse gênero musical que nasceu, entre as décadas de 1940 e 1950, no Estados Unidos, e logo se espalhou pelo mundo, vamos trazer um pouco a história de alguns dos artistas do rock que estão com a Datalink.
Iniciamos com a guitarrista Neila Abrahão, que também integra a banda Valentine. Para ela, mais do que um gênero musical que nasce de uma mistura de ritmos afrodescendentes principalmente, como o jazz, o folk e o rhythm and blues (R&B), o rock é uma forma de vida que combina liberdade, atitude e autenticidade.
Com a palavra, nossa artista do rock!
Liberdade e atitude O Rock and Roll é muito mais que um gênero musical. O rock é atitude, energia contagiante, liberdade de expressão. É uma música que influenciou diversas dimensões da cultural social, da moda ao comportamento. Para mim, é realmente um estilo de vida marcado pela autenticidade e liberdade que nos encoraja a questionar e a desafiar a sermos nós mesmos.
Inspirações Inspiro-me em bandas e guitarristas que trazem as influências do heavy metal, do hard rock e do blues. Cito alguns, mas, com certeza, ainda deixo muita gente boa fora dessa pequena relação: ACDC, Led Zeppelin, Guns Roses, Van Halen, Black Sabbath, Iron Maiden, Pantera, Judas Priest, Metallica, Yngwie Malmsteen, Eddie Van Halen, Jimmy Page, Stevie Ray Vaughan, e muitos outros.
Roqueira desde criança Minha trajetória no rock começou ainda quando eu era criança, ouvindo os “LPs” [discos de vinil] da minha mãe do Raul Seixas e do Secos e Molhados.
Na adolescência, na escola, participei de uma peça de teatro e o meupersonagem entrava com uma música do Iron Maiden que um colega de classe me apresentou. Foi paixão à primeira vista pelo rock mais pesado. Fui atrás de mais informação para conhecer e pesquisei mais músicas do Iron e de outras bandas. Não larguei mais.
Paralelo a isso, comecei a dar aula de violão e curtia muito as bandas de rock nacional, como Titãs, Legião Urbana, Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, Ultraje a Rigor etc.
Como me apaixonei pelo som das guitarras do Iron e das guitarras com distorção das bandas que eu estava conhecendo, comecei a estudar guitarra, fui a muitos shows e festivais de bandas internacionais.
Banda Valentine Depois de um tempo, já estava tocando com bandas e, até hoje, amo, ouço, toco, componho, faço shows e tenho minha banda de rock, a Valentine. Banda de som autoral e composta por quatro mulheres.
O rock faz parte da minha vida profissional e pessoal e quem me acompanha nas minhas aulas, nos meus shows e workshops etc., percebe a qualidade total do som que faço. E isso devo aoscabos da linha de sonorização da Datalink, que me acompanham sempre. É uma honra fazer parte da família Datalink.
Profissionais da área de engenharia, inovação e qualidade tiveram aulas com professor e especialista da Poli-USP.
Embu das Artes (SP), quinta-feira, 6 de julho de 2023 – A Datalink visa manter e aumentar a qualidade dos seus cabos coaxiais para atender às demandas do mercado – com novas soluções e produtos inovadores. Isso significa saber aproveitar a capacitação e as vantagens adquiridas ao longo do tempo, mas, também, estar em processo permanente e deliberado de aprendizagem.
Com o propósito de contribuir para o desenvolvimento de competências institucionais por meio do desenvolvimento de competências individuais, a Datalink promoveu o curso “Capacitação competitiva” para os seus profissionais das áreas de engenharia, produção e qualidade com especialistas.
O resultado é criar uma dinâmica ainda maior de inovação e competitividade para entender e atender às novas e mutantes necessidades do mercado que busca qualidade, performance, durabilidade e segurança em cabos.
A Datalink está comprometida em desenvolver capacitações gerenciais, tecnológicas e operacionais para o seu time de colaboradores com a missão de entregar o melhor cabo para o mercado nacional e mundial.
Alguns dos profissionais que participaram do curso. Crédito: Divulgação | Datalink.
Produtos são fabricados com matéria-prima de origem certificada e em processo industrial moderno.
