Há 30 anos no mercado, a Datalink oferece, em seu portfólio de qualidade reconhecida pelo mercado, cabos elétricos de controle – utilizados e recomendados para sinalização de equipamentos elétricos, circuitos de comando, cabeamento estruturado, painéis de controle, botoeiras, automação de subestações, usinas geradoras, sistemas microprocessados, ligações de máquinas, entre outros.
O cabo de controle é um modelo específico para a condução de energia elétrica até terminais que são responsáveis pelos comandos de equipamentos e máquinas. Geralmente, os cabos de controle são fabricados para atuarem em ambientes agressivos comuns nas linhas de produção de indústrias, e mesmo em instalações fixas ou móveis (serviços leves).
Por estar diretamente ligado à corrente elétrica, o cabo de controle tem especificações importantes, como possuir condutor de cobre flexível classe 2 e 5, conforme ABNT NBRNM 280, tornando-o apto para trabalhar com tensões de 300 a 1000V e em ambientes com temperatura de até 70°C. Por isso, entre as várias vantagens do cabo de controle, destacam-se: excelente flexibilidade; resistência à umidade e a alguns produtos químicos; resistência também aos efeitos do raio solar; antichama etc.
Para cumprir seu objetivo com a segurança necessária, a fabricação dos cabos de controle segue normas rigorosas para que não ofereçam riscos ao mercado consumidor do material. Por isso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) tem a NBR7289/2014 que especifica os requisitos mínimos de desempenho para cabos de controle multipolares com condutor de cobre, isolados com polietileno termoplástico (PE) ou policloreto de vinila (PVC), para tensões até 1 kV, com cobertura.
O perigo dos cabos desbitolados
É sempre bom reafirmar que um tipo de cabo como esse, precisa seguir, à risca, as normas técnicas e entregar realmente o que diz estar no produto.
Os cabos de controle elétricos devem possuir uma determinada quantidade de cobre para cada bitola. As bitolas, chamadas tecnicamente de seções nominais, referem-se à área de um fio elétrico, ou a espessura do fio. Se esta for menor que o ideal, o sistema elétrico corre o risco de ficar sobrecarregado, com consequências indesejáveis.
É a quantidade de cobre que vai conferir e garantir ao cabo a capacidade de condução em amperes, sem o risco de sobrecarga. Por isso, não se pode buscar economia vendo apenas o preço dos cabos de controle, porque eles podem ter quantidade insuficiente de cobre. É o que o mercado define como “cabo desbitolado”, aquele que tem menos cobre (menor bitola) do que indicado em sua gravação ou do que foi solicitado no momento da compra. A quantidade suficiente de cobre é importante para atender à corrente para a qual foi adquirido.
O cabo desbitolado, além de não atender às normas de segurança, ocasiona o aquecimento e a deterioração do isolamento. Ele causa, num primeiro momento, o aumento do consumo de energia elétrica, mas, depois, pode causar até um curto-circuito e incêndio.
Como explica a gerente de Vendas da Datalink, Elizangela Cristina das Neves, “vamos supor que o cliente quer o cabo 2×1,5mm². Ele faz uma cotação e encontra um valor mais barato, que traz a gravação de 2×1,5mm². Todavia, quando se vai medir o cabo não tem aquele valor especificado, mas 2×1,3 ou até menos. Ou seja, são os cabos com menos cobre, que chamamos de desbitolados”.
Isso acontece, prossegue Neves, porque o cobre é o principal custo dos cabos de controle. “É uma forma desleal e perigosa de ganhar os pedidos. Uma atitude que a Datalink rechaça totalmente. Primamos pelo respeito, transparência e qualidade. O que o nosso produto diz entregar é o que realmente está embarcado nele”, destaca a gerente. Ela endossa: “Na Datalink, não temos cabos desbitolados, mas cabos de controle de altíssima qualidade e segurança.”
Para saber mais sobre os cabos de controle, características, valores, entre em contato com o Canal de Vendas da Datalink, de segunda a quinta-feira, das 8h às 18h, e às sextas-feiras, das 8h às 17h, clique aqui para ver os telefones e e-mails da nossa equipe.
Qualidade e segurança
Os cabos de controle da Datalink levam a marca da qualidade, com certificação adequada que garante atender ao projeto do cliente de forma satisfatória e segura. Segurança e qualidade asseverada por nossos clientes que têm à disposição um portfólio de condutores elétricos adequados a projetos diferenciados.
Outro ponto diferenciado que garante a marca Datalink é atender aos clientes em todo o Brasil de forma ágil e segura. Para tanto, contamos com uma equipe de vendas preparada para o melhor atendimento, que vai entender suas necessidades de projeto, prazo e custos.