Embu das Artes (SP), 06 de julho de 2023 – A Datalink fabrica cabos da linha de Áudio Frequência (AF) com a melhor qualidade e performance para os mais diversos segmentos econômicos – indústria, comércio, serviços, telecomunicações, agronegócio etc. – e soluções específicas para o seu negócio.
Com um complexo industrial organizado e moderno, a empresa garante prazo de entrega rápido e para todo o País. O cliente tem, ainda, assistência e acompanhamento de sua equipe técnica da venda ao pós-venda. O melhor custo e benefício no mercado brasileiro, porque respeita o seu negócio.
A Datalink garante qualidade de ponta a ponta, desde o momento em que os clientes procuram a empresa para adquirir ou conhecer os nossos cabos, pois são atendidos por uma equipe técnica qualificada de vendas [aqui nosso canal de vendas] que pode orientar e tirar dúvidas sobre o produto a ser adquirido conforme sua necessidade.
Tour virtual e matéria-prima certificada Para o cliente que quer conhecer mais a empresa, temos o tour virtual ao vivo [saiba mais clicando aqui] por todas as instalações da Datalink – do setor administrativo, gerência de produtos, de inovação e desenvolvimento até área de produção.
Para que os cabos alcancem a melhor performance que a sua empresa precisa, a Datalink utiliza matéria-prima de qualidade e com certificação de origem e na especificação correta. Os cabos antes de serem entregues para o cliente passam por um rigoroso controle de qualidade.
Confira, os tipos de cabos da linha AF da Datalink:
Cabos AFT Usados em instalações eletroeletrônicas, áudio, informática, automação, segurança predial e sistemas de refrigeração, esses cabos são compostos por isolação das vias em PE ou PVC, condutor em cobre estanhado para facilitar a solda em placas e possuem blindagem em malha de fio de cobre estanha. A blindagem é em trança. Uma característica principal são suas vias reunidas todas juntas.
Cabos AFD Utilizados em sistemas hospitalares, automação comercial, automação industrial e sistemas de áudio, a blindagem do cabo AFD é feita par-a-par para garantir total isolação entre os sinais.
Esses cabos são reunidos em pares, sendo que cada par é responsável por enviar um pacote de dados e cada par é blindado individualmente para evitar a interferência de sinal entre eles.
A blindagem é composta de fita aluminizada e uma corda de fios de cobre estanhado conhecida como dreno.
Cabos AFS Muito utilizados em equipamentos hospitalares, automação comercial, industrial e sistemas de áudio, a blindagem do cabo AFS é composta por dupla blindagem, a primeira em fita aluminizada e a segunda é uma malha de fio de cobre estanhado.
Cabos AFE Cabos utilizados em instalações de equipamentos eletrônicos, sonorização profissional, áudio e vídeo assim como aplicações que exigem blindagem das interferências eletromagnéticas. A blindagem em espiral garante proteção de 100% de cobertura.
Linha indicada para quem gosta de um bom som, aliando custo e benefício.
Embu das Artes (SP), 29 de junho de 2023 – A Datalink, fabricante de cabos e conectores de alta qualidade e performance, lança um novo conceito de embalagem para a sua linha Garage, específica para instrumentos musicais – como guitarra, violão, teclado etc. Com o slogan “Arte do começo ao fim”, a ideia é unir produções artísticas: desenho, pintura e música. Para este lançamento, a Datalink convidou o grafiteiro de Embu das Artes, Luan Ribeiróvisk (@luanribeirovisk), que aprovou a ideia e elogia a empresa pela oportunidade de mostrar a sua arte e espera que outras empresas sigam a iniciativa.
A proposta, como explica a coordenadora de marketing da empresa e uma das idealizadoras do projeto, Cristina Harms Camacho, é convidar outros artistas para novas embalagens, que unem beleza e funcionalidade. “A arte tem tudo a ver com a Datalink, desde os cabos que fabricamos, o uso dos nossos cabos de sonorização na cena musical brasileira até termos o nosso complexo industrial instalado no maior polo artístico de São Paulo, que é Embu das Artes”, observa Camacho.
Ribeiróvisk diz que o momento da criação da embalagem foi bem tranquilo porque já conhecia a linha Garage, “fiquei realmente bem feliz com a coincidência de ter amigos artistas patrocinados pela marca”. Para ele, a nova embalagem mostra o compromisso da Datalink com a arte e até estabelece “uma conversa” melhor e direta com o próprio cliente.
O artista Luan Ribeiróviski. Crédito: Acervo pessoal.
O artista fala um pouco da sua inspiração para esta produção: “Música, para mim, traz muitos sentimentos, do mais melancólico, romântico ao de maior curtição e leveza. Compus a imagem fazendo um mix de tudo isso, tendo como base a suavidade que se expressa nas cores e no desenho das flores.”
Para a coordenadora de marketing, é importante “vermos a convergência de diversos saberes e competências, das áreas de engenharia, de qualidade, de inovação, de vendas da empresa sendo valorizada pela arte”.
Cristina Harms Camacho endossa que o projeto prevê o convite para outros artistas. “A Datalink chega aos 30 anos de mercado renovando seu compromisso com o melhor para o cliente, de ponta a ponta: do desenvolvimento e fabricação do produto, utilização de matéria-prima confiável e segura até os cabos chegarem às mãos do consumidor final”, elogia.
Embalagem reúne arte e estrutura para evitar danos aos cabos. Crédito: Cristina Harms Camacho.
Garage: custo e benefício A linha Garage foi a primeira que a Datalink colocou no mercado nacional e obteve sucesso. O cabo se destina ao público que quer conciliar custo e benefício. “A Garage entrega resultados incríveis com preço acessível”, explica Maurício Fernandes, gerente de Vendas da Datalink, que é músico e guitarrista há 30 anos.
O próprio nome Garage, lembra Maurício Fernandes, foi inspirado na história de bandas internacionais e nacionais, entre os anos 1950 e 1960, que começaram com jovens músicos se reunindo na garagem de casa para tocar bem alto seus sons, principalmente nos subúrbios dos Estados Unidos.
A repaginação da embalagem da linha Garage Instrumental, observa o gerente de Vendas da Datalink, além da arte, “está estruturalmente melhor e protege o cabo de qualquer intempérie externa.”
Para Maurício Fernandes, a Datalink oferece mais esse presente aos músicos, “que fazem do ofício praticamente um ‘sacerdócio’ na entrega do melhor para o público. Estamos realmente comprometidos com essa missão”, afirma.
Confira a linha Garage e as demais da área de sonorização emhttps:/sonorizacao/
Linha Garage Instrumentos
Timbres mais nítidos: Matéria-prima de alta pureza de máxima qualidade
Longa durabilidade: Plugs P10 mais resistentes e com ponta dourada
Abraçadeiras: Para manter seu cabo bem embalado
Grande flexibilidade: Capa de PVC emborrachado altamente resistente
Som sem interferências: Dupla blindagem com semicondutora e trança metálica
Sustentabilidade, social e governança nas ações da fabricante de cabos e conectores.
Embu das Artes, 21 de junho de 2023 – O que deve estimular o mundo dos negócios a adotar práticas associadas ao ESG, acrônimo em inglês para as palavras environmental, social and governance, ou, em português, ambiental, social e governança? A construção de uma imagem mais positiva perante à sociedade, em tempos de emergências climáticas e de cobrança de responsabilidades sociais? A obtenção de melhores resultados e balanços financeiros? A parte financeiro-econômica é importante, mas não deve ser o motivador principal para que uma empresa adote a prática ESG.
Se antes ter responsabilidade socioambiental era visto como filantropia, como custo e desvinculado do negócio, hoje ganha centralidade nas atividades econômicas. No Brasil, ainda se está no começo dessa mudança, mas muitas empresas já estão dando os primeiros passos. A Datalink é uma delas.
Adriana das Neves, gerente administrativa da Datalink. Crédito: Cristina Harms Camacho.
Em 2023, ano em que completou 30 anos de atividade, a Datalink – fabricante brasileira de cabos e conectores – está focada na elaboração do seu plano de implementação da prática ESG. “Criamos um projeto que prevê diversas ações nas três dimensões ESG – ambiental, social e governança”, explica Adriana das Neves, gerente administrativa da empresa. Segundo ela, o “principal é garantir a construção de relações verdadeiras entre o negócio, os colaboradores e a sociedade para se obter a sustentabilidade e a governança”.