Confira a nossa linha completa
Os cabos de controle da Datalink. Crédito: Cristina Camacho.
Cabos de controle Controlflex fita de cobre
Fita de cobre nu – Cabos utilizados para sistemas de controle, comando, sinalização e acionamento de equipamentos elétricos industriais em instalações aonde se quer proteção contra interferências, ruídos e campos magnéticos. Este tipo de blindagem propicia uma boa resistência mecânica.
Cabos de controle Controlflex sem blindagem
Cabos utilizados para sistemas de controle, comando, sinalização e acionamento de equipamentos elétricos industriais.
Cabos de controle Controlflex BC – blindagem coletiva
Blindagens de fita de poliéster mais alumínio e dreno (corda de cobre estanhado). Esse tipo de blindagem confere uma proteção contra cargas eletrostática onde são escoadas pelo condutor dreno ao aterramento da instalação.
Cabos de controle Controlflex TC e TS – blindagem com trança de cobre nu ou estanho
Blindagens com Tranças – São indicados para ambientes a onde há indução de correntes mais elevadas conferindo ao cabo uma proteção extra protegendo os condutores internos contra essas interferências. Apresentam resistência mecânica mais elevada comparado as blindagens com fita de alumínio.
Em 2023, na celebração do 8 de março, Dia Internacional da Mulher, as mulheres reafirmam a luta por um mundo livre de estereótipos, violência e com oportunidades sem discriminação no trabalho e na vida social, e em defesa do planeta.
A população do Brasil, conforme a PNAD Contínua de 2021 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é composta por 51,1% de mulheres. No mercado de trabalho, o País precisa avançar em pautas que tenham como objetivo a valorização das mulheres. Atualmente, o Brasil ocupa a 78ª posição no ranking sobre igualdade de gênero, segundo o Índice de Gênero dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de 2022.
“O Índice de Gênero dos ODS 2022 soa um alarme sobre a igualdade de gênero não só no Brasil: o progresso no mundo todo tem sido lento nos últimos cinco anos. No ritmo atual, o prazo de 2030 para alcançar a igualdade de gênero não será cumprido.” (Plan Internacional)
Dentro deste cenário, segundo Flávio Legieri, CEO e Cofundador da Intelligenza IT, maior consultoria nacional de tecnologia SAP para RH, “uma das principais iniciativas que as empresas precisam adotar para transformar o cenário do mercado atual é investir em ações inclusivas, com projetos voltados para a manutenção e garantia de um ambiente de trabalho diverso e responsável”.
Cláudia Marquesani, fundadora da Women On the Way, consultoria que auxilia mulheres da tecnologia a evoluírem suas carreiras, observa que é importante as organizações trabalharem em iniciativas internas, a fim de entender qual sua responsabilidade no contexto social em que está inserida e identificar como pode contribuir para apoiar e estimular o sucesso feminino no mercado.
Entre os principais desafios impostos às mulheres que buscam sua ascensão profissional, Marquesani relaciona: “A falta de presença feminina em alguns segmentos como a tecnologia, por exemplo, é algo que pode afetar as futuras gerações em termos de representatividade.” A diferença salarial e o preconceito quanto à maternidade também são tópicos sensíveis e que precisam ser trabalhados e solucionados pelas organizações, aponta a especialista.
“Os modelos sociais existentes ainda reforçam desigualdades de gênero e atrapalham o pleno desenvolvimento das meninas. Dentro de casa, elas ainda realizam o dobro de trabalhos domésticos que os meninos (67,2% das meninas contra 31,9% dos meninos), o que valida a tese de que as meninas são precocemente responsabilizadas pelo cuidado com o lar e com as pessoas.” (Plan Internacional)
Para ela, neste momento especial dedicado às mulheres, as empresas devem entender a importância de atuar de forma mais inclusiva, oferecendo mais oportunidades de emprego, valorização da presença delas em cargos de liderança, programas de treinamento, desenvolvimento de apoio e ações que promovam a igualdade de gênero e a diversidade nos postos de trabalho.
Inclusão digital As observações de Claúdia Marquesani vão ao encontro do tema adotado, em 2023, pela ONU Mulheres, o da inclusão de mulheres e meninas na educação digital, como meio de reduzir as desigualdades econômicas e sociais.
Incorporar a perspectiva de gênero na inovação, tecnologia e educação digital de forma transformadora ajudaria mulheres e meninas a se tornarem mais conscientes de seus direitos e fortalecer o exercício delas, além do seu ativismo. Os avanços na tecnologia digital oferecem novas possibilidades para solucionar os desafios humanitários e de desenvolvimento e para realizar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da Agenda 2030, como o Objetivo 5 (confira quadro abaixo, nesta matéria).