Entre as ações que já estão em operação, indica Adriana, “temos, internamente, o canal de denúncias, políticas de anticorrupção e a contratação de empresa de assistência psicológica para atender, de forma gratuita, aos nossos colaboradores. Já na relação com a sociedade, mantemos um apoio mensal para a compra de material didático doado para uma escola do bairro onde o complexo industrial da Datalink está instalado”.
Ainda na parte externa, acrescenta Adriana, a Datalink se engajou no projeto “Apoiador Institucional“ do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), onde a empresa apadrinha turmas escolares para participação na Jornada CIEE de Matemática, que visa, por meio de um aplicativo, incentivar os alunos e ao mesmo tempo auxiliá-los em suas dificuldades de forma lúdica e divertida.
Na parte ambiental, a Datalink, segundo a gerente administrativa, vem implementando tecnologias para captação ereuso da água da chuvano processo de fabricação de cabos e prevê a criação da central de resíduos, “onde será feita a correta separação e destinação de resíduos diversos”.
Ainda na questão corporativa, a Datalink reforçou a sua atenção em garantir ambiente de trabalho saudável em termos físicos e de processos industriais seguros, mas também na dimensão do social e psicológica. “Recentemente, nos inscrevemos no Great Place to Work (GPTW), certificação que atesta a qualidade da empresa na gestão de pessoas e na cultura organizacional”, observa Adriana das Neves.
Como chegamos ao padrão ESG Da primeira revolução industrial, no século XVIII, aos tempos contemporâneos, os modos de produção passaram por muitas mudanças tecnológicas. A sociedade por muitas vezes foi impactada e sofreu os acidentes para além dos muros das fábricas. O caso mais famoso é o smog quando milhares de pessoas, em Londres, na Inglaterra, na metade do século XX, morreram de falta de ar por causa dos particulados no ar. De lá para cá, podemos até ter aprendido algumas coisas, mas novos incidentes ocorreram, com mortes, doenças e destruição ambiental. Infelizmente, são muitos os acidentes, inclusive no Brasil.
Smog
O Nevoeiro de 1952, conhecido também como Big Smoke, foi um período de severa poluição atmosférica, entre os dias 5 e 9 de dezembro de 1952 que encobriu a cidade de Londres. O fenômeno foi considerado como um dos piores impactos ambientais até então, sendo causado pelo crescimento incontrolado da queima de combustíveis fósseis na indústria e nos transportes. Acredita-se que o nevoeiro tenha causado a morte de 12.000 londrinos, e deixado outros 100.000 doentes.
No século XXI, a questão se apresenta ainda com maior protagonismo e relevância. Os cientistas e especialistas vaticinam: não dá para fechar os olhos ou fazer cara de paisagem frente às emergências climáticas e à disfunção de muitas atividades econômicas.
A sigla ESG, segundo informações do site Estratégia ODS, foi utilizada, pela primeira vez, em 2004, a partir de uma carta das Nações Unidas remetida a 55 das principais instituições financeiras do mundo, convidando-as a integrar tais princípios ao mercado financeiro. O Pacto Global publicou, no mesmo ano, em conjunto com 20 instituições financeiras de nove países distintos, o relatório “Quem se importa, ganha” (Who cares wins), com recomendações para integração das questões ambientais, sociais e de governança à gestão de ativos e corretagem de valores mobiliários.
O que se coloca para o mundo econômico é que a mudança é fundamental à sobrevivência humana na Terra. Por isso, para que a prática ESG seja verdadeira e não apenas uma peça de marketing positivo, a transparência é uma das palavras-chave de uma estratégia que deve envolver respeito à natureza, à sociedade.
Se antes ter responsabilidade socioambiental era visto como filantropia, como custo e desvinculado do negócio, hoje ganha centralidade. A questão está colocada para todos: como fazer a transição da atividade econômica predatória para a regenerativa, e não neutra.