“A violência está presente no cotidiano das mulheres brasileiras. Desde o assédio moral e sexual até o feminicídio, diferentes dimensões da violência marcam a experiência da vida de mulheres de todas as idades no País. O problema é tão grave, que recentes conquistas legais, como a Lei do Feminicídio, de 2015, reconhecem a especificidade desta violência.” (Fórum Brasileiro de Segurança Pública)
Infelizmente, as oportunidades abertas pela revolução digital também representam o risco de perpetuar a atual dinâmica de desigualdade de gênero. As crescentes desigualdades são cada vez mais evidentes no contexto das competências digitais e do acesso às tecnologias, uma divisão digital que deixa as mulheres para trás. Portanto, o desenvolvimento da educação digital e inclusiva e da tecnologia transformadora é um requisito fundamental para um futuro sustentável.
Falas das trabalhadoras da Datalink A seguir, algumas funcionárias da Datalink falam sobre a importância do Dia Internacional da Mulher. Apresentação das declarações por ordem alfabética.
Da esq. à dir.: Joice, Patrícia, Cristina, Elizangela e Grace. Crédito: Luiz Guilherme dos Santos Souza.
Cristina Harms Camacho – Coordenadora de Marketing O Dia Internacional da Mulher é importante para pararmos e refletirmos sobre o nosso espaço na sociedade. Todos temos uma mulher, pelo menos uma, como nossa fonte de inspiração. Tive e tenho “muitas” que contribuíram na construção de mulher – como ser humano, antes de tudo – que sou hoje. Se pudesse voltar no tempo e conversar com a Cris de 10 anos atrás, diria para ela: siga firme, pois o caminho está certo, não se preocupe em agradar a todos, e pense nela, em primeiro lugar, pois não é egoísmo, mas um gesto de carinho consigo mesma. E as lições continuam: nem sempre vai dar conta de tudo e isso não significa fracasso, apenas que é humana. E, por último e não menos importante, nunca duvide nem deixe se convencer que você não vai conseguir. Feliz dia das mulheres – empoderadas, plenas e conscientes!
Elizangela Cristina das Neves – Gerente de vendas Esse dia é muito importante, pois é uma comemoração de todos os direitos que as mulheres lutaram para ter durante muitos anos e conquistaram com muita garra e persistência. Nos beneficiamos com essas lutas, graças a elas, hoje podemos votar, trabalhar, ter salários iguais aos dos homens, cargos de chefia etc. Sem as lutas de mulheres que vieram antes de nós, não teríamos “voz na sociedade” e ainda seríamos donas de casa submissas e totalmente dependente dos homens.
Grace Oliveira – Vendedora O 8 de março é uma data especial, pois marca o poder da mulher e sua liberdade, ao longo dos anos. Nós, mulheres, conseguimos conquistar importantes avanços rumo a nossa liberdade em relação a uma sociedade que tenta nos tornar inferiores. Mas somos grandes. Somos independentes e empoderadas. Trabalhamos. Criamos nossos filhos. Estudamos. Muitas vezes sozinha, sem auxílio de marido ou de outras pessoas. Ao mesmo tempo, também temos consciência de que há ainda muito o que conquistar e quebrar preconceitos. Estamos firmes para mostrar que não podem existir diferenças e desigualdades de oportunidades entre homens e mulheres no trabalho e na sociedade. Toda mulher merece ser respeitada e admirada, porque uma mulher sempre traz uma história de superação. Somos todas guerreiras!
Joice Aparecida Ferreira Brito – Operadora de trançadeira júnior Entendo que o 8 de março é um dia especial para que as mulheres parem e reflitam sobre as suas lutas e conquistas, principalmente por igualdade e respeito ao longo da história. Por outro lado, as mulheres, por tanto que já fizeram e fazem, merecem mais que um dia, merecem todos os dias de respeito, reconhecimento e igualdade.
Patrícia Jacinto da Silva – Auxiliar de produção no setor de Montagem A data é fundamental para despertar atenção ao dia a dia da mulher. Entendo o 8 de março como uma contribuição para mostrar a nossa vida, o que enfrentamos e o quanto ainda precisamos avançar em termos de igualdade, direitos e segurança. O Dia Internacional da Mulher é um momento para refletir sobre o que já conquistamos e o quanto precisamos avançar.
Tem empresas que seguem diferenciando o salário de homens e mulheres, mesmo se exercendo a mesma função e com igual competência. Na Datalink, felizmente, não é assim. Somos valorizadas.