Tecnologia aliada Ao longo do tempo, a tecnologia vem avançando e permitindo conhecer, com mais precisão e certeza, os impactos e resultados que os processos industriais geram. Sabe-se, por exemplo, que a queima sem controle de combustível fóssil significa muito material particulado no ar, muito monóxido de carbono. Da mesma forma, tem-se mais informação sobre gases de efeito estufa e como medir o quanto está se emitindo e contabilizar tudo, não só nas emissões de gases, mas nos efluentes líquidos.
É uma consciência importante das empresas tangibilizar qual o custo ambiental e social que está criando com seu modo de produção. Ou seja, é crescente ações empresariais preocupadas com o que produz e como.
Economia circular Uma das ferramentas utilizadas nesse novo olhar produtivo é a economia circular. Ela mostra desde a retirada da matéria-prima da natureza, o círculo do processo, produção, venda, utilização do cliente e o descarte.
É no descarte que a economia circular se faz: é a matéria-prima que entra de novo numa cadeia produtiva, não apenas como resíduo. Por exemplo: na reutilização do plástico de uma garrafa de água sem rótulo, que não tem nada escrito, diminui a quantidade de resíduos não reciclados. Então, produzir coisas mais duráveis, fazer logística reversa com os resíduos, são outros exemplos da economia circular.
As empresas terão de mudar por ser uma vantagem competitividade e por regulamentações ambientais que estão sendo criadas. Hoje, não dá para pensarmos a vida ou em negócios sem levantar em conta as questões relativas à mudança climática, responsabilidade social e tudo isso ligado à governança das empresas.
O S da prática ESG O social da prática ESG é a relação entre a empresa, o cliente, a sociedade, os fornecedores, os colaboradores, o governo. Ele é interação, relação e um espaço para que as partes interessadas se manifestem, interajam, encaminhem sugestões, ideias e críticas. O social do ESG está dizendo que todos impactados por uma atividade econômica, não importa qual seja, devem ser ouvidos. Precisamos entender que este social é relacionamento baseado em premissas de transparência.
Neste 14 de junho, Dia Mundial do Doador de Sangue, contamos a história inspiradora de Edson Borges, gerente da Datalink.
Embu das Artes (SP), 14 de junho de 2023 – Em 1996, o jovem Edson Borges, aos 18 anos de idade, foi se alistar no Serviço de Recrutamento e Preparo de Pessoal da Aeronáutica (Serep). Na ocasião, conheceu a campanha para doação de sangue. Ele não pestanejou e se apresentou como voluntário.
Em maio último, mais precisamente no dia 12, o hoje engenheiro e gerente de Tecnologia e Inovação da Datalink – fabricante brasileira de cabos e conectores – fez mais uma doação de sangue ao completar 45 anos de idade e 27 anos ininterruptos como doador. “Não parei mais desde aquela época. Iniciei com a meta de fazer quatro doações anuais, na modalidade voluntário. Atualmente, faço duas doações como voluntário noBanco Pró-Sanguee fico disponível para doações para familiares e amigos”, explica ele.
Nessa última condição, ele lembra que uma tia teve de colocar um marcapasso e precisou de sangue para reposição. “Fui o doador, é claro. Isso me trouxe uma nova forma nessa solidariedade: duas vezes, por ano, como voluntário e outras vezes fico disponível quando necessário para familiares e amigos”, observa o engenheiro da Datalink.
Para reforçar a sua decisão, Edson Borges ficou sabendo que o seu tipo de sangue de Edson Borges, o B negativo, é um dos que têm pouco estoque no País. “Acredito que foi um fator que pesou ainda mais para me manter como um doador regular e permanente”, destaca ele.
Segundo informações do Ministério da Saúde, uma pessoa adulta tem, em média, cinco litros de sangue em seu organismo. Em cada doação, podem ser coletados entre 420ml e 470ml de sangue, além de 25ml a 30 ml para os exames laboratoriais. Levando em conta esses números, e fazendo um cálculo sobre quatro doações anuais durante 27 anos, Edson Borges doou dois litros de sangue por ano e 54 litros ao todo desde 1996 até agora.
Edson Borges em mais um dia de doação de sangue. Crédito: Acervo pessoal.