Outra questão importante é que não temos o direito pleno de “ir e vir”. Não temos segurança de voltarmos para casa sozinhas um pouco mais tarde, seja do trabalho, da escola ou de outro lugar, sem correr o risco de uma violência sexual, como o estupro. Uma violência que também pode estar dentro de casa.
Gostaria de falar um pouco de uma situação em que me incluo, que é a da mãe solo. Precisamos reunir todas as forças que temos, e que não temos, para educar e criar sozinhas os nossos filhos. Por isso, a igualdade no trabalho é fundamental, porque o salário a mais pode ajudar essa mãe no sustento de seus filhos, e sem a pressão de que o dinheiro não vai dar.
O Dia Internacional da Mulher, para além dos presentes que possam ser dados para celebrar a data, deve ser entendido como um “portal” para se criar solidariedade e consciência de que a mulher merece respeito, e não é um ser inferior. Nesse dia é bom falarmos e compartilharmos experiências, histórias e desejos.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. Eles compõem a Agenda 2030 da ONU.
O ODS 5 é destaca a importância de “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”, para tanto relaciona ações, como as que se seguem:
5.1 Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte.
5.2 Eliminar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e exploração sexual e de outros tipos.
5.3 Eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas.
5.4 Reconhecer e valorizar o trabalho de assistência e doméstico não remunerado, por meio da disponibilização de serviços públicos, infraestrutura e políticas de proteção social, bem como a promoção da responsabilidade compartilhada dentro do lar e da família, conforme os contextos nacionais.
5.5 Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública.
5.6 Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos, como acordado em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos resultantes de suas conferências de revisão.
5.a Realizar reformas para dar às mulheres direitos iguais aos recursos econômicos, bem como o acesso a propriedade e controle sobre a terra e outras formas de propriedade, serviços financeiros, herança e os recursos naturais, de acordo com as leis nacionais.
5.b Aumentar o uso de tecnologias de base, em particular as tecnologias de informação e comunicação, para promover o empoderamento das mulheres.
5.c Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis.
Fonte: ONU Brasil
Como nasce a data
Apesar do 8 de março ter sido oficializado como o Dia Internacional da Mulher, em 1977, pela Organização das Nações Unidas (ONU), a data foi uma construção de ações concretas de mulheres trabalhadoras já a partir do fim do século XIX e início do XX. As bandeiras eram por melhores condições e direitos no trabalho e pela participação política e pelo direito ao voto.
Uma dessas lutas ocorreu, em 1908, quando mais de dez mil mulheres marcharam pela cidade de Nova York, nos Estados Unidos, exigindo a redução das jornadas de trabalho, salários melhores e direito ao voto. Tem lugar de destaque, na constituição da data, a professora e jornalista alemã Clara Zetkin (1857-1933), ativista incansável dos direitos da mulher trabalhadora.
A data também é lembrada por outros eventos, como o incêndio na fábrica de roupas Triangle Shirtwaist, em Nova York, em 1911. Uma tragédia que desnudou as terríveis condições de trabalho a que as mulheres eram submetidas. O mais mortal acidente industrial da cidade de Nova York matou 146 pessoas: 123 mulheres e 23 homens.
As chances de escapar do fogo eram mínimas, pois as saídas da fábrica eram trancadas para impedir a saída para pausas durante a jornada. A repercussão da tragédia revelou as péssimas condições de trabalho das vítimas: cargas horárias que chegavam a mais de 16 horas diárias, salários baixos e locais insalubres.
Outro episódio fundamental foi a greve de mulheres russas, em 1917, por “pão e paz”. Aproximadamente 90 mil mulheres russas – entre operárias e esposas de soldados – manifestaram-se em São Petersburgo contra o czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação do país na Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Após quatro dias de manifestações, o czar foi forçado a abdicar, e o governo provisório concedeu às mulheres o direito ao voto.
Em 1º de março, a empresa brasileira Datalink, do ramo de cabos e conectores, completa 30 anos de atividade. Atualmente, a empresa tem um complexo industrial em Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo, que atende a um mercado diversificado – de telecomunicações, automação industrial e predial, sonorização, agronegócio, automotivo, saúde e estética etc. Desde o primeiro momento, a Datalink se destacou e conquistou a confiança do mercado pela alta qualidade e tecnologia dos seus produtos.
A história da Datalink começa, em 1993, para enfrentar um desafio brasileiro à época: ter uma indústria nacional para atender a um nicho de mercado pouco explorado e conhecido, o de fornecer cabos coaxiais montados de alta tecnologia para aplicação na interligação de centros de processamento de dados do setor bancário, os equipamentos de VSAT [Very Small Aperture Terminal]. Os cabos fornecidos pela empresa foram usados, com grande sucesso, no VSAT, que são estações terrestres de comunicação bidirecional via satélite, com uma antena parabólica menor do que 3 metros.