O sangue é reposto pelo organismo. A reposição do volume de plasma ocorre em 24 horas e a dos glóbulos vermelhos em quatro semanas. Entretanto, para o organismo atingir o mesmo nível de estoque de ferro que apresentava antes da doação, são necessárias oito semanas para os homens e 12 semanas para as mulheres. Por isso, o intervalo mínimo entre uma doação de sangue e uma doação de plaquetas é de 56 dias; entre plaquetas e sangue, 72 horas. O número máximo de doações de plaquetas, por mês, é de quatro doações; e por ano, 24 doações.
Ato de amor Ao pé da letra e sem vergonha de falar ou repetir o que se diz um chavão, o engenheiro mostra que a doação de sangue é realmente um ato de amor. Sem dúvidas, é um gesto solidário que pode salvar a vida de pessoas que se submetem a tratamentos e intervenções médicas de grande porte e complexidade, como transfusões, transplantes, procedimentos oncológicos e cirurgias. Mas também para pacientes com doenças crônicas graves – como Doença Falciforme e Talassemia – possam viver por mais tempo e com mais qualidade, além de ser de vital importância para tratar feridos em situações de emergência ou calamidades.
Ou seja, ressalva Borges, sempre tem gente que precisa de sangue, “por isso o sentido de ‘banco de sangue’. Fazemos um ‘depósito’ não apenas para o outro, mas para nós também”. Uma única doação – equivalente a uma bolsa de 500 ml – pode salvar até quatro vidas. A doação regular é fundamental para manter os estoques de sangue sempre abastecidos.
O consumo do sangue, como destaca o órgão ministerial, é diário e contínuo, pois ele é utilizado em diversas situações: em anemias crônicas, cirurgias de urgência, acidentes que causam hemorragias, complicações da dengue, febre amarela, tratamento de câncer e outras doenças graves. O órgão também ressalta que não há um substituto para o sangue.
Todo sangue doado é separado em diferentes componentes (hemácias, plaquetas, plasma) e assim pode beneficiar vários pacientes com apenas uma unidade coletada.
O engenheiro afirma que, durante essas quase três décadas, não enfrentou nenhum tipo de problema em conciliar a vida profissional e pessoal e as doações. Segundo ele, hoje está muito mais acessível porque o funcionamento dos bancos de sangue está mais abrangente. “Se antes, a doação era feita apenas durante a semana, de segunda a sexta-feira, agora podemos doar aos sábados, nos feriados e em alguns domingos por mês, com horários maiores”, observa, e faz questão de acrescentar: “Não há desculpa, nesse sentido.”
Filosofia de vida Edson Borges criou a seguinte rotina para as suas doações voluntárias: “Como disse, são feitas duas vezes ao ano, e são com essa simbologia: uma, no dia do meu aniversário [12 de maio], para agradecer a graça de mais um ano de vida com saúde; e a outra é no último dia útil do ano, em agradecimento por mais um ciclo de vida.”
O engenheiro da Datalink faz questão, ainda, de evidenciar que a doação não dói e é rápida. Ele aconselha: “Se a pessoa estiver com boa hidratação e tiver uma alimentação saudável, ela consegue completar uma bolsa de sangue de 500 ml em cinco minutos, que é o meu caso. Essa bolsa pode salvar quatro vidas. Durante esses anos todos essa é a minha média de tempo da minha doação de sangue, cinco minutos.”
Casal endorse da marca, Bia e Ulysses falam como se conheceram e os projetos musicais que tocam juntos.
Neste 12 de junho, Dia dos Namorados, a Datalink shippa todos os casais in love. Em qualquer cenário romântico, a música é quase um idioma de sentimentos amorosos e apaixonados. Que o diga o casal Beatriz Lima e Ulysses Sebastião, nossos parceiros dalinha de cabos de sonorização. Ela, baixista, é endorse da marca há dois anos; ele, baterista, desde 2016.
As vantagens dos cabos da Datalink, afirma Bia, são muitas: “Utilizo os cabos em todas as ocasiões, nas apresentações, no estúdio, nas aulas. Os cabos da empresa me entregam todos os timbres e, no contrabaixo elétrico, sonoridades mais graves, inclusive.”
Já Ulysses lembra que começou com a marca, em 2016, ao ser convidado para tocar no stand da Datalink, na ExpoMusic [feira internacional de música de São Paulo]. São os melhores cabos do Brasil, sem dúvidas nenhuma. Asseguro. Com eles, não tem ruído nem conexão ruim. Os cabos da Datalink fazem toda a diferença na minha vida musical.”
História de cinema Juntos há mais de dez anos, Bia e Ulysses se conheceram numa cena musical na Igreja Católica. Bia diz que o encontro do casal renderia um filme. Ela descreve:
“Nos conhecemos em um evento da Igreja Católica. Ulysses estava preparando um aluno de bateria que participaria desse evento e eu, por coincidência, faria minha estreia no baixo-elétrico. Cheguei atrasada e me disseram que o baterista que tocava conosco não poderia comparecer. Aí, falaram que tinha um baterista profissional no local. Quem era? O próprio, o Ulysses. Ele aceitou na hora ajudar a nossa banda. Quando subi ao palco ele já estava posicionado. Então, disse que iria ficar mais próximo dele porque baixo e bateria precisam estar em sintonia. Foi muito legal. Fizemos o show como se já tocássemos juntos há anos. Foi assim que nos conhecemos. As primeiras palavras que trocamos foi realmente a própria música.”
Um encontro que se transformou em projetos musicais e, depois, em parceria de sucesso com a Datalink. O casal mantém duas empresas, aEscola e Cerimonial D´Brothers. “Nos nossos eventos musicais, nos nossos shows, estamos sempre com os cabos da Datalink, que nos garantem qualidade e entregam todos os timbres, e não nos causam nenhum problema de conexão”, afirma Ulysses.
Parceria de vida O casal até tentou separar o profissional do pessoal, mas não foi bem isso que aconteceu. Quem fala é o Ulysses:
“Tentamos separar o profissional do particular, mas é bem difícil. Até porque unidos conseguimos manter nossas duas empresas. Temos muitas ideias diferentes, mas isso também nos faz ver e entender assuntos de maneiras diferentes. O amor que temos um pelo outro, com certeza, é o elo do nosso dia a dia e que nos deixa fortes para enfrentar dificuldades, desafios e também os momentos de alegria, com toda a certeza. Sempre tentamos guardar um tempinho para “nós” e isso é muito importante.”
A playlist do casal tem músicas de estilos diferentes, mas que embalam, como dizem, todo tipo de amor, do mais roqueiro ao romântico. Bia e Ulysses indicam:
“Gostamos de “Goodnight kiss”, de Dream Theater, do “Body and Soul”, de John Green; do clássico “Isn´t she lovely”, do Steve Wonder. E tem, ainda, a música tocada no nosso casamento, o “Por você”, canção do Barão Vermelho.”
Beatriz e a música Iniciei meus estudos musicais com alguns amigos da Igreja [católica]. Tive a sorte de encontrar pessoas muito bacanas que me influenciaram e me ajudaram nessa trajetória. Em pouco tempo, já estava tocando violão na Igreja. Com 17 anos de idade comecei a tocar baixo na Igreja. Na época, nem sabia que existia o baixo [rsrsrs], mas me encantei pelo instrumento. Tanto que passei na Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (Emesp) e estudei seis anos com os mestresGabriel BahliseItamar Collaço.
Já fiz alguns trabalhos temporários quando adolescente, vendedora e distribuição de propaganda, mas quando definitivamente coloquei a música em primeiro plano, consegui saltar voos que nunca imaginei, sou muito grata por isso. Com 18 anos a música já era o meu único trabalho.
Ulysses e a música Meu primeiro contato com a música foi com o violão do meu segundo irmão mais velho – somos um total de cinco irmãos, todos músicos! – que ganhou de nossa avó materna. Como ele era o único que ganhou de presente, nosso pai fez questão de dar para cada um violão também. Iniciamos na música tocando violão na Igreja. Daí, surgiu a ideia de cada um ir para um instrumento formando assim uma banda, inclusive daí surgiu o nome D’ Brothers. Aos 17 anos de idade entrei na antiga Universidade Livre de Música Tom Jobim (ULM), atualmente Emesp. Em seguida e de forma paralela à faculdade de música, sou baterista e maestro da orquestra e coral nos eventos que promovemos na empresa. Sou muito realizado profissionalmente, além de estar acompanhado de uma grande mulher que é a Beatriz. Sou grato à Deus e às oportunidades que tive e que tenho na vida.