Esses primeiros passos foram dados na primeira sede da empresa, no bairro de Campo Belo, na capital paulista. Mas rapidamente ela ficou pequena para atender à crescente demanda por cabos e conectores. O que levou os fundadores da empresa – dois engenheiros egressos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) –a alugar uma segunda casa para suas instalações, onde foi iniciada a fabricação de produtos de alta qualidade e tecnologia que logo conquistaram uma clientela muito exigente e ávida por qualidade e segurança.
Como exemplo, já em 1995, a Datalink desenvolveu para a NEC Brasil – uma das principais empresas responsáveis pelo desenvolvimento da telecomunicação no País, que era filial da japonesa NEC Corporation, empresa de tecnologia – os cabos conectorizados para a ERB (Estação Rádio Base) do sistema de telefonia celular que começava a ser implantado no estado de São Paulo. A aceitação foi um sucesso, o que tornaram os cabos da Datalink padrão de instalações de telefone móvel em vários estados brasileiros.
Telefonia celular
Em 1998, a empresa ganhou mais projeção com o novo sistema brasileiro de telecomunicações. A Datalink se tornou fornecedora OEM (Original Equipment Manufacturer) dos mais variados modelos de cabos e chicotes elétricos para atender a players internacionais do setor que chegavam ao País, como Nortel, Lucent e outros.
Em 2003 a Datalink iniciou a fabricação de cabos coaxiais, que logo se tornaram referência nacional em qualidade e performance. Ao longo dos anos, a linha de produtos e mercados foi sendo ampliada, sempre seguindo a filosofia de oferecer aos clientes produtos de alta performance, atendimento exemplar e foco na parceria de longo prazo.
Em 2013, a Datalink inaugurou o seu complexo industrial moderno, na cidade de Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo. A fase coincidia com a empresa ganhando ainda mais projeção no mercado e ampliando seu portfólio de produtos para atender demandas da indústria, de telecomunicações, de automação, do agronegócio, de sonorização e até da área de saúde e estética.
Confiante sempre no futuro, a Datalink adotou a estratégia empresarial de investir continuamente em máquinas de última geração, equipamentos de controle do processo e de qualidade e também na melhoria dos métodos de trabalho, no treinamento da equipe e no desenvolvimento de novos produtos e mercados. Uma empresa de base tecnológica consolidada e sempre aberta às inovações.
Energia redobrada
Para a atual diretoria da Datalink, formada por três sócios-diretores, a empresa completa três décadas ininterruptas de produção industrial com vigor e energia redobrados, sabendo que não chegaram até aqui sozinhos. “Na nossa celebração de aniversário agradecemos aos nossos clientes, fornecedores, parceiros, amigos, família e, especialmente, à nossa equipe de profissionais que mantém a Datalink funcionando de forma organizada do colaborador da copa, dos setores administrativos, de engenharia ao da linha de produção, o famoso “chão de fábrica”. Sem vocês não seríamos a Datalink que somos hoje”, comemora João Coelho, um dos sócios-diretores.
Ele observa que a Datalink segue com novos projetos e de olho num mundo empresarial, social e de serviços cada vez mais conectado às tecnologias de informação e comunicação (TICs) e suas sucessivas e constantes transformações. “Com os valores de qualidade e respeito, a Datalink está pronta para os desafios desse mundo ultramoderno”, prevê João Coelho.
Empresa iniciou atividades em 1993, primeiramente com cabos coaxiais para sistemas de transmissão de dados de agências bancárias. Em 2023, seu portfólio atende demandas variadas de cabos e conectores para o mercado – de automação industrial e predial à sonorização.
Neste 1º de março, a Datalink completa 30 anos de vida. Uma história que começa, em 1993, para enfrentar um desafio brasileiro à época: criar uma indústria para um nicho de mercado pouco explorado e conhecido, o da fabricação de cabos coaxiais de alta tecnologia para aplicação na interligação de centros de processamento de dados do setor bancário.
Começamos numa pequena sede no bairro de Campo Belo, em 1993, no município de São Paulo. Em 1998, nos mudamos para uma sede um pouco maior no bairro de Santo Amaro, também na capital paulista. Em 2013, num novo patamar de crescimento e consolidação, a Datalink constrói o seu complexo industrial em Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo.
Desde o primeiro momento, a Datalink conquistou a confiança do mercado pela alta qualidade e tecnologia dos seus produtos e viu crescer a demanda por cabos e conectores.
Em 1995, a Datalink desenvolveu os cabos conectorizados para as ERB’s (estações rádio-base) do sistema de telefonia celular que começava a ser implantado no estado de São Paulo. Os cabos se tornaram padrão das instalações em vários estados brasileiros.
Em 1998, a empresa ganhou mais projeção com o novo sistema brasileiro de telecomunicações. E se tornou fornecedora OEM (Original Equipment Manufacturer) dos mais variados modelos de cabos e chicotes elétricos para atender a players internacionais do setor que chegavam ao País.
Em 2013, já no seu complexo industrial, a Datalink amplia seu portfólio de produtos para atender a um mercado sempre exigente por qualidade e garantia. Um desses marcos é o início da fabricação dos cabos de sonorização que vem ganhando o Brasil.
Confiante sempre no futuro, a Datalink investe em máquinas de última geração, em equipamentos de controle do processo, na melhoria dos métodos de trabalho, no treinamento da equipe e no desenvolvimento de novos produtos e mercados.
Chegamos com vigor e energia redobrados aos 30 anos de existência, sabendo que não chegamos até aqui sozinhos. Na nossa celebração de aniversário de uma data redonda agradecemos aos nossos clientes, fornecedores, parceiros, amigos, família e, especialmente, à nossa equipe de profissionais que mantém a Datalink funcionando de forma organizada do funcionário da copa, dos setores administrativos, de engenharia até a linha de produção, o famoso “chão de fábrica”. Sem vocês não seríamos a Datalink que somos hoje.
Com os valores de qualidade e respeito, a Datalink está pronta para novos desafios em fornecer as melhores soluções e os melhores cabos e conectores.
Com 30 anos de experiência em fabricação de cabos coaxiais para clientes exigentes na área de telecomunicações no Brasil e no exterior, a Datalink fornece cabos montados do tipo coaxial com performance superior e altíssima confiabilidade. Testados eletricamente (Voltage Standing Wave Ratio (VSWR), atenuação etc.), eles ainda são totalmente vedados contra umidade garantindo qualidade a longo prazo.
Muito resistente e com blindagem, o cabo coaxial é responsável por transmitir sinais e seu nome se deve ao fato de possuir várias camadas concêntricas de condutores e isolantes. A função do cabo coaxial é reduzir os efeitos e sinais externos sobre os sinais a transmitir por fenômenos ligados à interferência eletromagnética (IEM).
Por dentro do cabo coaxial da Datalink. Crédito: Cristina Camacho.
Esse tipo de cabo é utilizado em sistemas de telecomunicações (linhas de alta frequência), wireless, telefonia celular, radiocomunicação, sistemas de RF (radiofrequência) e de CFTV (circuito fechado de TV) e CATV (TV a cabo) e, ainda, em sistemas de segurança, automação, entre outras aplicações.
A Datalink segue os melhores e rígidos padrões nacionais e internacionais na fabricação dos cabos coaxiais montados, no seu complexo industrial, em Embu das Artes (SP).
Jumper montado da Datalink. Crédito: Cristina Camacho.
Resistência A Datalink fabrica cabos coaxiais com impedância de 50 Ohms e 75 Ohms, valores típicos para, respectivamente, a área de telecomunicações e para televisão a cabo.
O principal uso de um cabo coaxial de 50 Ohms é a transmissão de um sinal de dados em um sistema de comunicação bidirecional. Algumas aplicações comuns para cabo coaxial de 50 Ohms são backbones Ethernet de computador, cabos de alimentação de antena sem fio, cabos de alimentação de antena de GPS (satélite de posicionamento global) e sistemas de telefonia celular.
Já os cabos coaxiais de 75 Ohms são especialmente indicados para a transmissão de sinais de RF (rádio frequência) em sistemas de áudio e vídeo. Algumas aplicações típicas são: estúdios de rádio e televisão (broadcasting); sistemas de segurança (CFTV) e equipamentos de CATV (TV a cabo).
O que é Ohm É a unidade de medida de resistência elétrica que representa a relação entre a tensão (medida em volts) e a corrente elétrica (medida em amperes) de um elemento. Tal unidade está padronizada pelo Sistema Internacional de Unidades (SI). A resistência elétrica serve para impedir que uma corrente elétrica passe por um material de forma desproporcional, evitando danos e avarias como os choques elétricos e a queima de equipamentos.
Por dentro do cabo O cabo coaxial é composto por um fio de cobre com várias camadas distintas. O centro do cabo é um fio condutor fino e ao redor dele há uma camada de isolante plástico. Sobre essa camada há uma malha metálica que fornece outra camada de isolamento e uma blindagem contra interferência externa.