A área de engenharia da empresa vem elaborando programas para a utilização de recursos naturais, como a água e a energia elétrica, de forma sustentável.
Embu das Artes (SP), 05 de junho de 2023 – A Datalink – fabricante brasileira de cabos e conectores – celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, neste 5 de junho, reafirmando seu compromisso com práticas industriais e produtivas sustentáveis.
A preocupação com a eficiência no uso da água e de energia elétrica no seu processo fabril vem ocupando lugar de destaque nas estratégias da Datalink em prol da prática de ações sustentáveis, que evitem o desperdício de recursos naturais. A empresa tem consciência de que o mercado e os consumidores sinalizam, com toda a razão, a necessidade do uso racional dos recursos naturais, assim como fazer o descarte correto e adequado de resíduos (logística reversa).
Foto e arte: Cristina Harms Camacho.
Como resultado, a Datalink vem desenvolvendo a implementação de diferentes metodologias e padrões referenciais para que a fabricação de cabos e conectores também experimente a mesma performance dos seus produtos – que já conquistaram a excelência em qualidade e durabilidade.
A equipe da Datalink está imbuída em planejar e executar procedimentos que evitem o desperdício de recursos naturais, na fábrica, por isso, implantou um sistema de reuso da água pluvial (da chuva) no processo de fabricação dos cabos e conectores utilizados nas mais diversas atividades econômicas – de telecomunicação, automação, agronegócio à sonorização. Foram instaladas calhas, ao longo das instalações da empresa, para captação da água de chuva e direcionamento ao processo produtivo em que o recurso hídrico é necessário.
Foto e arte: Cristina Harms Camacho.
Luz natural, vegetação e saguis Outra ação importante é a utilização, na área industrial, da luz natural. Isso porque o complexo industrial da empresa, que fica em Embu das Artes (SP), foi planejado e construído para possibilitar o uso da energia natural e solar.
A empresa também disponibiliza, em todas as suas dependências, lixeiras de reciclagem para o descarte correto de qualquer tipo de resíduo. Além disso, a Datalink faz o descarte correto dos resíduos advindos da fabricação dos cabos, que utiliza o cobre como matéria-prima principal.
A construção do complexo industrial da Datalink, em 2013, inclusive, levou em consideração a preservação máxima da área verde local, com a preservação de árvores frutíferas, inclusive. Por isso, é normal os funcionários da Datalink receberem a visita amigável de saquis nas instalações fabris.
Cinquenta anos Celebrado anualmente, o Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1972. Neste ano comemora-se pela 50ª vez o Dia Mundial do Meio Ambiente, com o alerta de que a eliminação da poluição plástica é fundamental para a manutenção da vida. Sob o lema #CombataAPoluiçãoPlástica, a data oferece uma oportunidade para ampliar o apelo aos governos, cidades e empresas, a fim de que invistam e implementem soluções para acabar com a poluição plástica.
Foto: Hailton Gabriel de Souza Silva. Arte: Cristina Harms Camacho.
Sobre a Datalink A Datalink é uma das principais fabricantes de cabos e conectores de alta qualidade e performance de comunicação e controle para aplicações industriais, agrícolas e smart cities. Empresa brasileira cujo portfólio de produtos atende diversos segmentos econômicos, entre eles: agronegócio, automação industrial e predial, automotivo, energia solar, estética, saúde, sonorização e telecomunicações. A história da Datalink lembra histórias de empresas como Embraer, Embrapa, Petrobrás e Weg, entre outras, que mostra a capacidade industrial e competência da engenharia brasileira. A qualidade, a excelência e a segurança dos seus produtos são a marca da Datalink criada em 1993 e com seu complexo industrial instalado em Embu das Artes (SP). Mais informações em www.afdatalink.com.br.
Informações para a imprensa Assessoria de Imprensa Datalink Rosângela Ribeiro Gil imprensa@ +55 13 99712-8067