A camada final e mais externa é de material plástico flexível (como o PVC) fornecendo o último meio de isolamento e ainda rodeado por uma blindagem constituída de uma malha metálica. A blindagem adicional garante proteção para evitar a saída ou perda de sinal do cabo e impedir absorver sinais externos. A blindagem, portanto, cria um campo eletromagnético de proteção a qualquer tipo de interferência de componentes elétricos próximos.
Primeira patente A primeira patente de um cabo coaxial foi registrada em 1880, com o engenheiro eletricista e matemático inglês Oliver Heaviside. A invenção se deu porque Heaviside queria descobrir uma forma para que transmissões telegráficas fossem menos suscetíveis a interferência e fazer com que os sinais fossem enviados e recebidos sem perda de dados e informações. Outra preocupação foi desenvolver uma linha de transmissão mais resistente aos efeitos climáticos.
Solicite seu orçamento A equipe de vendas da Datalink está preparada para atender aos clientes, informando, com todos os detalhes necessários, especificações técnicas, aplicações e orientação de instalação. A empresa também garante atendimento no pós-venda. Entre em contato pelo telefone (11) 5645-0904, pelo WhatsApp (11) 97967-0034 ou pelo e-mailvendas@ e solicite seu orçamento.
Com 30 anos no mercado de cabos e conectores de alta performance, a brasileira Datalink segue implementando inovações para melhorar processos, produtos e o relacionamento com o cliente. Uma dessas inovações aconteceu no primeiro semestre de 2021 por causa da crise sanitária da Covid-19. “Criamos o tour virtual para manter contato com o mercado, já que a pandemia impôs restrições. Se o cliente não podia vir até a fábrica, nós íamos até ele”, informa o gerente de Tecnologia e Inovação da empresa, o engenheiro Edson Borges. Como a experiência foi muito exitosa, ela prossegue até hoje e já teve aperfeiçoamentos, inclusive.
O tour em tempo real compreende um complexo de 26 câmeras com tecnologia Full HD, que garante maior nitidez e definição de imagem, ao longo de mais de cinco mil metros quadrados de área construída que englobam os setores administrativo e operacional da empresa.
Borges destaca que a pandemia pegou o mundo de surpresa, e com a empresa de cabos e conectores de Embu das Artes (SP) não foi diferente. “De um dia para outro, tivemos de mudar o nosso modo de produzir, de vender e de apresentar o nosso produto ao cliente. Algumas adaptações foram compulsórias, como a implantação do trabalho no formato home office, por exemplo”, lembra o gerente. Todavia, ele observa que do mesmo jeito que foi um tempo de incertezas e preocupações, também foi um momento de desafios e criação de novas experiências e oportunidades.
Engenheiro Edson Borges: tour ao vivo melhorou a experiência do cliente com relação aos produtos da Datalink. Crédito: Cristina Camacho.
O gerente recorre a ditado popular para enquadrar a inovação: “Se Maomé não vai até a montanha, a montanha vai até Maomé.” Ele ressalta que a empresa não queria “fazer apenas uma filmagem da fábrica, mas uma visita ao vivo, em tempo real, para mostrar como a fabricação de cabos realmente é, sem qualquer tipo de filtro ou montagem”.
A ideia surgiu da experiência das reuniões online que foram realizadas no transcurso de 2020 e foi trazida pela própria diretoria da Datalink. “Em 2020, realizávamos nossas reuniões online e síncronas via plataformas digitais, como o Google Meeting”, recorda.
No final daquele ano e início de 2021, diversos setores da empresa – diretoria, engenharia, manutenção, TI e comercial – começaram a fazer o planejamento da criação da visitação virtual em tempo real e interativo. “Nos reinventamos para sobreviver no mercado, mas oferecendo algo ainda melhor. Até porque a empresa tinha feito grandes investimentos em maquinário e na modernização de processos um pouco antes da eclosão da pandemia. Precisávamos mostrar todo esse crescimento. O jeito foi fazer com que o cliente vivesse a fábrica no formato online”, pontua Borges.
Auditoria da ISO
O primeiro teste do tour foi realizado para atender a uma situação real e urgente da empresa, que era uma auditoria para renovação da certificação internacional ISO-9001 já no primeiro semestre de 2021. A atividade foi realizada sem qualquer tipo de problema. O auditor teve acesso aos setores obrigatórios para a comprovação das práticas da Datalink condizentes com as determinações da certificação internacional. O gerente explica que a ISO impõe condutas da empresa para melhorar e padronizar processos industriais que elevem a qualidade dos produtos e da gestão, que de tempos em tempos são auditadas.
“Essa primeira experiência deu muito certo, foi como se o auditor estivesse realmente presencial. Foi um marco do que se transformou, depois, numa ação institucional da Datalink”, comemora o gerente de Tecnologia e Inovação.
Inovação disruptiva: da ideia à prática Como explica o professor Leopoldo Yoshioka, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a Datalink implementou uma inovação do tipo disruptiva [existe, ainda, as inovações incremental e radical – leia mais sobre o tema aqui], que é quando há a criação de produtos, serviços ou processos que mudam o comportamento das pessoas.
“A Datalink inovou ao construir uma nova forma de se relacionar com os seus clientes e representantes comerciais. É uma inovação difícil de ser copiada, pois não se trata apenas da instalação de câmeras. Foi necessário ‘reinventar’ o processo de fabricação de cabos, baseado na filosofia de que ‘qualidade não se controla, fabrica-se’”, afirma o docente da USP.
O engenheiro Edson Borges confirma que a inovação implementada é muito mais do que colocar câmeras em alguns setores do complexo industrial da empresa. “A concepção é totalmente diferente, por exemplo, de câmeras de vigilância”, compara. O tour, ao contrário, trabalha com a ideia de fazer com que o visitante consiga entender como funciona a produção, certifique-se da qualidade da matéria-prima utilizada e entenda os valores da empresa.
Além da parte técnica e física, que envolveu os setores de manutenção para instalar as câmeras e de tecnologia da informação (TI) para operar a parte de acesso, permissão e instalação de software, “trabalhamos numa concepção cultural, ou seja, na criação de um roteiro com começo, meio e fim com foco na experiência do cliente ou visitante”, diz Borges.
O roteiro tem como base a transparência, afirma o engenheiro: “Para uma empresa que tem uma tradição de excelência de 30 anos no mercado brasileiro, trabalhou-se com a nossa melhor ‘matéria-prima’, a qualidade, fruto direto das nossas relações com os clientes.”
A visita virtual também se expandiu para outras ações de negócio da empresa, como em apresentações em eventos e para empresas. “Fizemos isso num evento da Cluster Tecnológico Naval, no Rio de Janeiro, e numa unidade da mineradora Vale, em Minas Gerais. Mostramos a fábrica, o maquinário e as pessoas trabalhando. A recepção é sempre muito boa”, conta o gerente.
Equipe e transparência
Como o tour é em tempo real e com equipe treinada da Datalink – dos setores de engenharia e comercial até a própria diretoria –, o visitante virtual consegue interagir e dar feedback da experiência. Borges exemplifica: “Numa dessas visitas, o cliente nos informou a dificuldade em ver um processo. Isso nos fez ver que deveríamos mudar o posicionamento de uma das nossas câmeras.”
Como o tour é interativo, uma equipe qualificada da Datalink acompanha todo o percurso virtual e, por isso, o cliente pode fazer perguntas ou solicitar para ficar mais tempo em determinada área.
O trajeto da visitação compreende desde a parte administrativa até a operacional da empresa, como maquinário, estoque, expedição, almoxarifado, laboratório, departamento comercial até as docas. “Mostramos a Datalink como ela é, sem filtros ou truques de imagens, porque temos total confiança no que produzimos e na qualidade que oferecemos”, endossa Edson Borges.
Já na parte chamada docas – local em que veículos de carga, como os caminhões, encostam para que sejam carregados com produtos ou o processo contrário –, o visitante vai observar muita organização e limpeza. “É praticamente por onde se inicia a visita. Na expedição, o cliente vai ver o produto já finalizado. No laboratório, a experiência é muito intensa porque é o local onde a matéria-prima utilizada está sendo testada. O cliente pode acompanhar, por exemplo, o teste de resistência e densidade do cobre ou do PVC”, descreve o gerente.
Neste ano, o tour virtual completa dois anos. Borges elogia a mobilização da equipe desde o início: “Todos queríamos que desse certo para manter a produção e o crescimento da empresa. Comprovamos, na prática, a inovação como um feito horizontal, que envolve da alta direção até o pessoal do ‘chão de fábrica’. Foi realmente um divisor de águas. Daqui para frente é só melhorar essa experiência para o cliente.”
A visitação online em tempo real não é um trailer e não tem a pretensão de substituir a visita presencial, mas se propõe a ser um primeiro contato. “É impressionante como aumentamos nossa visibilidade para o mercado e abrangência nacional com essa inovação criada a partir de uma crise, a pandemia. É criar oportunidades de crescimento também nos tempos difíceis”, ensina Edson Borges, gerente de Tecnologia e Inovação da Datalink.
O tour virtual é realizado com agenda prévia junto ao departamento comercial da empresa. Para agendar, o cliente deve clicar aqui.